sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Caderno 5º Semestre; Anotações da fala dos professores. 2015 Faculdades Integradas Ipiranga; Turma LHN 02 Curso Licenciatura em História. Aluno: Sebastião Pereira Viana Júnior.



30/01/2015

5º Semestre 2015


(OBS): O conteúdo presente são anotações das aulas,  da fala dos professores, em alguns momentos tem  piadas. Sugiro avaliar bem  e explicar a metodologia antes de usar alguma parte desse material caso alguém, abra esse pagina.



2015 – FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA       - LHN 02       

Aluno: Sebastião Pereira Viana Júnior

SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
- ALLAN PINHEIRO DA SILVA

TERÇA-FEIRA- 
IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS   
-ANDREA DA SILVA PASTANA

QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES

QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA

SEXTA-FEIRA  
HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA
-ANDREA DA SILVA PASTANA

PRÁTICA PEDAGÓGICA III - PESQUISA
ANDREA DA SILVA PASTANA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO   
ANDREA DA SILVA PASTANA




















SEGUNDA-FEIRA

A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
ALLAN PINHEIRO DA SILVA
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


02/02/2014


Allan  Pinheiro

Texto: Philippe “ Por uma Historia da Vida Privada” In Chartier, Roger (org) Historia da vida privada Renascentista  ao século das Luzes. Tradução Hildegard Fiest. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.09-25. 


TEXTO:  Por uma Historia da Vida Privada


O que é modernidade e quais fatores estão presente nessa modernidade? Qual a ideia de modernidade? Valorização da tecnologia, de acordo com o seu tempo, passagem para o pensamento racional. Pensar enquanto sujeito, do seu tempo. Arrie é um período de transição; Porque para onde?
Parte de vários aspectos, político, econômico, mentalidade. O estado da qual a mentalidade é a medieval para a moderna- capitalista.

Antigo: Modo de produção feudal
Novo: Modo de produção capitalista

Medievalidade:  encerra na década de 50 do século XX. Exploração da mão de obra: Uma nova forma de exploração desta vez da classe social  operário. No feudalismo a forma de exploração não era caracterizada por uma relação monetária, Ela era de trabalho e produto, produzia e entregava uma parte  da produção ao senhor feudal.
O trabalhador ganha autonomia e muda a forma de exploração no capitalismo, e o assalariado. OP modo de produção é constante, mais não total. Na década de 50 o feudalismo começa a se esvair a característica é o mundo rural. A cidade supera o campo, no século XIX o capitalismo se sobrepõe ao sistema feudal.
Philippe Arrie: Existem  representações, leitura que já se foi a historia, principais transformações . As relações de solidariedade. O publico e o privado, vão se confundir, não se sabe o que é publico ou privado. No período medieval, as relações de aparência, o sujeito era aparência, o cotidiano era parte do publico. O que a pessoa fazia era parte integrante da comunidade.

PUBLICO: Tem uma comunidade com espaço delimitado,  a ideia da pessoa participando isso não ocorre mais as pessoas, se conheciam rupturas e continuidades. No interior pode acontecer ainda isso, das pessoas se conhecerem, de haver praticas comunias etc.
Alguns espaços não tem relacionado com o publico, é o espaço da casa o mais intimo, não acontecia na vida cotidiana. Percebemos rupturas mas tem continuidade. No século XIX, o publico e privado veem de uma classe social, a burguesia,  as classes populares é mais diferente.

CORRENTES E PERIODIZAÇÕES  

1º Linear Evolutiva: Positivismo/ metódica: Ranke; documentos oficiais, pega os documentos oficiais que é a veracidade de forma narrativa.

Modelo à mentalidade

2º Marxismo: -Materialismo histórico, busca a história de condições materiais, (materialismo Histórico e Dialético). E mais valia.


3º Escola dos Analles; Philippe Arie, (não falou do marxismo, veem de uma educação elitizada). Ele busca a perspectiva da mentalidade.

OS FATORES QUE LEVAM A TRANSFORMAÇÃO: 1º Novo papel do estado, separa o que é publico e privado, ele intervém  fazendo leis, o estado impõe as próprias leis causar a submissão, não pode mais haver duelo entre dois homens sob pena de morte, ele começa separar isso com as leis, e intervém nessa relação entre publico e privado, ele desestrutura a relação de próprio individuo. O individuo não era aquilo que tinha, mas o que aparentava, havia esbanjamento de uma classe social, relação de posse e respeito  relação de submissão no processo.

1º -Sociedade Cortezã: vai da relações pessoais essa sociedade está em volta do estado, o rei representa –se enquanto estado, gira em torno do estado, não do Senhor Feudal.

2º Classes populares ela sofre mutações, mas não na mesma velocidade  ainda resiste.

3º Sociedade da Corte: Meio intermediário tem um culto muito mais fechado, a corte é de exposição, a Corte é um grupo que se fecha cada vez mais em torno de afinidade, surge clube da leitura etc.

2º Processo de alfabetização: ocorrem construções de mundo mais solitário, favorece mais mo individualismo, existe a leitura publica, mas tem as internas.

3º Novas religiões; Reforma protestante e contra reforma católica. Porque vai mudar/ Vai constituir em foro mais intimo do próprio sujeito de sua própria fé.

O modo de produção feudal começa a romper, o que é ser civilizado? Começa em um novo olhar, sobre o corpo e o comportamento, passamos para uma forma mais discreta, não tem mais a forma de cortejar as mulheres de se ajoelha etc. 
            A alfabetização começa a fazer parte à população começa a ser mais ativa. O isolamento no medieval era um ser comunitário o isolamento começa a disposição de um espaço mais privado isso é na perspectiva das mentalidades, no marxismo o burguês produz, ele explora de uma forma mais individual,

3º - A ideia do diário, cresce, estabelece o gosto pela solidão, o que não ocorria no medieval.

4º - Consequentemente diante disso, se restringe os ciclos sociais, antes era comum participar de todos agora não vai se restringir.

5º O aspecto de gosto  vai haver uma transformação no próprio lar, as camadas vão mudar, vão se restringir cada vez mais, vai ter um aposento especifico para cada coisa.

O grupo e da família: em uma transformação no individualimo, a própria intimidade, individualismo da vida cotidiana agora ele pode se isolar não precisa mais ser comunitário. Há um recuo dessa sociabilidade comunitária. Todo mundo se conhece todo mundo se vigiava, hoje o individuo é com o seu grupo, de convivência, o resto pode encontrar na praça mais não interna.
As transformações que ocorreram no Brasil, é diferente da Europa. Rupturas e continuidade, em Curuçá a relação ainda é comunal, não se pode generalizar, nem todos eram católicos na idade media. Ainda hoje existem comunidades que os padres perguntam e visitam as casas porque não foi à igreja? Virou evangélico etc. Coisa que hoje não ocorre na grande cidade...   

3-Mudanças no sentido da família: é parte integrante dessa transformação não é  só mais econômica de reprodução,   ela vai ser afetiva. A família nuclear portuguesa, não faz mais parte da sociedade atual, não pode mais caracterizar todos da mesma forma. Não era uma convivência de prazer, mas de reprodução. Eles tinham filhos por motivos de reprodução.

Sociabilidade anônima: se confundia o que era publico e privado, a restrita já se sabe o que é público e privado e já pode se isolar.  


PUBLICO:  Local de encontro de pessoas que vão se conhecer mais ficam felizes (isso hoje) é na praça shopping etc. Grande transformação o publico é o estado


PRIVADO: É o que escapa da intervenção do estado foi a partir do século XIX, na década de 50.


CONCLUSÃO: percebemos na aula que ela fez uma explanação do comportamento da época medieval com os dos dias atuais. Na medievalidade a vida era em comunidade, as casas tinham dois compartimento, todos na comunidade conheciam e se vigiavam. A igreja era presente, mas nem todos eram católicos. Não existia um individualismo, as pessoas não se isolavam em seu quarto. Nas praças todos se conheciam e todos se vigiavam
            Com  o advento  da educação de pensamento individualistas do capitalismo, as pessoas encontraram uma intimidade agora, elas se isolam. Também nos espaços públicos como praça nem todos se conhecem, mas ficam felizes aos ver as outras pessoas. Hoje as pessoas tem a privacidade e  podem se isolar no quarto. O que não ocorria na medievalidade.




09/02/2015
SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
ALLAN PINHEIRO DA SILVA


TEXTO:
Delameru, Jean “ a Proclamação do Ocidente e “ a Ásia , a America e a conjuntura europeia” In A civilização do renascimento. Lisboa; editora estampa 1984, pp. 19-24 e 49-83

TEXTO:  Proclamação do Ocidente

Ampliar a visão do Ocidente

AULA: Trecho do filme “A Bela e a Fera” 

OBSERVAR: características da modernidade identificar nesse filme e refletir a questão da modernidade. A temática e a base do século XVIII. O filme serve para retratar e identificar aspectos da modernidade no contexto  antigo.

Aspectos do filme  

-Mulheres lendo era estranho.
-A vila tinha traços medievais
-Tinha carruagens carroças
-Tinha castelos
-Gaston quer uma dona de casa para casar
-A figura do homem machão que cospe longe
-A bela é uma mulher moderna que veem da cidade
-A bela represente o moderno a Fera o antigo
-Invenções de maquinas
-No castelo tem aspectos da modernidade, como os personagens que são relógios, xícaras etc.
-No final do filme a Fera se rende ao moderno


Se o trabalho com o ensino fundamental essa passagem de modo de produção para hoje teria condições partindo do filme? Sim  até as invenções de maquinas são retratadas no desenho.
VARIAS TEMATICAS: Transição, encontramos a modernidade o antigo vai viver como novo, o filme possibilita a reflexão.
O QUE É O BELO: A Bela; ela é uma mulher moderna, Gaston não quer que ela leia, pois ele disse que mulheres que leem começam a ter ideias, ela é da cidade, por isso é esquisita a realidade da aldeia está próximo a idade média, ela é  doida esquisita na visão deles. As mulheres da aldeia querem ele pra casar, mais ela não é  assim, ela está a frente do seu tempo.
O filme todo é a idade das trevas, a cidade não é a escuridão, sim o castelo sim, saiu da cidade tem escuridão. No momento que ela é trancada no quarto tem escuridão depois chega à luz. No castelo tem luz, os instrumentos emitem luz, são objetos do progresso civilizatório, o quarto se ilumina.   
O príncipe na entrada do estado moderno, não tinha poder, sobre o estado só no seu feudo. No final a fera se rende e se transforma em príncipe. Os objetos dizem que tem que ter boas maneiras.

O renascimento não foi renascimento, a idade das trevas não foi tão das trevas assim. Alguns autores não dão mais conta para abordar esses temas acima. A Igreja, o tempo não é exato o tempo no renascimento não dá para mostrar algo de uma transformação  ao passado.

ECONOMIA NATURAL:  Voltada para a própria subsistência os livros traziam que não existia comercio no feudalismo, mas tinha a economia natural, voltada para a subsistência, isso é economia natural.

SECULO XIII: Transformação na relação de produção, revolução comercio e urbano. Antes era a troca do produto pelo produto. As moedas eram a mesma nos feudos? Não era a troca por cambio, possibilitou o comercio para o desenvolvimento do comercio. O cambio não é produto da antiguidade, ele era daquele momento possibilitou o comercio a longa distancia. Existiam vários feudos com  moeda diferente. A Inglaterra era toda retalhada igual uma costura de pano.
Legof: História e Memória: O tempo começa com a Igreja, nos sinos instalados, mas nem todos   vão seguir a transformação, meio dia é hoje para almoçar. A sua analise histórica total, o renascimento Braudel  2º geração dos Annales, não é historia de todo mundo, é escolher um tema e buscar várias formas de avaliar na forma ECONOMICA-POLITICA-GEOGRAFICA-SOCIAL-.Não é escrever tudo, mais o possível.

O QUE FOI O RENASCIMENTO? Como ele vai caracterizar é importante caracterizar; é a promoção do ocidente, mas por quê? É um período do século XIII (13), ao XVII (17), a Europa ultrapassa o oriente, em desenvolvimento o ocidente desponta e começa a conquistar o Procópio oriente. A cultura o oriente supera o ocidente, mas ele começa a se desenvolver e superar, a Europa começou a se desenvolver e a dominar outros espaços e outras culturas.
Século XV   começa a se desenvolver na produção não é cultura ser melhor, do que a outra, as técnicas superam o oriente. Período de XIII (13) ao XVIII (18), a mentalidade vai modificar.


CURTA DURAÇÃO: Políticos
MEDIA DURAÇÃO: Econômicas
LONGA DURAÇÃO: mentalidades




A mentalidade não muda em 10 a 15 anos, ocorre com um grupo a longo período. Para o historiador, sempre há  escolhas sempre vai haver um documento, outros ficam de fora. Não se prendeu a perspectiva de continuidade. A Itália se unifica no século XIX, as cidades italianas  vão ser a vanguarda desse movimento,  de transformação econômica social, trabalhos intelectuais. 

CARACTERISTICAS: Posição geográfica, Península Itálica, se desenvolveu o comercio  entre o oriente e o ocidente, circulação de cultura,    e mercadorias a difusão da ideias, ela vai ser a grande vanguarda, vários artistas Michelangelo, Maquiavel, entre outros.
            A própria transformação do cristianismo produz  ele revigorado, renovado. O movimento protestante e a reforma católica.  A sociedade ocidental passa por provações e vai dá suporte de ordem natural, ocorrem desastres naturais, peste na Europa, mas vai ter resposta, ordem econômica  e ordem social.
QUAL O OBJETIVO: é analisar a estrutura e não a conjuntura.

 ESTRUTURA:  É a raiz cultura, tem uma permanência de longa duração Ex: A estrutura política corrupta do Brasil, veem de longa data, e não muda tão facilmente e rapidamente. Pode mudar mais demora. A corrupção faz parte, mas ela é integrante em nossa sociedade em nossa formação cultural. Com grupos ligados a elite se beneficiando das leis é parte integrante, o governo se beneficiam disso.

CONJUNTURA: Política do país: O PT passa uma crise complicada,  as denuncias a proposta era uma pratica, é contra fatos de forma simultânea. Pode mudar o governo, mas não muda a estrutura, pode entrar PT, PSDB etc.  

FUNÇÃO DO HISTORIADOR:  é compreender e não julgar, não está para julgar.

O renascimento é contraditório: teve inovação teorias, ciência –tecnológica, progresso, mas tem o obscurantismo, nesse período, teve pirataria, escuridão genocídio, de povos da America e não houve só desenvolvimento, houve um retrocesso, escravidão na África, dentro de uma leitura escravista.
Na idade media tinha uma economia, mas o déficit  não era tão grande, não tinha esse índice de miséria que tem hoje, um grupo fica dada vez mais rico, a grande  maioria empobrecida. Vai ter um aumento da dureza da vida social, mas a ideia de regresso é falsa. O reorno as culturas Greco- Romano é falso, não regressou.

O RENASCIENTO É: progresso técnico, cientifico, material e espiritual.

A descoberta de mais espaços século XV e XVI com a novas rotas, Que já existiam que chegaram aquele continente, em função do espírito empreendedor, aventura, poderia trazer riquezas, Webber em o espírito de aventura. A mentalidade a sociedade estamental em ruptura; que È:

REZA –O Clero
TRABALHO –camposenes
GUERRA- soldados

Com a aventura poderia, a igreja católica poderia sair da Europa, a motivação  as narrativas fantásticas, onde existiam lugares cheio de riquezas eldorado, preste João, as Minas do rei Salomão. Amazonas mulheres guerreiras etc. essas narrativas migram primeiro  na Ásia áfrica depois America. À medida que eles iam descobrindo e vendo que não existiam as narrativas migravam  para outro lugar no imaginário do europeu. 



23/02/2015

SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
- ALLAN PINHEIRO DA SILVA


(Continuação)

Delumeau. Jean “ A promoção do Ocidente” e A Ásia a America e a conjuntura europeia. In A civilização do renascimento. Lisboa editora estampa, 1984,PP,19-24 e 49-83.

Modo de produção feudal, para o capitalismo, o termo em si não é adequado, para quem viveu na idade média, e o renascimento já é moderno. O renascimento   tem o aumento das riqueza, mas tem a diferença entre ricos e pobres, na idade média existia pobreza mas o problema da pessoa, não ter nada não era característica do feudalismo, como é característica no capitalismo.  
Quando o camponês sai da terra, e vai  para a cidade ele perde a terra, hoje a miséria, o sujeito não tem nada. A pobreza ainda tem alguma coisa



MISÉRIA: Não tem nada
POBREZA: ainda tem alguma coisa



A ideia de renascimento está ligada ao retorno a antiguidade, mas não é isso, foi o retorno à antiguidade o desenvolvimento econômico, e o intercambio.

“O SUJEITO É PRODUTO DO SEU TEMPO”


O cristianismo não recua, com a reforma protestante,  ele se expande, na reforma . A igreja  se volta para outros territórios, não houve um rompimento inteiro, existe algumas características da modernidade  mas eles continuam na medievalidade. Michelangelo rompe com a medievalidade. Eles reativam a sua relação com Deus. A criação de Adão de Michelangelo tem o pé na medievalidade, mas ao mesmo tempo ele  rompe devido as características
            Ainda há a mentalidade feudal, para a transição do capitalismo. Mas  mesmo o reflexo hoje, da desigualdade, mas ela também já existia. O conflito da igreja não é referente a colocar o ser humano próximo de que ele é como fazia, os gregos. Surge alguns pensadores, Miguel de Cervantes, Leonardo da Vince mais ou menos. A Igreja caça aqueles que contestam os dogmas e Dante  Adriely.
O retorno não significa que eles pararam ali, houve o enriquecimento para uma classe social, mas era o progresso. A expansão  marítima e expansão do cristianismo. Grande parte do Mito 1100. Preste João, o  mito ele atiça porque é a possibilidade de enriquecimento. Marco Polo chegou à China, as rotas começaram a ser tomadas pelos Muçulmanos. Esses mitos atiça a saída de aventureiros  para o mar.
Século XVII, a Itália domina esse comercio, no mediterrâneo,   busca ouro, prata especiarias, ou era mulçumanos que também lucravam. Para Portugal e Espanha resta buscar uma rota alternativa, que seria o mar. “a possibilidade de através dos mitos, como rios de ouro, os mitos  se deslocam geograficamente.
Guerra com os Mouros, possibilita uma reorganização, a igreja trabalha a terra como sendo plana, ela vai buscar justificativas, eles a escolástica  vai busca em Platão etc., Thomas de Aquino pega Platão, onde ele escreve o mundo dos homens, e o mundo de Deus, os dos homens é o caos, de Deus é inimaginavelmente, nada que nos tenhamos visto. Ela a igreja utiliza os pensamentos de acordo com os seus interesses.
Para o pensamento do Ptolomeu, ele  a terra tinha extensão de 19 mil quilômetros, a terra é redonda, só 28 mil quilômetros, o Colombo se encorajou, mas eles precisavam provar dando a volta no mundo.
A Construção da caravela é a modernidade. Os portugueses já tiveram contato com o diferente, com a África, espanhóis e portugueses conseguiam se adaptar ao clima quente, com outras culturas, e usar a seu favor. Também o   fluxo cultural com portugueses e  espanhóis era intenso, devido as suas colônias na áfrica .
A caravela possibilitava o calabrio; era a parte de baixo do barco. Não era tão profundo, possibilitava o costeamento  “ a caravela chegar mais próximo da terra” . Possibilitou colonizar a África. Na expansão europeia, pensava-se o ouro e a prata, mas tem as especiarias aliviava a dureza da vida. Conservação do alimento é mal, mas ela não tem mais o mesmo gosto, era as especiarias que possibilitava mudar o sabor, do alimento, produtos de perfumaria para rituais e outras classes soais. As cidades italianas que lucravam com isso. 
As tormentas era uma  calmaria na áfrica do sul, o navegador sai mais para pegar as correntes de ar. Alguns  livros didático antigos narram  que o Brasil foi descoberto por acaso, tinha que ir muito próximo  do Brasil para pegar as correntes de ar. O mito é que o navegador Vasco da Gama  se perdeu e descobriu o Brasil.   Esses são alguns dos fatores que possibilitaram o acaso.
As narrativas fantásticas uma está ligada a busca do paraíso, na terra, o éden antes estavam na Ásia, até chegar à America, quando o europeu chega à America a visão se concretiza,  demorou para eles romperem com essa mentalidade, tanto o império Inca, Maia e Asteca, conquistaram mais de 40 mil no caso dos Incas. No México tinha provisão de chegada de deuses, metade homem metade animal.
Mas o fator principal são os conflitos internos no império asteca, com os Incas foram favorecidos pela própria constituição desse império, eles se beneficiaram dessa configuração. Com os Incas foi à guerra civil, os conquistadores perceberam o conflito existente dentro desses impérios.


Filme: A Cólera de Aguile: Sobre navegação no rio Amazonas,  tribos e mulheres guerreiras (o professor sugeriu não trabalhar esse filme pois ele é muito longo)


Os espanhóis reconhece esse processo e foi o primeiro a navegar o rio amazonas, esse era o medo português, porque já existia conhecimento sobre novas terras. Sergio Buarque, os impérios já possuíam a ocupação vai ser homogênea, na America, espanhola, diferente do Brasil. Desenvolvimento do comércio, as características do capitalismo, não é só o comercio, e o lucro e a necessidade de exercito.
No feudalismo o servo produz e entrega para o senhor. TRANSFORMAÇÃO: O fator monetário vai aumentar a exploração do trabalhador, ele perde a autonomia. E vão ocorrer as revoltas camponesas.

A bellepoc no Pará tem uma característica que é fruto da borracha, em São Paulo é o café. Temos que pensar no plano geral, mais tem as suas especificidades.

POSSIBILIDADES:  Mapa do século XII, pag. 57. Já apresenta uma certa possibilidade para a América, a expansão já vinha sendo pensada a muito tempo.  





02/03/2015

SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
- ALLAN PINHEIRO DA SILVA


OBS:  ESSE É O TEXTO DA PROVA B1

TEXTO Perry Anderson: O estado Absolutista no Ocidente in Linguagens do estado Absolutista; Tradução João Roberto Filho. São Paulo: brasileiro  2004;  15-41.

O HISTORIADOR GOSTA DE TRABALHAR COM TRANSIÇÕES, TEM DA MEDIEVALIDADE, E CAPITLAISTA, ela é marxista. Eric  Rosberbal fazia parte do partido comunista, mas grande parte deles romperam por não concordar com o apoio do partido comunista aos sovietis. Eles tinham que repensar o marxismo, mas Eric Rosberbaw fica até o fim no partido comunista, outros rompem com o partido.
Quando ele rompe esses pensadores vão repensar o marxismo, Perry Anderson é um deles, foi criticado por Tompson em termos teóricos, apesar da critica era normal esse debate.  
           

ESTADO ABSOLUTISTA

Ocorrem transformações sociais, ele trabalha a crise do mundo medieval, século XV, o modo de produção feudal, para o capitalismo. Essa crise é os estados nacionais. E a ruptura com o período medieval. É um estado opressor ele pega Hengels  e Marx.

Hengels: O estado absolutista o equilíbrio de classe.

Materialismo Histórico: é uma dialética

TESE: Modo de produção dominante (feudalismo)
ANTITESE: As contradições que surgem nesse processo  (burguesia)
SINTESE: Novo modo de produção  (capitalismo)


O estado absolutista surge à antítese em contradição com o feudalismo. NOBRESA e BURGUESIA: estavam em equilíbrio a burguesia precisava de tudo e que desse suporte as mudanças que seria  o comercio para quebrar as barreiras que causava o entrave no comercio.
Para Marx, características são tipicamente burguesas. O estado tipicamente burguês, já pode ser aplicado ao estado moderno. ”Corpo burocrático”, “exercito regular”, ”sistema diplomático” fazem parte do estado.    Qual o objetivo de Marx? Era entender o capitalismo, o estado absolutista não era o principal foco de observação. Os historiadores posteriores não se apropriaram de Marx. Depois surge o fim da servidão.  
            SERVIDÃO: o camponês  tem o domínio sobre o seu trabalho na produção, na arte ele dá parte da produção  para o senhor feudal, e trabalha nas terras que era a característica básica.  NO CAPITALISMO: É a matéria prima século IXV (14) e XV (15), ela passa a ser monetária.  Marx não afirmou ser uma característica do capitalismo  a servidão com a terra era uma relação que ele pagava produto com trabalho.
            Ele trabalha vende o produto e paga, mas ele ainda continua com relação com a terra, no inicio. A ideia de patrão é uma característica próxima do capitalismo, é uma relação monetária, não é uma relação de “clientelismo”, ainda não mudou a essência.
            O que seria esse estado absolutista Para Perry Anderson?  Para ele ainda é um estado feudal, a continuação da dominação políticas dos senhores feudais. Foi recolocada para governo no “semi  feudalismo”. A característica  política continua sendo uma carapaça da dominação feudal.
            No livro didático veem como a burguesia apoiando o rei para derrubar a nobreza, o Perry Anderson mostrou outra coisa. Século (14) XIV e (18) XVIII é um momento de tensão, um processo de “longa duração”. No caso do estado absolutista. O estado nas mãos dos reis, e a redução do poder da Igreja católica no poder, a nobreza o rei tinha já o seu exercito a nobreza ficou fragilizada e passam a apoiar o rei.
            BURGUESIA: Se beneficiou, vivia do comercio quando o rei tomou algumas medidas ele cria bases de cobrança  de tributos  a burguesia com vantagens, como uma única moeda em vista que o estado era todo dividido.  A linha que ele trabalha na transformação  do estado absolutista faria burguesia ainda viver sobe o domínio da aristocracia do senhor feudal. A perspectiva segundo Perry Anderson, o estado absolutista é uma carapaça do sistema feudal. Porque eles queriam conter as revoltas camponesas, essa é a relação de trabalho é a maximização da “mais valia”, mas o senhor feudal  quer vender para a massa, ele quer que trabalhe.
            Os conflitos vão saindo do feudo, ele precisa recolocar o seu poder a nível igual, não é uma questão cultural nem territorial, e que esse é a dinastia. O rei que consegue unificar não é perspectiva de nacionalismo.


MICRO - feudo
MACRO  -Estado
       

Sai da condição de feudo e passa  a condição de estado, para reprimir as revoltas camponesas é um momento de contradição eles saem do seio do senhor feudal, para a cidade. Mas grande parte ainda está presa à servidão.
            No século XIV (14) tem uma crise a busca pelo trabalho na cidade, é o processo de expansão  marítima pata onde vai levar esses trabalhadores. É um momento de transição. No século XVIII (18), com a revolução industrial. Para Perry Anderson a tese de Marx existe mais é secundário diante do estado absolutista.   
            É CONTRADITÓRIO:  Nem todos aceitavam uma sociedade estamental depende do contexto histórico como no caso da igreja, não pode ter firmeza de que  ela esteja no topo da pirâmide no estado absolutista, e os próprios monarcas. Resiste a ela, mas ela se alia aos estados absolutista, eles falam  que é o acesso da herança do poder de Deus. A ideia do poder estatal absolutista, eles falam que é o acesso da herança do poder de Deus. A ideia do poder divino do rei.         
            O feudo passa para o estado militarizado, com o processo de centralização  vai se perdendo a terra não pertence mais ao rei, ai vai entrar a burguesia  com a ideia de propriedade privada. O senhor feudal não perde totalmente esse poder, ele vai ter que compartilhar com o rei.
Mas o poder maior é do rei, a lei em si é o Rei, veem de uma linha que vinha de uma nobreza que tinha por exercer poderes, eles tinham títulos de nobre, para serem reis, pensa na dinastia e linhagens desde o sacro império romano, Carlos Magno já vinha deixando sua linhagem Itália  Germânia etc.   
            ENTRA A CONTRADIÇÃO: Ela a burguesia  é  a antítese, ela não é primaria é secundária, entra o antagonismo. No período feudal sempre existiram os burgos e as cidades, as relações comerciais vão se intensificando, ela tem importância econômica mas a prevalência é do sistema feudal a burguesia tem um papel secundário.
Marx e Engels são produtos do seu tempo, a produção histórica do homem do século XXI  é diferente, não se pode ser anacrônico. Não se pode colocar Marx como avaliando hoje a sociedade, eles fizeram no século XIX. Tem que colocar no seu devido lugar .
            Thompson Robisbal, fazem uma revisão das ideias, a retomada das ideias a retomada do império romano, no século II, não pode colocar no século XII. Tem que repensar esses direitos que ocorreram os direitos romanos.
ORDEM ECONOMICA: Itália, a retomada da propriedade,  privada no capital, para o processo de longa duração a propriedade privada estabeleceu a lei. Fim do trabalho infantil, diversas relações culturais até hoje pessoas no campo o filho é visto como mão de obra, de 10 e 11 anos. Para nos  não podemos trabalhar para outros não.
São infratores quem põe crianças para trabalhar, entra em choque com a lei, no jornal sai uma noticia, mas de que visão da lógica capitalista, é uma forma de cultura para o ribeirinho não é crime colocar o filho para trabalhar.
Vender bom não é legal, as perspectiva culturais nos leva a outra perspectiva, a ideia de patriotismo é contemporâneo, eles foram o exercito por mercenários, eles não podiam armar os camponeses aqui manda o Rei e a dinastia . O direito romano possibilita a venda e troca de  mercadoria, possibilita o capital em Roma a característica do comercio existia.
DIREITO ROMANO: Não é possibilidade de ver o capitalismo, ele precisa de um respaldo possibilita a regulamentação das nossas ações. Império Romano é a expectativa de centralização política.
Serviu para a burguesia relações civis e publica, as relações comerciais e civis poderia ser realizadas. O poder  da burguesia já parecia o direito romano. Prevalece até hoje, a base justifica a centralização política.
Se estabeleceu as relações comerciais a emergência de domínio e a guerra por isso o senhor feudal guerreava. Estado absolutista, faziam relações através do casamento, os seis estabeleciam suas relações diplomáticas, através do casamento  e acabava aumentando o domínio.
Enrique VIII  com a princesa espanhola mas ele quer casar com Ana Bolena. A Igreja não quer, ele então rompe coma Igreja, A forma que a realeza fechava os acordos era com os casamentos.


09/03/2015

SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
- ALLAN PINHEIRO DA SILVA


A Construção da Modernidade.

TEXTO: A vitoria da quaresma; a reforma da cultura popular In Companhia   das letras 2010, p, 280-923.

Texto para a prova Perry Anderson
Texto para o resumo Burce e Lebrum (4º texto)


A vitoria da quaresma a reforma protestante, da cultura popular, na idade moderna. A primeira fase da reforma: Como enquadrar em texto da reforma protestante, a sociedade é muito ampla, a reforma  protestante foi o momento que a o rompimento do catolicismo e se funda o protestantismo e o Lutero não queria romper ele queria reformar, os seus seguidores  que fizeram a reforma.
            Tentar entender a cultura popular, dois termos CULTURA E POPULAR: tem que colocar dentro do seu devido tempo! Para não ser anacrônico. O que é popular? Tem que  saber localizar no tempo esse conceito um termo na Grécia antiga, como se fosse hoje. É difícil discutir cultura. Tem que buscar a referencia, metodológica de como esses textos são inseridos para nos.
CULTURAS: É tudo aquilo que o homem produz,  formas simbólicas, expressa encarnados sistemas de significados atitudes, e valores partilhados objetos artesanais, tudo o que é ser humano produz é cultura. Os folcloristas vão estudar o que chamam de cultura popular.
CULTURA ERUDITA:  Surgiu mais precisamente no século XIX (19), é um conhecimento mais técnico. Empírico,  é parte integrante do conhecimento cientifico a ciência é observação na tradicional ela é mais mística, mais religiosa.
CONTRIBUIÇÃO FOLCLORICA: Ela passa a ser registrada a cultura popular. Os grupos sociais são: camponeses artesãos. Eles começam a pensar dentro do contexto de reforma, eles se baseiam nos folcloristas, antropólogos, e sociólogos, é muito amplo o conceito de cultura,
            CULTURA POPULAR: é aquilo que não é oficial. Quem são os reformadores, são da cultura popular ou da elite? São da elite, fazem parte do clero, ele quer sair da forma mais tradicional e quer chegar como entrar a cultura  ocorreu, a reforma. Entre a cultura popular, porque eles fazem parte da cultura da elite. As classes populares são heterogêneas, as culturas estão em interação e mudança o tempo todo.
            INTENÇÃO  DOS REFORMADORES:  reformular a cultura popular, por isso as reformas tem que ser pensadas não de forma monolítica, mas que cada região teve a sua forma de reforma. O carnaval está ligado a quaresma ligado ao popular, e ao religioso a cultura da elite vai se sobrepuser a popular, o religioso permanece na sociedade.
            Carnaval ainda mantém tradições pagãs essa cultura popular foi aderindo à cultura religiosa. Quando o cristianismo se tornou a cultura oficial ainda existem resquícios de paganismo. A igreja católica não vai conseguir suprimir.
O religioso permeia  as diversidades culturais mas o autor percebeu que a cultura religiosa da elite não consegue eliminar a cultura pagã popular. O cristianismo  pregada pela elite não é exatamente o que o popular vai aderir.
Na quaresma, não se pode beber a cultura popular, continua fazendo diversos, frequentando os bares! Por quê? A cultura ainda está  ligado ao paganismo, (Período Greco Romano). Na colheita faz uma festividade a um deus Baco, do vinho. Nem popular nem de elite fazem tudo da mesma forma, a oficial esta  ligado a cultura dos reformadores, eles não querem aperfeiçoar a cultura do paganismo.
Cultura pré cristã carnaval ligado a deus Baco, eles são pré cristãos. São considerados diabólicos, sobre posição de uma cultura oficial sobre  o paganismo, de forma mais eficaz, o combate a cultura popular. No carnaval prevalece a cultura popular, na quaresma a cultura da elite.
OBJEÇÃO MURAL: Condenação a heresia a cultura pré-cristã ligada a embriaguez, e a luxuria vaidade etc. DUAS ETICAS: 1º reformadores, decência ordem razão. A uma ordem burguesa.  2º Espontaneidade, tolerância e a desordem  a cultura popular). Não são monolíticos, não são iguais em varias regiões os movimentos  vão ter diferenças.
CATOLICOS: Modificar de acordo com seus interesses, os católicos passam a tolerar desde que esteja sobre o seu domínio, ou controle, procuraram modificar.
PROTESTANTES: Eliminação da cultura popular, dentro dos seus vestígios do paganismo,  buscam a eliminação da cultura popular.  
“Vale lembrar que ambos prevalecem”
            O círio de Nazaré dos católicos tem um pouco mais de tolerância profano, festa da xiquita  e o alto do círio, isso dento de um culto protestante não é permitido. Os católicos forma mais tolerantes, o uso cultural pré cristão e por isso ela vai sentir a resistência vai sofrer uma opressão menor dos católicos do que dos protestantes. De varias regiões para região.
Da parte católica combatia os excessos, os reformadores católicos combatiam cada vez mais. Protestantes retiram os Santos, porque eles não gostam dos santos. Os católicos deixaram o santo. Na casa de São Jorge. A cultura Pré cristã  ainda é popular, muitas coisas estava ligada a ela.
A elite queria de uma forma, mas não emplacava totalmente na cultura popular a ética protestante o trabalho, a revolução industrial ele vai entender como a modernidade. A reforma não é só religiosa, mas como ela chegou até a cultura popular. Ocorre vários ataques a cultura, mas não suprimia essa cultura. As recreações populares em 1500. Na vigília com a casa rezava, fazia parte da cultura popular, pré-cristã   prevalece o que é oficial a elite começou  a guardar antigas poesias e textos.
O cristianismo quando passa a ser oficial ele sofre influencia da cultura popular, no período medieval a melhor saída era respeitar essa forma não conseguiram impor o que a elite queria, por diversos fatores.
Século XVI (16), O movimento é mais coeso, eles queriam suprimir os católicos precisavam parar o avanço do protestantismo, e agregar os pagãos a sua fé.  A reforma é acultura popular, cristianismo, vai conseguir chegar, eles vão conseguir suprimir esses vestígios. Tem que entender o que é popular, é oficial o radicalismo é dos seguidores  de Lutero. Eles vão condenar os abusos do Clero, ai os católicos reformulam a religião.
Os protestantes  possibilitam a leitura da Bíblia, ela supri em troca de leitura, a partir da possibilidade que prevalece  o latim ocorre a alfabetização da Europa protestante. A colonização católica e a protestante.
COLONIZAÇÃO PROTESTANTE:  Índice de alfabetização bem maior do que  as dos católicos, levar ter fé é o conhecimento da Bíblia, precisava aprender a ler.
COLONIZAÇÃO CATOLICA: A fé leva a igreja ao conhecimento de Deus, alfabetização de católicos é menor, as imagens fazem parte dos católicos.  
No século XVIII (18), no Brasil, não chega a alguns locais, estavam ligados ao catolicismo à alfabetização. Não significava que não tinha acesso aos ensinamentos. Ler e conhecer a Bíblia fazia parte  da sua fé, grande parte  começou a adquirir dentro do protestantismo. Os católicos ainda ficaram concentrados nas mãos da elite os sacerdotes, a cultura popular protestante é o da palavra, a católica estava resumida com uma cultura de imagem não tendo da leitura e vai precisar se adaptar para chegar a essa cultura popular.

Elementos reformadores: rituais, imagens e textos,

CATOLICOS: Imagens
PROTESTEANTES: texto



2º fase: 1650-1800, as elites começaram a se concretizar ainda mais. Protestante: 1650, popular, resistem a partir daí, se torna esporádica, a prevalência a cultura oficial depende das regiões em lugares de difícil acesso, ainda resiste. Papel maior dos leigos não ligados oficialmente ao catolicismo, para atrair mais dentro da reforma.
1º fase: movimento sofre resistência da cultura popular.
2º fase: Não é a consolidação dessa reforma.

06/03/2014

SEGUNDA-FEIRA
A CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE
- ALLAN PINHEIRO DA SILVA

TEXTO:

Lebrum, François, “As reformas  devoções comunitárias e piedade pessoal” In Chartier Roger (org.). Historia da vida privada: da renascença ao século das luzes, tradução: hildegard fiest. São Paulo: Companhia das letras, 2009, p. 76, 112.

DEBATE sobre os protestos

Antes do professore entrar no assunto ele achou necessário haver um debate sobre a conjuntura atual do Brasil, relacionado sobre essas manifestações de 15 de março de 2015, contra o governo Dilma e a corrupção. Do debate extrai esse texto que apresento agora.

É referente sobre a conjuntura atual, sobre os movimentos ontem, em todo o Brasil para voltar ao passado tem que ir para o presente, não é uma posição partidária. A grande quantidade não era uma massa, a maioria não era pra reivindicar, era pra fazer  números . mesmo assim a reivindicação de Impeachment é valida, é legal.  
Falou-se que a burguesia leva as massas e faz a cabeça deles. Para alguns o movimento de ontem ficou a deus dará, desorganizado cada um para o seu lado. É democrático é também não votar é uma ato democrático segundo um aluno, mas muitos estavam ligados  a grupos, e muitos se corromperam.
CORRUPÇÃO: Ela de forma individual, José Carvalho escreve um artigo no século XX, corrompia-se não se citava o individuo, se falava no sistema. O império não ajudava a maioria. Na década de 20,30, começa a se individualizar a questão da corrupção, isso é um problema porque se concentra num individuo.  Também o professor citou a frase, ele é corrupto, mas faz isso não pode existir. O problema de individualizar a corrupção e de que   a culpa não fica sendo do sistema, então nunca modificará a  estrutura social política.
A estrutura cultural e política, na conjuntura de beneficio, que se organizou, os homens. Na época do Brasil colônia, os Homens bons as leis eram todas em seus benefícios. O liberalismo ligado a realidade cultural, também não foi popular beneficiou os grandes capitalistas, não se via os pobres tendo acesso a educação como hoje.
Pensar no retorno da ditadura é complicado, mas a conjuntura pode modificar. Mas o movimento é legitimo, é necessário pressionar o  nessa pressão da conjuntura. Sem igual, desde 2013. A maior manifestação foi em São Paulo, onde a Dilma perdeu mas não significa que seja a realidade  que a mídia coloca.
CLASSE MEDIA ALTA:  O grupo encampou, esse grupo tem um acesso para além da leitura, e da tradução da palavra. O acesso a educação ainda são levantadas as informações, circulam, mais ainda não são convertidas em conhecimento. E pensar numa função critico de conhecimento, aquele que não consegue interpretar, existe o analfabetismo funcional.
Existe corte na educação nesse governo, o governo dom estado,  não pagou o piso em janeiro, fevereiro e março, e nem vai pagar e os jornais não publicam isso. O objetivo  do historiador é problematizar a documentação.
Falei que vi uma moça dizendo que não podia mais ter empregada domestica porque a Dilma tinha dado os direitos a elas.  Podia ser uma montagem, mas é isso que eles estão pensando, realmente.











TEXTO:

O principio básico da reforma protestante  e a leitura. Portugal e Espanha e suas colônias toda a América ibérica, e saxônica o disparato é muito grande. Qual a característica básica do cristianismo? Ele é pessoal, mais é também coletivo. A relação do individuo e a ordem em torno da Igreja o Cristianismo se desenvolve e se adapta a estrutura moderna.
Essa mudança permite o maior controle sobre os seus fieis, que é pelo sacramento batismo, crisma e eucaristia, casamento e a extrema unção, nesse momento ela mantém o controle no sentido do catolicismo. Da contra reforma católica.  Para o católico tem a relação com Deus através do sacramento  e do clero, para o protestante é direto com Deus. A igreja passa a rever os seus dogmas, a critica de Lutero pode levar uma cizão   do cristianismo diversos estados querem romper com o catolicismo.
Qual é o momento em que nos podemos ver essa contradição dentro da Igreja católica? Entre o coletivo e o pessoal! E a missa o momento da expressão. A missa é a contradição  acontecia que o fiel não entendia nada o que ele estava fazendo ai. A missa é esse espaço, mas o sujeito expressa a sua forma espiritual. Mas a missa era uma forma de controle do fiel, existia o dia que eles não podiam faltar que era o domingo.
Não vai a missa se pensar logo que está virando protestante. A reforma realmente começou com Lutero, mas varias pessoas contestavam os dogmas da igreja como, mas nenhum consegue modificar a estrutura como Lutero, não era que ele seja o primeiro, começa a crescer o mundo de hereges. A conjuntura rompe com a estrutura católica, no século XVI (16), possibilitou esse  rompimento. Sergio Buarque de Holanda fala que Lutero não queria criar uma nova religião, ele quer reformar a igreja, foi excomungado, e essas teses vai interessar a    príncipes na Germânia..
“A maior senhora feudal da época era a igreja católica”. E daí, se desdobra para Calvino, após o concilio de Trento ela vai passar a reformular a missa e seus sacramentos, conhecidos como a contra reforma. Modificado o latim para diversas línguas, mas não é na mesma lógica da reforma protestante. A reforma protestante tem  varias vertentes e corrente. Muito diversificada de região para região.
Ela se deu a cena da Bíblia. Os católicos não dão o acesso a Bíblia, o maior medo é não possibilitar o domínio da Bíblia porque eles temiam e acreditavam na subversão aos dogmas da igreja, os dogmas poderiam ser contestados. Possibilitar aos fieis uma participação maior no culto, possibilitar isso aos fieis era possibilitar o maior controle sobre os fiéis. Os sinais ocorrem hoje, e ontem, mas o Clero que decide quais as partes que vai ser lida para manter o controle.  

IGREJA CATOLICA: Usura condena é o lucro a igreja condena o lucro ele é gerado, não utilizado, para as pessoas. Sem tem um casa e recebe para  alguém morar lá não é pecado, não é usura. Se vende comida também não é. Mas se empresta dinheiro e recebe os juros é usura é condenável.
Agora  se tem 50,0. Empresta 25 e vai querer 30,0, isso é pecado, a pessoa não come ouro. A salvação de católicos está na igreja o padre é o entre posto entre a salvação e o elo de ligação entre o sujeito e Deus e a Igreja.

CALVINO: A usura  já não é problema, o trabalho quando fica rico, é porque ele é predestinado. Quando alguém contestar eu trabalho  mas  não conseguir a ascensão é porque faltou a predestinação. Ou seja os elitos de Deus quem trabalha e produz a riqueza são os leitos.

  
Os católicos esbarraram no índice baixo de alfabetização. No protestantismo a salvação é a Bíblia, daquilo que ele Le. Hoje nos caracterizamos  os protestantes como os evangélicos. Para a igreja católica o que  importa é o clero que possibilita a reflexão. A igreja é o instrumento mesmo com as imagens, mas ela utiliza mais ainda as missas.
O PROTESTANTISMO: Não é dialética o cristianismo é dialético, tanto protestantismo quanto catolicismo, mas o elo de ligação no catolicismo é a Igreja, mas existe o culto nos dois. O protestantismo avança numa estrutura  de combate ao catolicismo. Era para reformar, por isso mais difícil.
CATOLICOS: na idade média essa ideia de romance que se vê em filmes não existia isso é mais para hoje. O casamento era pra procriação. Quando não  se chega a esse elo não se pode concretizar, a mulher era só para reproduzir.
CRITICA PRINCIPAL: Que é a cobrança de indulgencias, na salvação da alma, deixava para a igreja os donatários. Mas o funeral tem diferença, entre as classes tem as mais abastardas no século XIX (19), as famílias mais ricas com um arsenal de ritual mais elaborado.  As pessoas são enterradas dentro da igreja, O poder público cria os cemitérios, mas as estruturas ainda ficam, constroem sepulturas, iguais às igrejas. Tem a possibilidade de uma boa morte, as peregrinações que são individuais mais também coletivos estavam vinculadas a adoração aos santos.



Características da reforma protestante:


1-Justificação pela fé
2-Sacerdócio Universal (qualquer pessoa pode ser)
3-Autoridade da Bíblia


O que salva é a crença em Jesus Cristo, visto dos católicos são suprimidos pela adoração aos Santos.  E hoje é motivo de conflito lembram o bispo chutando a imagem da Santa Nossa Senhora.
CULTO DOMESTICO: oração individual através das leituras  chega-se até Deus a Bíblia é da família ela e deixada como herança a leitura é organizada pelo pai, dentro da família. Se  dá do pertencimento, a uma paróquia dá a possibilidade de todos poderem ser sacerdotes.
SACERDÓCIO:  É a autoridade veem de conhecimento, esse posto é essencial, porque quebra com a estrutura da Igreja qualquer um pode discutir a Bíblia, e levar a conhecimento da Bíblia.
ADORAÇÃO:  apelo a conversão o que salva é que a Bíblia ensinamentos chega a esse conhecimento o sermão do pastor se dá pela Bíblia.
DOMINAÇÃO: Através do ensinamento controle da justificação pela fé, não deixa de ser um aparelho ideológico. O coletivo no catolicismo foi vencedor, no protestantismo não.




11/05/2015

Segunda Feira
Allan
A Construção da Modernidade

POS B1


Atividade FILME Giordano Bruno
Baseado em fatos reais

Ele contesta o estado moderno absolutista e a matança promovido por eles e pela igreja católica.

A inquisição pera ele, ele ensina memória
Ocorre em Veneza, ele tinha 44 anos
Ele era escritor e filosofo
Falavam que ele fazia magia mas ele promovia a arte da magia
O rei Enrique mandou ele ensinar rainha Elizabeth
Ele abdicou e prometeu mudar de vida, mas depois falou que  era apenas para poder continuar
Diziam que ele era um mago
Natureza o universo era governado por uma profunda harmonia
Ele propõe uma nova concepção de homem
Estudantes ou alunos dele querem ele livre
Conspiração, a Igreja e o papa fazia acusação
Ele diz no tribunal que quer ser um filosofo e não teólogo
Depois foram interrogar ele pelo método da certo a  “tortura”
Em vista que ele rebate a acusação
O fi9lme se passa depois de Lutero
Ele é muito amado pelos alunos
A igreja pé contra a ciências humanas, a filosofia etc.
Ele quer reformar a igreja, ele queria reformar o poder da igreja
Foi condenado em 1960
Ele consegue falar com o Papa
No final ele me queimado
Mas no final um sacerdote fala para o carrasco que a morte dele não tem haver com a igreja porque nos não matamos, seguindo o que ele queria e criticava mas queimaram ele





18/05/2015

Segunda Feira
Allan
A Construção da Modernidade



A Construção da Modernidade
POS B1

OBS: tem que colocar o capitulo do livro na bibliografia.

DELEMEOU, Jean “Um Enigma Histórico a Grande Repressão da Feitiçaria” In Historia do Medo no Ocidente 1300-1800. Uma cidade sitiada, tradução Maria Lucia machado, São Paulo: Companhia das letras, 2009, p 523-547.

O que é um debate historiográfico, o que quer dizer ?

R= É pensar a diversidade dos autores, que debate a temática. É fazer um cruzamento das  idéias e fazer um debate.

Perry Anderson fala de Marx e Engels numa linha marxista, o absolutismo é um novo instrumento da burguesia, tem o exercito regular, burocracia estatal, para  Engels é uma pedra angular é um balanço Não é burguês, mas não é mais feudal. É uma nova carapaça da nobreza feudal, para controlar a nossa configuração mais ainda não é capitalismo.
A questão é formada por mercenários, chamaram um exercito de fora, eles fazem o que são pagos pra fazer,  não eram doidos de armar o camponês. FISCAL E BUROCRATICO: Marx já considera como burguês, mas Anderson, diz não, é ainda, ainda tem segmentos feudais, ou traços feudais. 


DEBATE DO FILME GIORDANO BRUNO

Eles querem mostrar o debate das idéias, a uma repressão o filme é da década de 1970, a URSS fala em socialização , eles pegam trechos e da memória, não isso, eles pegam o final da vida dele.  Eles estavam com “medo”, das idéias, que estavam se difundindo, o problema é apagar a figueira queimar é fácil, difícil é apagar a figueira, depois e o levante de idéias que iria chover sobre o comportamento da igreja.

Há uma diferença entre feiticeiro e Mago!

Iluminismo; a idéia de ATEU  vai se propagar com as discussões do socialismo, grande parte dos iluministas eram deistas, que acredita em deus ateu não acredita.

FEITIÇARIA: A MULHER em diversas culturas, sempre está em  posição de submissão, a menstruação   indicava  para a procriação e o casamento, em diversos cultos a mulher é vista como o ato de menstruar como uma forma de punição.
Na judaica, a Eva as religiões colocava a mulher sempre nessa condição, no século XV e XVI  a mulher solteira era associada a prostituta, hoje tem uma independência , antigamente   se ela se encontra desamparada, e a relação que vai se estabelecer é a essa condição, está sem ninguém, a leva a ser uma mulher da vida.
A mulher que casa não está ligada a toda a classe isso é perspectiva das classes altas. Ela pode engravidar de alguém, antes é desamparada ela vai buscar o seu próprio sustento, Hoje são conhecidas como prostitutas.
 A Ameaça a igreja é aquilo que vêem contestar os dogmas da igreja. Galileu contestou, mas abjurou, mas ficou a idéia mas foi suprimida. A uma transição da antiguidade para o medievalidade. A partir do século XII, há um salto nas atividades mágicas, contradiz os seus dogmas, é a heresia, o conflito de culturas, a pagã e a cristã.
Problema na aldeia, na colheita eles ligavam isso a bruxaria, e estavam ligados a mulher. O Filme o Nome da Rosa a mulher associada ao diabo. Grande parte da mulher perseguida, estavam ligado as classes baixas, aos pagãos. E a própria condição histórica da mulher é uma condição de submissão,e que trouxe mazelas para a sociedade. A questão relacionada MULHER EM QUE A CULPA FOI DELA POR O HOMEM SER EXPULSO DO PARAISO.  
No século XIV 14, a inquisição vai se intensificar, contra essas praticas mágicas, modificando praticas diabólicas e heresia. Por essa confissões ,  dessas pessoas através da tortura, e dificilmente conseguiam resistir.
No século XV 15, o aumento da repressão vai crescer, o medo referente a feitiçaria, a cultura popular está ligada a mulher, ela vai ser a principal perseguida. É bruxa porque há vestígios, na ladeias, eles pegam os suspeitos, fazem uma investigação. Hades não é inferno, no Hades quem morri ia para esse local, não  é condição de ser bom ou mal, alguns ascendem ao Olimpo, como no caso de Hércules, mas não é todos que ascendem, só alguns. O inferno é uma criação mais cristã. (Hades é o mundo dos mortos)
A condição histórica da mulher  como feiticeira, hereges, vai ter  uma contenção nas reformas, religiosas, século XVII 17 e XVIII  18, por conta do conflito religioso. Se houver problema, na colheita entende –se através de execução do mal da feitiçarias, mas no protestantismo também vai criar esse medo. Exemplo: “As Bruxas de Sallen”.
O ESTADO ABSOLUTISTA  vai ter um maior controle sobre esse comportamento passo de publico para privado. Na idade media, a defesa da feitiçaria ocorria de forma livre,, no renascimento, o estado intervém cronologicamente. Nesse processo de caça as bruxas século XVI 16 e XVII 17, as guerras religiosas no século XII 12, contra as praticas pagãs no século XVI 16 e XVII 17 contra a heresia. E contestando os dogmas da igreja eles são perseguidos.  
Católico ortodoxo, a perseguição é menor, a origem ligada aos camponeses não podemos considerar a feitiçaria como um motivo de miseráveis de camponeses, havia entre as classes altas também.
Qual quer que podia acusar alguém de heresia, no século XVI 16 e XVII 17, no Brasil acontecia feitiçari8a e bruxaria, e nesse caso é diabólico. 



25/05/2015

Segunda Feira
Allan
A Construção da Modernidade
 SEMINÁRIO


Grupo 1
Sistema Absolutista e a centralização do poder a Igreja perde poder e o rei fica absoluto.

Acumulo de capitais; acumular capitais era rica a nação que acumulava capital.
Balança Comercial Favorável:
Monopólio: privilegio exclusivo de uma área e produto 
Protecionismo: tarifa alfandegárias, de uma área produtiva.
Intervencionismo: Intervenção do estado do rei, sobre a importação e exportação.
AS MONARQUIAS: Fazer a riqueza o poder do pais é justamente do que ele retém, ela faz com que a riqueza fique concentrada no pais.
MERCANTILISMO:  SECULO XVII (17).  
CARACTERISTICA:
Metalismo  acumulo de matais preciosos
Desposta esclarecido: Eles tomam as idéias e métodos  1 século antes, absolutista a mercantilização. Ex; marques de Pombal expulsou os jesuítas, e criou um banco me um comercio com Portugal.   

(lembrando que o professor criticou esse grupo, porque eles fugiram do assunto vieram com outras fontes e deixaram o texto principal de lado, o objetivo era superar o livro didático e eles vieram com fontes de livros didático. Foi um vexame a apresentação)

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 Grupo 2:

TEORIAS MERCANTILISTA:


Novo Sistema Econômico 3 sistemas
Mercantilismo comercial: priorizavam o produto alimentício, motriz, Cobertismo, (Frances Cobert). Promovia volume de exportação  maior que importação.Defender o fortalecimento do estado. Ancia de poder, do príncipe e o estado existia uma vontade de poder, por grandeza e riqueza.
Doutrina se apresenta de forma agressiva ao estrangeiro, guerras religiosas, de dinastia etc. Balança comercial favorável, se está favorável quando se exporta mais quando importa. Monopólio Comercial: e a exploração sem concorrência.
 TEORIAS: Apologias ao trabalho e aduaneiro, é cobrança de alguém tipo de importação.
1=>Balança  comercial favorável
2=>Espécies: Ouro prata pedras preciosas, de manufatura e exportação.
1=>serie de estratégias econômicas, na idade moderna inclui protecionismo instituições nacionais.
DOUTRINAS ECONOMICAS: Mercantilismo do feudalismo para o mercantilismo de forma natural, num processo de séculos. E depois vai impor o capitalismo a idéia iluminista etc. para o pais ser rico, tinha que ter a maior quantidade de ouro e prata ou pedras preciosas.
Coubertinsmo: era bom para o pais outras pessoas queriam mudar esse sistema mercantilista, mais tarde vão ser os iluministas, já havia o plano  de liberalismo econômico. Adan Schimidth, o liberalismo econômico a política se separa da economia  livremente.
Origens do Liberalismo econômico: a teoria da balança comercial favorável e de liberalismo, há como contradições, o objetivo de mercantilismo era reter toda a riqueza, não era a intenção fazer a riqueza circular, eles derrubaram as teorias de mercantilismo queriam que a riqueza fizesse pó giro de capital. O trabalho ainda é feito pelo trabalhador século XVII (17), ainda não é salário.          



(lembrando que o professor criticou esse grupo, porque eles fugiram do assunto vieram com outras fontes e deixaram o texto principal de lado, o objetivo era superar o livro didático e eles vieram com fontes de livros didático, foi um vexame a apresentação )


Explanação do professor:

“Chama a atenção A dificuldade de entender os autores, o suporte não pode suprimir a idéia do autor”

ESTADO ABSOLUTISTA: União da burguesia com o rei; não está no texto isso, o autor não relata essa discussão, que é Perry Anderson. O absolutismo é uma carapaça da nobreza. O mercantilismo é o modelo  Frances e Inglês,  o que deu certo, as bases do mercantilismo vêem do tempo medieval, tinha o controle do mercado dentro do seu feudo.
Tem  os antecedentes medieval ( o texto vêem para dá uma base para nós). O mercantilismo em sua emergência é a acumulação de ouro e prata, com o rei, vai se fundamentar a exploração desse ouro.
O estado absolutista consegue concentrar, essa acumulação, ai vêem o Coubert, ele vende as manufaturas, , se não tem colônia a França não produz manufaturados, a nobreza não trabalha ainda não mudou essa mentalidade.
Inglaterra nacional e empírica acumulou ouro e prata, a Inglaterra se torna a maior economia no século XVIII (18), na Inglaterra o estado investe enquanto na frança não, eles guardam  o  seu dinheiro.
O inglês começa a investir e empresta dinheiro tanto que aqui a Holanda queria entrar nas colônia, eles compram o açúcar  transformam e vendem em troca de ouro e prata. O importante é saber a essência de que se está na frança os teóricos são burocratas,  o rei, na Inglaterra são os comerciantes para o estado. Que é mais aberto, Coubert, e a principal teoria do mercantismo é Coubert, e a principal, teoria do mercantilismo.      
Na França o poder do príncipe fortalece o príncipe na Inglaterra a  estado, medidas aduaneiras, o comercio e os comerciantes,. Por isso o poder do estado é importante ele vai desenvolver o estado vai dá condições.
Karl  Marx  vai falar que é a acumulação primitiva de capital, quando eles pegam o ouro e acumulam na Inglaterra.
França de uma forma e Inglaterra de outra, a acumulação de riqueza nas Inglaterra    vai ter um desenvolvimento, as teorias olham o cenário só acumulativo não é o eficiente, o importante é a manufatura e tudo que possibilita a produção, se não produz só exporta. E vai esgotar as divisas de ouro e prata.
 Ele acumulou capital, mas não consegue com a produção de riqueza, cai vêem o liberalismo se não investe a moeda vai embora, ela some, ela se forma de maneira diferente, o mercantilismo.     



01/06/2015


Segunda feira POS B1
A Construção da modernidade
Prof Allan Pinheiro

Seminário
Sebastião                                                                                                  
Ketno
Claudio Santana
Nilton

 CONCLUSÃO DO PROFESSOR:

O iluminismo VEIO FORTALECER A IDEIA DE REZÃO, ENTRE  religiosidade e ciência. Não estamos na idade media,  estamos no século XVIII (18), a igreja já está limitada na século XVII (17) ela já não está com toda a força.
PROCESSO DE PUBLICAÇÃO:  já tema imprensa de Gutenberg,  no século XVI (16), ele já começa a se diferenciar ela se expande a ampliação da leitura da Bíblia também. A enciclopédia foi veiculo de divulgação , sim pela imprensa de Gutemberg, ocorreu em um tempo longo, em 20 anos era a difusão  do conhecimento daquele tempo, levar a humanidade pela progresso que se desenvolve  o positivismo.
Desde o renascimento e  o iluminismo já nos influencia. E a perspectiva  da temporalidade, não pode haver anacronismo, tem ruptura e continuidade. No iluminismo a igreja já não tem tanta força de apresentação, em 1740 é o marco a enciclopédia  é um marco o pensamento se reúne nessa idéia de progresso, dentro dessa linha de pensamento a repressão pode acontecer por partir do absolutismo, se reuniam em salões   uma elite que não é burguesa, e os Clubes de pensadores.
Essas ideias vai motivar a conjuração baiana, a Inglaterra já passou por um processo de reforma religiosa, há um rompimento por conta da própria reforma, não pode dá  a ideia de que não pode comprar o sujeito das classes subalternas não vê fora isso como uma necessidade, fora o protestantismo, mas ele não vê o livro como necessário  no século XVIII (18), não fazia parte do meio cultural, as idéias faziam parte de um determinado ciclo sim, depois  no século XIX os jacobinos queriam universalizar o ensino.
ILUMINISMO:  É um livro paradidático, tão acadêmico que as vezes nos não entendemos, ele ditataliza a leitura. O iluminismo 1=palavra 2 =sentido 3=metáfora. 1= a ideia é uma criação dos pensadores do século XVIII (18). Eles não de denominaram nos somos os iluministas (perspectiva de secularização). Siguinificado  (cuidado com mo livro didático), ele vai didatizar como a frança vai entender (ordem ou estado). ELA ENTENDE  como  estado cultural, que está circulando. A Alemanha esclarecimento tem ideias empíricas e racionais. Na Inglaterra Moral e econômica. O termo é um em cada região,mais vai ser entendido a perspectiva da luz a valorização do racional, em relação ao religioso.
O iluminismo é uma dialética contraditória,  ele tem um principio na religião, na própria igreja.Em 1770, ele pode recuar, um pouco, mais até 1740 , o marco é a Enciclopédia e  o marco final a revolução francesa. 
Não fala do nacionalismo, inglês, mas fala da Europa, a Alemanha a França a Inglaterra se caracteriza o discurso  iluminista, para eles não pode entender de uma proposta de ideologia burguesa, se não descaracteriza, parece que todos vão jogar nessa lógica, uma mentalidade de ruptura de classe, media, burguesa, vai se apropriar desse discurso veem de um publico  letrado, exemplo: Rousseau,Montesquieu,Diderot.
A ideologia política vai ser apropriada pela    burguesia compreende-se a lógica depende da analise teórica do outro marxista, culturalista  depende da perspectiva metodológica. É importante a ideologia de historia total, para entender o conhecimento da razão, esses números com eles construímos na religioso, é dado por Deus, a empírica observa e explica o ciclo da natureza.
O conhecimento veem da própria religião, não significou que romperam com o pensamento religioso, a igreja também utiliza esse conhecimento, eles se apropriam de outros conhecimento só o que é revelado por Deus. Não tem o rompimento e esquecer tudo o que tem os iluministas separam essa perspectiva a da revelação e a da emanação, por isso o conflito da religião.
Thompson discute a formação da classe operaria no século XVIII (18), a religião influenciam os operários, a tarefa do iluminismo é fazer o balanço é a divulgação desses meios  letrados não era todos.
Perspectiva predominante é a do romantismo o iluminismo e a razão pura, os romancistas critica a ciência não responde os anseios, a critica dos romancistas tem os deístas, acreditam em Deus, como uma lógica universal, ele não interfere, o limite da aceitação do racionalismo iluminista não é papável, para todos, o nacionalismo se contrapondo ao sentimental, para o iluminismo a razão como busca da felicidade os românticos no século XIX (19), a razão leva o progresso humano para os iluministas.             




04/06/2015
Prof Allan

A Construção da Modernidade

As Origens Sociais da Revolução Francesa

Ocorre a transformações historiográficas, a população aguentava mais esse período da forma como viviam, não é só estudar as mudanças econômicas, a igreja perde as sua singularidade,  na revolução burguesa do século XVII (17). Karl Marx 1=Aristóteles, além de poder econômico esta que explicava 2= Revolução inglesa nas sociedades europeias.
Burguesia alimentava o privilegio do grupo. Nobreza feudal, PROFESSOR: estrutura do debate, apresenta os autores mesmo que seja do entendimento tem que estar na ordem da ABNT. Questões sociais, procurava compreender a revolução Inglesa partindo do momento inicial, é uma questão historiográfica isso é a grande sacada talvez é a nobreza e mortos, da transformação e a nobreza revolução ao grupo não é movimento dentro de um contestamento historiográfico.
Quem está movimentando é a nobreza que está perdendo Holf acrescenta “store contest”  exige uma questão econômica, tinha muito gasto. Justo com a rei, meio tudo, uma nobreza, ela corrompe, mostra uma riqueza, ela vai de um nível local para o ser nacional e arrecadação de dinheiro, é uma nova carapaça do poder da nobreza.
Vamos debater a historiografia, compreender a metodologia de debate historiográfico, ele é uma referência metodológica pega o autor, e vai apontando sobre qualquer autor, pega de autores, de varias épocas, e ele discute a revolução inglesa. Cristofer Hill é marxista, ele debate dentro de uma linha marxista, esse movimento  veem sim de uma burguesia Thonpson diz que ainda não, a burguesia não considerava isso como burguesia, é patrícios, e plebeus, no século XVII 17, não tem ainda na frança a questão de trabalhador.
Quem é esse povo? (ele gostou da pergunta). Ele tem uma participação não está alheio o povo naquele momento no século XVII 17, era aqueles que podiam votar, aqueles que tinham propriedades comparar o povo dessa época com o povo de hoje, é anacronismo Crowell era puritano, uma base a nobreza deslocada, outra está a nobreza a noção de povo é importante, mas é só quem tem propriedade.
As composições sociais não são tão claras, quanto aparece no livro didático,  no século XVII 17, é muito sedo, trabalhar com a burguesia  e proletários. Ainda é uma condição de servidão. O capitalismo da forma de produção ainda não é assalariado, produção segundo os marxistas, é quando um sistema de produção, é predominante no século XVIII 18, ainda há características do feudalismo, o capitalismo e a transformação para a mão de obras, mesmo que saia do campo, para as cidades a maioria está no campo.
No capitalismo, ele não tem mais nada, ele vende a mão de obra no feudalismo ele ainda tem a terra, depois ele passa a renda de dinheiro, no inicio do século XVIII 18, começa a crescer, os campos começa a modificar as relações de trabalho modificando bem a terra, não é mais comunal, só a terra não vai sustentar para sempre, vai haver um  deslocamento eles vão parar nas cidades, é como o exercito de reserva que se formou, a partir daí, é o marco para se passar o capitalismo.
Burguesia a partir que ele explora a relação de trabalhador, para os marxistas a classe mais comerciantes, as nobreza, que é mais resistente, esse momento de transição Crowell é mais radical, fica  50 anos no poder, apoiado. Cristofer Hill é o principal historiador da revolução inglesa, as transformações nas relações, as lutas de classe vão explicar a revolução inglesa, porque não está configurado as classes, na revolução francesa, sim já foi uma perspectiva de um projeto de domínio realmente, é a burguesia que quer esse poder, que é a nobreza, Inglaterra, não pode dizer que é uma burguesia.
Classe Thompson de faz na experiência, não é conceito abstrato, ela é experiência, ela ainda está em processo ela é social, o pobre não se identifica com proletariado, essa Thonpson, levanta , o proletário não é igual o que o faz, é a experiência, e a figura a da França, não é mesmo dizer que Belém é o mesmo de hoje.       


15/06/2015


A Construção da Modernidade
Prof. Allan
Seminário:

As Origens Culturais  da revolução Francesa

Roger Chatier:

As revoluções francesas e o iluminismo tem como estudo a revolução francesa, se conhece o obra de Daniel Monet. Os iluministas procuram uma paternidade que foi o iluminismo, uma. As origens  da revolução e os outros teve muita origem em Taine, “ Porque Marx diz que o iluminismo é uma ideologia da burguesia” . Na metade do século XVIII 18, homens letrados assumiram o poder, uma ideologia da burguesia teve importante entre a aristocracia,. Clubes e associações, de senhores VXIII, 18.
O que  é o iluminismo? Critica o fanatismo religioso, a minoria, era a burguesia, eles criaram outras indagações.

PROFESSOR:
O que a ciência procura responder dessas perspectiva classicista, procura entender através da método empírico, com a natureza,é composta e nos vivemos nela, contribuição do classicismo, é abstrato,  a racionalidade  nesse sentido, é através da observação, para esses pensadores. 
No século XVIII 18, não são todos recebem essas idéias um grupo de letrados, o camponês não recebeu Chatier é da 4º geração da escola do analles, uma busca de explicações históricas para esses historiadores, já não explicava as historias, o Brodel, década de 60, esse termo não consegue mais explicar para trabalhar mentalidades. Porque a cultura é mais complexa.
  A idéia de representação o mundo costuma de formar abstrata, mas de forma dos grupos interpreta de uma forma,o descaso do governador, que é da classe dominante, o positivismo, é um olhar dominante, não finalizar, a historia, os grupos estão ai, eles pegavam o iluminismo de Monet, e o olhar dele, é o principal explicação, sobre o tempo.
O iluminismo e o descaso necessários, para a revolução francesa, ela começa com uma minoria, e depois se difundi , as origens da revolução  francesa, é o iluminismo, Perspectiva historiográfica a revolução francesa, entende a percepção entende o fator partindo, do final e não de inicio, olhar a revolução, pré consolidada, se parte da forma para entender o inicio e encontrar uma origem e ela está no iluminismo.
Ele recorre a Fuko, perspectiva de genealogia, a origem vai homogeneizar o processo antes de encontrar já está lá, mas ele discorda e a genealogia  precisam entender a causa mas a situações não é o aquilo que é maior, o que se construiu socialmente, ele vê um autor, grupos sociais a coroa, da formação, se já, está tudo programado, tira-se o projeto não estava pronto e acabado, temos que entender com versões de que está sobre esse tema.
Ele vai entender a revolução a partir do iluminismo,a revolução foi conjunta, de revoluções, que levou a queda da monarquia, depois, eles pegaram uma idéia dos iluministas,  (analise, historiográfica), tem que pensar como o autor está se posicionando, ele pega dois autores, pega Taine, empiricista, revolucionário, a perspectiva racional já vinha cirando a revolução.
O que mais se aproxima é a leitura de Taine, leitura  mais generalizada, já existe o espírito, revolucionário, e perto do que ele debate, as bases sociais, é diversificada, ele é burguês, porque essa revolução se dá para esse grupo, ele diz, que não é uma conspiração da burguesia.
Toque Ville vai viajar, é mais paradoxal tem uma sinterização,  que leva a ruptura dessa monarquia, ele atribuía, a possibilidade ação, fora numa administração publica, ele centraliza o poder, e não tem mais esse debate de intelectuais junto dele, ele possibilitou a expansão ele produziu a sua própria derrocada, quando  esse espaço administração publica  se separa, e eles começam a projetar uma conspiração.
A política se separou da administração não para outros, círculos, sociais, e debate públicos, agora é fora do governo, segundo Toque Ville, a própria monarquia vai possibilitar quando ela suprime as assembléias chega de debate, ela afasta e acaba dando a possibilidade desse debate.
As administrações publicas era centralizada, pela monarquia, depois pelos letrados, a maioria dos letrados politizam  o pensamento Toque Ville, para ele o iluminismo não é exclusividade burguesa, a consciência histórica repensada a partir desse sujeito, filosófico, porque cultura, política vamos superar  esse envolvendo a política ele pensa a cultura.
 Nem  tudo todos terão acesso  vai estar circunscrito o determinado grupo sociais, nem no  Brasil, o povo tinha acesso e consciência política. O iluminismo veio na leitura genealógica  eles não entendem uma forma de entender, o mundo, diferenciada cultura a partir do grupo, como conseguem a liberdade.   
No século XVIII 18, a revolução precisava de uma base teórica, e não o iluminismo precisava da revolução, ele precisava, de uma base para concretizar a revolução.        



22/06/2015

Segunda Feira
Allan
A Construção da Modernidade
 SEMINÁRIO

AULA ANTERIOR: os iluministas não fizeram as ideias com a consciência de uma revolução, nem tudo o que fazemos é com consciência, ao contrario de Marx que já tinha todo um contexto formado, os socialistas utópicos, ele fez  o pensamento para construir uma revolução na Alemanha. Os iluministas debatiam o absolutismo.

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ESTÁ PRESENTE NOS DIAS ATUAIS

Fala do professor:

(sobre a apresentação do grupo)














Não pode montar o texto, eles fazem na palestra mas não tem a mesma função didática, de uma aula lá geralmente eles leem, aqui é uma concepção mais didática, pedagógica. (faltou a questão didática, se eles leram o texto, e a exposição que é a questão didática, assim é perigoso, para o aluno) eles não falaram eles citaram o texto, ele quer ver se conseguiu extrair um discurso falar lendo o texto não é bom, o certo é colocar os tópicos em cima.
Os tópicos abarca toda a discussão,  em vez de fazer a leitura  fazer ao tópicos que é certo,  é uma observação para a turma.na hora da exposição, é necessário fazer as ideias numa perspectiva  didática. “Esse grupo foi o mais criticado”.




A escravidão não existia  , crianças como trabalho escravo, a escravidão na atualidade, em 2004 e 2005 foi tendenciosa, o trabalho escravo no Pará mas é análogo a escravidão, o escravo era oficial, não tinha o resguardo da lei. O trabalho de assalariado não é escravidão, ele recebe depois, os direito a America é colonialismo, o subdesenvolvimento é mais atual.    O café só é realmente começa a ser produto de exportação no século XIX, o processo inicial a Inglaterra é pioneira, a partir de 1830, 1840, é o processo de expansão a partir de 1820, se expande a partir da Inglaterra, o que ela fornece, é a quebra dos grilhões da produção.
Não conseguiam desenvolver –se com uma capacidade quase limitada, de produzir enquanto tiver matéria prima tem produção, outros países estavam avançados  de forma intelectual, como a França, o mercantilismo foi empírica o homem de negócios poderiam participar na França  o poder maior era do estado, para que esses homens  de negócios pudesse investir.  
O mercantilismo é o acumulo de capital,  primitivo segundo Marx, para ele esse desenvolvimento é a mudança na relação de exploração de trabalho, veem desde o século XII 12 e XIII 13. E os movimentos contrários que é o movimento ludista o trabalho dele antes era valorizado, o Ludi vê a maquina como  ameaça, é o Ludismo, a maquina veem para disciplinar o trabalhador, ele quebra uma relação cultural  e social 
( as terras comunais eram onde se podia caçar, pescar tirar parte do seu sustento). No século XV, 17, essas terras comunais são cercadas, foram criadas leis pela elite, que proibiu ele de caçar, e pescar, nessas terras mas ele acaba indo do campo, começa a migrar para a cidade, de formação  do exercito de reserva, quanto maior o exército de reserva, maior a força de barganha dos empresários.
Ele sai e entram a formação de bens de capital a Alemanha ainda vai ser arredio, a ferrovia é muito grande, para não te dar a certeza de retornar pensava o capital, monopolista, ele cocentra os bens, e o monopólio, e os bens de capital, o capital “monopolista financeiro” hoje o capital é “especulativo”. Ocorre a expansão para a África, Ásia a Inglaterra é eficaz, no controle marítimo, ela é focada desde o século XV 15 e XVI 16, em termo de mudança, na forma de produção, que é a venda da força de trabalho ou seja a exploração.








TERÇA-FEIRA- 
IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS   
-ANDREA DA SILVA PASTANA
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

02/02/2015

Professora:   Pastana
            Império Forças Políticas e resistência

Texto 1: A Interiorização da Metrópole,
autora: Maria Odila leite da Silva Dias 

            O processo de transição da colônia para o império

            Não pode excluir o Brasil do contexto maior dos muitos paralelismo histórico, da sociedades coloniais


“Falta de nexo moral que caracteriza o tipo e a consequente falta nexo moral que caracterizava o tipo de sociedade existente no final do século XVIII e início  do  século XIX”.

“Movimentos incapazes de criar uma consciência nacional”

HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA

 “A crise do capitalismo na Inglaterra, foi um pretexto para a fundação de um novo império português no Brasil”.

“Resta estudar os mecanismos internos inerentes ao processo de formação da nacionalidade brasileira”.

“Ainda não se desgastou completamente de certos vícios de interpretação europeizante”

 “Sergio Buarque não por um processo autônomo, de arregimentação dos nativos a reivindicação comum contra a metrópole”

“O apego demais à luta de classe da colônia contra a metrópole”


“O apego demais à luta da colônia contra a metrópole”
“ A separação foi provocada pelas dissidências internas de Portugal expressas no programa dos revolucionários liberais da Corte”


*Independência do Brasil
*Emancipação Política e a Nacionalidade  
*O processo de Independência e o Nacionalismo
*As independências
*A Interiorização da metrópole e o processo de Independência do Brasil
*Periodização (1822)



-Liberalismo
-Nacionalismo
-Ilustração
-Conflitos entre Elites do Rio de janeiro e regionais
-A Corte Imperial no Brasil e transformações de mentalidade.


Percebemos no texto que a autora lança uma critica de que autores como Sergio Buarque e Caio Prado Júnior não vê como um processo revolucionário a Independência do Brasil. 

OBS Ela discorda desses tópicos abaixo: Emilia Viot
Lusofobia
Papel da Inglaterra
Revolução do Porto
“Crioulos” e “Brasileiros”

Qual o objetivo da autora: nesse capitulo?

R= Ela revoluciona  o processo de independência abordagem diferenciada, ela não entra  no marxismo, e escola dos Analles. A independência vai ser promovida  pelo processo de interiorização da metrópole e o processo de Independência do Brasil, ocorre transformações para alguns grupos sociais.
Ocorre as continuidades e rupturas no processo emancipatório: Dava-se muita ênfase ao papel da Inglaterra, e ao processo de Napoleão em visões marxista, ela é visão externa. O processo  de independência apenas a questão internacional, a vinda da família real e outras revoltas na colônia.
Rompe com o sistema colonial, e a questão política do reino. A diversidade étnica da sociedade e a falta de sentimento revolucionário. Só alguns grupos tiveram acesso ao processo iluminista.
O rompimento deixa de ser um estado imperial português,  para ser um estado Imperial brasileiro. O projeto da elite regional do rio de janeiro   aliado a outras elites regionais foram os vencedores, no processo de independência.


ATIVIDADE: Identificar o processo de independência e os conflitos, ou exaltação a figura de D Pedro I. Qual a periodização, e quantas paginas. Qual a corrente historiográfica mais se aproxima ou você teve mais afinidade e por que.

ATIVIDADE DO LIVRO DIDÁTICO : ( Para o dia 10/02/2015 )

1º ) Sobre o conteúdo de Independência do Brasil. Perceber o numero de paginas que se refere ao conteúdo  de independência do Brasil ?


2º ) As correntes historiográficas e sua influencia neste conteúdo. Que é independência, dentro do marxismo identificar?


3º ) Identificar as imagens contidas neste conteúdo se são analisadas, comentadas ou aparecem em formas de ilustração.









10/02/2015

TERÇA-FEIRA- 
IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS   
ANDREA DA SILVA PASTANA


TEXTO: A Interiorização da Metrópole


Texto a Interiorização da metropele
Autora Maria Odila S. Dias
“ O Processo de Independência  do Brasil” Caio Prado júnior

História Cultural e Gilberto Freyre
História da Mentalidade e Sergio Buarque de Holanda
História Econômica e Caio Prado Junior.



Ela faz três autores e fala a tese dela. Qual a interpretação do processo de independência, segundo Odila falar a diferenciação deles. Depois ela fala da analise. Ela tem uma aproximação com Sergio Buarque.
A crise do capitalismo na Europa, isso é uma citação que ela faz de outra autora.

Maria Odila:  A independência é pelo processo de interiorização e ocorre a transformações para alguns grupo, tinha a falta de sentimento revolucionário por alguns grupos, o projeto da elite regional foi a vencedora.
A autora não vê em Sergio Buarque  e Caio Prado Júnior ela não identifica a independência como uma revolução. Após a independência houve um processo integrado e progressista e uma consciência nacional elitista.  
Levanta a tese de que caio e Sérgio não vê a independência como processo revolucionário. A questão do regionalismo províncias apoiam a revolução do Porto,para a elite era uma ideia conservadora, a divergência é a permanência do Brasil. Como colônia. Não levanta o papel britânico.
Começa em 1808 emancipação política, a presença dessa corte vitoriosa do Rio de Janeiro, BASE TEORICA:  Elites do rio de janeiro a contribuição maior é interna, a questão do liberalismo e nacionalismo tem especificidades no Brasil.    
            A divergência entre os interesses econômicos o sistema conservador entra em cheque se consolidou da ênfase aos outros grupos, sociais e caráter histórico  social. A tese do regionalismo é interessante, a elite externa tem uma continuidade no Brasil, é como se ela permanecesse.


Caio Prado Júnior: A Formação do Brasil contemporâneo; Teve uma falta de consciência moral para identificar uma possibilidade de revolução a independência. Não teve base teórica para um conflito social, é pela questão econômica. Revolução industrial veio de forma tardia para o Brasil.
            O protecionismo  de interesses de comerciantes fala muito da economia. Não teve divergência entre  as classes teve entre os grupos que estavam envolvidos no processo de independência.  O protecionismo de interesses comerciantes, fala muito da economia. Não  teve divergência entre as classes, teve entre os grupos que estavam envolvidos no processo da independência. 


Sérgio Buarque:  herança Colonial e sua degradação. Não  foi um processo autônomo, dos nativos contra a metrópole. Foi a luta de independência entre os Portugueses desencadeados pela Revolução do Porto. Desde 1808 já existia uma subsistência política. É um  conflito civil português, e os portugueses presentes no Brasil.
            O processo de nacionalismo no interesse desse grupo, para a questão interna, grupo social da ênfase a elite interna portuguesa A degradação para Sérgio o funcionalismo do estado da organização e a formação da identidade não tem a criação de uma mudança. Privilegia a mentalidade nas instituições.


Emilia Viott da Costa: A formação do estado nacional não condiz com a independência. Máximos conflitos, em torno da  elites, ela não vê como um processo de revolução, o liberalismo e nacionalismo de forma contraditória. No Brasil tem o nacionalismo de forma contraditória no Brasil, tem o movimento externo, econômico mexendo com o Brasil. A fragilidade dos grupos sociais não tem força desde a colônia.



Lilia n Shuat: A mudança da mentalidade a partir da arte, da literatura que se desenvolveu.


José Murillo: Comparação com independência da America portuguesa, estão compartilhando da ideia de comparação entre a espanhola e portuguesa. O projeto da elite do rio foi vitoriosa. Intelectuais, padres e militares,  muda essa estrutura, muda a mentalidade desses grupos o exercito a marinha era vista como inferior.  
            Tem grupos sociais que não estão interessados, se vai se tornar império, ou Republica, ele querem prevalecer o seu interesse de compra a  venda.


OBS: caio prado e Jose Murilo estão muito presente nos livros didático Maria odilla aparece pouco.







10/03/2015
Império forças políticas e resistência
Andrea Pastana
Maria Odilla

TEXTO: introdução ao estudo da Emancipação Política do Brasil

Crise no sistema colonial tradicional e conservador  e a diferença dos sistema colonial no Brasil. Expansão dos mercados não podia mais ocorrer o mercado restrito, A coroa queria o mercado restrito. Três acontecimentos na estrutura da elite, 1º permanência do sistema tradicional sistema colonial conservador ou tradicional, vai de em contra o iluminismo  e a maçonaria.
O EMBATE DA ELITE E DA COROA PORTUGUESA. Crise do sistema colonial, não é pacto colonial é sistema colonial porque um só se beneficia. E sistema colonial tradicional. Moda o comportamento da elite Emilia Viotti, a transformação do macro, ocorre pelas transformações fora do Brasil. Foi apenas uma emancipação política não foi um processo revolucionário.
Questão econômica, revolução francesa empregados pelos iluministas  por conta  da revolução industrial e o Brasil teria que se inserir nessa. Ele tinha que se inserir se não ele ia parar, os comerciantes de escravos e outros grupos impede que isso ocorra. A divulgação fica apenas num patamar.
Heterogeneidade da burguesia vai ter quem incentive o processo de industrialização, bancaria ela chama de elite dos (fazendeiros café, açúcar). ( burguesia comerciantes de escravos) (Elite urbano industrial manufatureira, esses queriam a industrialização.).  
1-O que é o sistema colonial tradicional? O que o sistema colonial do liberalismo.  2-As idéias da revolução francesa divulgadas pela maçonaria. Tanto o liberalismo como o nacionalismo. A revolução do porto quer o Brasil como colônia

LIMITES DO LIBERALISMO
O COMPORTAMENTO REVOLUCIONARIO

A elite entra em contato quando chega escravidão ela recua tanto para o liberalismo, a escravidão era a espinha da questão ideológica. A carência a maior parte analfabeta. A consciência dessa classe. A diferenciação social não é racial, a elite manobra os grupos Emilia Viotti fala.; não é um processo revolucionário a independência, tanto da elite quanto das massas.
As questões ideológicas complicaram o nosso processo revolucionário ela fala do medo por conta da onda negra, se eles se organizassem, eles a elite estaria perdida. Código penal da colônia  preocupada com os motins, para evitar um processo revolucionário armado  no Brasil. 
Não tinha zapp, mas tinha os portos ligados a comunicação, tem panfletos, não tinha como a elite controlar a divulgação de idéia a partir da oralidade. È equivocado dizer que não tinha comunicação.  Justificar como um processo de comunicação não justifica isso ficar frágil na autora.
Mas Odila trabalha que a mudança de mentalidade, por isso a fragilidade nos movimentos sociais. Ela descarta o determinismo econômico ela dá importância a elite, não há consciência de obras se não ocorreu o processo revolucionário.







TRABALHO:
Para o Centur ou centro de memória 
Escolher um tema transcrever, escolher uma fonte e elaborar um plano de aula e socializar.

Escolher uma fonte transcrever e socializar e fazer plano de aula a essência do documento histórico.  



Temas
Trabalhos desenvolvidos pelos negros
Fuga de escravos
Como se caracterizava as marcas que eles tinham para reconhecer
Ama de leite
Os crimes ligados as revoltas dos escravos




187/03/2015

TERÇA-FEIRA- 
IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS   
-ANDREA DA SILVA PASTANA

É um texto com Visão Marxista

Limites do liberalismo

A natureza do nosso nacionalismo qual seria, a essência desse  nacionalismo e as ideias desses movimentos liberais ?  Eles influenciaram um tipo de nacionalismo que é o anti português na lusofobia. Não temos o espírito, pertencermos ao Brasil. O nacionalismo está ligado a um tipo de português aquele que estava ligado a quem impedia esse desenvolvimento. Na Europa tem o embate entre a aristocracia e a burguesia e os latifundiários. Coisa que não ocorre no Brasil, a burguesia de exploração de escravos , queria manter a escravidão. A população mestiça vai destacar as ideias liberais.
Depois tem a divisão entre brasileiros e portugueses, vai constituir o PARTIDO BRASILEIRO e o PARTIDO PORTUGUES. É um nacionalismo que não quer a liberdade para beneficiar a todos. A população nativa mestiça para Emilia Viotti  é a presença do mestiço, vai aflorar o nacionalismo da disputa entre brasileiros e portugueses. Mas não era para se estender para todos esses ideais de nacionalismo e liberdade  e do liberalismo por isso se diz os limites do nacionalismo.
            O medo da elite era perder a mão de obra, chegar ao poder através das reflexões motins etc. os limites do liberalismo está na questão do nacionalismo entre a distancia entre as províncias, não existia uma integração há sim uma dificuldade  pela distancia,. Da comunicação para divulgar essas ideias. É a questão da fragmentação da elite. A maçonaria é a representação da divulgação do liberalismo, 1808, foi datada a primeira maçonaria no Brasil. A ideia de “igualdade, liberdade  e fraternidade” e também os ideais de escolher os governantes eram difundidos pelos maçons.
            A questão econômica uma ala defendia o federalismo, no Brasil, as ideias liberais que beneficiasse o seu grupo. A chegada da família real se torna uma tradição dobra a manufatura,  cria-se o Banco do Brasil  Biblioteca Nacional a questão militar. Emilia Viotti fala que era o nacionalismo mais para os portugueses, o que seria as ideias liberais e o beneficio para grupos na Europa. E o beneficio da burguesia, contra a aristocracia, no Brasil favoreceu a aristocracia e uma parte da burguesia o que traficava os africanos.  
            A integração não atinge outras províncias a ideia  era varias províncias com ideal de independência, mas essas regiões tinham comercio com a Europa  no lugar do rio de Janeiro. Mas tem vários movimentos que para alguns são considerados revoluções, seja na questão da independência  ou na libertação dos escravos. Tinha interesse contra alguns portugueses não contra todos o processo de independência no sentimento de nacionalismo não houve porque não são contra todos, os portugueses estão relacionados a Portugal.
            A vinda da corte deixa o Brasil na pratica de ser uma colônia para se tornar reino unido. Quando souberam que o interesse era permanecer o Brasil colônia, eles se revoltaram, século XVII, o escravo é considerado riqueza eles eram considerado o maior patrimônio.
A fragilidade das bases sociais, o processo revolucionário das elites tem interesses camuflados   até que ponto eles querem a independência  e a liberdade dos escravos. Não é intelectual é letrados. 1817, pertenciam as melhores famílias da terra. A base da revolução do processo de independência, era os mestiços, escravos “questão agrária grupos”, movidos pela população a Peble. Não havia base intelectual com as teorias de Voltaire, que era o contrato social entre a sociedade  e Russeou.
            Essa base era composta por vários segmentos da sociedade vários grupos sociais da revolução essas ideias foram divulgadas na Europa e vieram para o Brasil. O problema é a questão ideológica nas bases sociais ela está partida, só na mão dos letrados, é complicado lês não tinham conhecimento das ideias. É os mestiços e não os escravos por serem analfabetos.
Os grupos agem de acordo com os seus interesses, a ideia da burguesia contra a aristocracia não aconteceu, há uma dificuldade de dizer quem era os burgueses ( tem burgueses aqui que se sustentava por base escrava. É diferente  no Brasil.
Para Emilia Viotti vai ter um sentimento de nacionalismo, mas vai ter uma fragilidade Ex: Conjuração Baiana  e Pernambucana, esbarravam na condição social, dos escravos, se queriam a igualdade mas não se estenderia até os escravos, eles tinham escravos então, então entravam em contradição a sua luta. Vai haver uma emancipação política, mas o nosso nacionalismo é limitado a nossa burguesia    filtrava de acordo com os seus interesses.
E quem é o brasileiro a ideia de que o mestiço é brasileiro, mas os escravos não eram considerados brasileiros mesmo os nascidos aqui. Nesse período já há ideia de federalismo não era transformar em províncias, mas em estados o que vai ser feito pelos militares. As bases ideológicas positivista conservadoras .

AS VARIAS FACES DA REVOLUÇÃO


Sintetiza o processo  revolucionário o problema foi os vários interesses das camadas sociais e até que ponto quais foram os grupos beneficiados, foi menos nacionalista do que anti metropolitano. Não transforma as instalações em prol da maioria, nessa estrutura social os escravos continuaram escravos. O descontentamento da vinda da Corte ao Brasil, di forma inesperada e inconsequente  e a abertura dos portos do Brasil para o comercio, alguns grupos passaram a ganhar mais com a abertura, outros foram prejudicados. Depois eles sofreram a concorrência e o descontentamento dos brasileiros e portugueses tem diferença a portuguesa da colônia e a da metrópole, as camadas urbanas assimilaram as ideias.
Alguns grupos se beneficiaram,mas outros foram prejudicados, era monofaturas inglesas que vinham, houve o descontentamento dos portugueses do Brasil, para alguns comerciantes não tinha mais o monopólio, mas havia a cobrança menor dos impostos aos Ingleses, e não aos portugueses metropolitanos. Depois dividi-se as da metrópole  e a da colônia, na pratica foi ruim para os portugueses.
É um nacionalismo pautado para os portugueses da metrópole   e de interesses de determinados grupos de manter o sistema colonial, os portugueses da colônia era a aversão dos portugueses da metrópole.    


05/05/2015
TERÇA-FEIRA- 
IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS   
ANDREA DA SILVA PASTANA


Texto Luzias e Saquaremas liberdades e hierarquias

O processo eleitoral comaça beneficiando os portugueses de fora, na ditadura o PCB e o PC do B ficaram na ilegalidade, a energia está no período colônia, para outros, está no período colonial, e para outros no império. E para outros Sá quando o estado passa a existir no período republicano. O domínio de grupos que se adequaram aos contexto  histórico.
Hoje tem outras regaras, para a formação dos partidos políticos, tem o surgimento de vários partidos e ideias, de saquaremas e  Luziadas prevalecendo no Brasil o partido político, tem sua origem marcada pelo sistema colonial ainda no período colonial.
Divergências da organização dos partidos no Brasil devemos estar atento para o contexto histórico. Tinha um domínio da coroa portuguesa, e não uma hegemonia do Brasil, as ideias liberais e de cidadania Emilia Viotti volta a falar de interesses de determinados grupos políticos.
“ A palavra partido está relacionado a ideia partilhar, dividir, os partidos são agrupamento de pessoas que almejam o poder”. “ Os partidos é um dos meios de organizar a participar da política, algo necessário para o próprio exercício da democracia expressa a diversidade de opiniões” “ É essencial mencionar que a noção de partidos políticos cidadania democracia e estados não surgiram subitamente, eles tem uma historia”
No período colonial, não tem partido surge no período colonial, século XVII, tem as ideias liberais, ampliar o poder para o grupo os liberais exaltados surge no período colonial, surge os grupos chamados brasileiros a portugueses, mas não é porque não é independente, o Brasil.
 Oficialmente é o PCB, Partido Comunista do Brasil. A ideia seria de um grupo para entrar, tem que aderir ao programa. O partido brasileiro tem a figura do imperador, e não houve emancipação da província. A partido republicano era ter a ideia de emancipação para alguma a essência da origem está no período colonial.
As ideias, a partir da revolução francesa a ideia de cidadania veem da revolução francesa, José Murillo de Carvalho o nosso direito político tem os portugueses   depois um grupo ligado a eles. Ocorre a presença dos militares dentro das Universidades Montesquieu ideia de poder, Executivo,Legislativo, judiciário, a ideia é controlar o poder monárquico, e o quarto poder moderador.   O surgimento dos partidos políticos se deu na tumultuosa independência




LIVRO:  Introdução a historia dos Partidos Políticos Brasileiros
Autor: Rodrigo Patto Sá Motta
            Editora: UFMG

           

A emancipação foi passado os desmandos do imperados, a presença de Assembleias Constituição, a ideia foi de Montesquieu que é a divisão de poder. Os Partidos Liberais  e Conservadores em período de abdicação do imperador, Luzias, está ligado a acontecimentos com a revoltas liberais em Pernambuco, no fracasso, do movimento praieiro em 1848.




NO ENADE JÁ VEIO:

1= “ o que discute a disciplina IMPÉRIO: FORÇAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIAS ”: Discute o período do império, abordagem da organização social a resistência

2= Onde caiu sobre o indigenismo

3=Pode cair sobre se existe centro acadêmico e debate político na faculdade. Geralmente as  particulares nãomtem só as publicas.


Saquarema era os conservadores, para Ilmar os indivíduos, que queriam a centralização do poder.



Luzias eram os liberais
Saquaremas conservadores



LIBERAIS EXALTADOS: Pertenciam a segmentos médio da sociedade, militares jornalistas sacerdotes, representavam a esquerda.

RESTAURADORES: Representavam a direitos favoráveis a restauração do governo, de Dom Pedro I existia uma associação chamada sociedade militar.

LIBERAIS MODERADOS:   Reunidos na sociedade  defensora da liberdade, temiam o retorno do autoritarismo. O tempo Saquarems, foi de 1830 a 1880, período estudado no período da futura nação brasileira, a obra mostra a classe dominante como eles guaram o Brasil.

*Reflete trajetória historiográfica
*Obra pautada em debate marxista, dialogo com a historiografia

Analise marxismo e Obra
Inicia o contexto do surgimento dos partidos políticos do Brasil



TCC:
Década de 80, os partidos políticos no livro didático Luzia Saquaremas
Texto 30







12/05/2015

Terça feira
Império Forças Políticas e Resistência 
Andrea Pastana
POS  b1

Luzias e Saquaremas Autor => Ilmar Mattos
Texto Luzias e saquaremas

Os partidos políticos do império do Brasil saquaremas e Luzias

Identificar as semelhanças entre Luzias e saquaremas

Os Luzias no poder, era igual os saquaremas há uma articulação muito semelhante entre os dois. Mas ele faz a diferença, o que é a sociedade política dentro do império.  
SOCIEDADE POLITICA
SOCIEDADE CIVIL

Mundo dos governos
Mundo do trabalho

Noticias dos jornais que relatam os movimentos liberais da década de 40, ele pega as noticias dos jornais e fala de ambos sobre os movimentos sociais. Estado é diferente de Nação, no processo de independência, tem a formação do estado Mas faltava a constituição da nação que ficava os Luzias e saquaremas. 
A semelhança  se dá pelo sentimento aristocrático, em ambos a interesse ligado a aristocracia, é o objetivo de liberdade privado.   OUTRO MOTIVO: O interesse em manter o poder, dos latifúndios diários defende o interesse dos donos de terras, e a exclusão dos escravos.
Trechos da constituição federal prova que havia uma hierarquia branco-povo- escravo. “Os escravos não eram humanos”. Essa liberdade era apenas do iluminismo era apenas para manter as propriedade, os escravos não chegaram a ser citados.
Os movimentos Liberais o povo colono, os escravos e homens livres e pobres que foram excluídos. Do processo da propriedade sentimentos aristocráticos, a liberdade era para os brancos. José Murillo de Carvalho o cidadão ativo e não ativo, o não ativo são os escravos, até a sociedade civil era não ativo. Os ativos eram poucos  aqueles que votavam o pessoal do mundo político.
Na hierarquia, não tem os escravos, nem pertencia a sociedade civil, e política. Quem estiver no poder em si é a idéia comum para ambos. Emilia Viotti; “ O Nacionalismo”. Unir as pessoas, ou portuguesa, do que o nacionalismo a presença dos escravos e da escravidão. Não havia uma diferença entre esse grupo de elite, ao contrario de hoje, entre o PT e outros partidos.
Na sociedade havia uma dimensão  política que diferenciam,  eram ativo, e não ativos.    Mas na condição racial, se era escravo eram se tinha terras posses, isso já colocava ele dentro de um contexto racial. Critica a idéia de revolução, porque tem uma permanência, fazem parte desse movimento, o escravo vai ser visto pela obra de trabalho.
Os Luzias e Saquaremas precisam dos escravos mas eles não faziam parte da sociedade. O senhor de engenhos não está governando bem, a sua casa  por isso os escravos podiam fazer rebeliões para eles, os piores escravos eram os vindos do Norte, estado nação, devia incorporar os indígenas e os escravos e as teorias raciais,
Tem a emancipação do estado, mas tem a construção de uma nação por uma classe senhoril. (Conceito marxista de classe). ELITE NO PODER: Abdicação, até a 2º monarquia a presença de idéias liberais, essa sociedade esses movimentos sociais estavam excluídos pela condição social.  “pobres” e “escravos”.
Acabaram unindo os Luzias e saquaremas a idéia de liberdade  é semelhante não tinham idéias eles queriam manter a configuração social. José Bonifacio é visto como alguns além de seu tempo. Ele os escravos como excluídos na sociedade e a libertação dele. Tanto Liberais e conservadores mesmo o exaltado radicais não vê sentimento de liberdade presente.


ATIVIDADE:
 TEXTO: “Um Império e três Mundos”
OBS: O que pensava os dois sobre os movimentos liberais e diz que as idéias eram semelhante. 

1º ) Através dos relatos de jornais apresente a interpretação de Ilmar Mattos, dos movimentos liberais tanto da visão dos Saquaremas como dos Luzias.   Pag. 123 e 124.    
R=Segundo os jornais na década de 40, com base no que os jornais falam, que descreve sobre o movimento de ambos Luzias e saquaremas. Existe uma semelhança entre ambos, todos ligados aos interesses da aristocracia. O objetivo é manter a liberdade de propriedade privada, o interesse em manter o poder dos latifundiários, dos donos de terra e os escravos não interessava, foram excluídos.
Iomar Mattos percebe que os liberais e conservadores havia uma hierarquia dos movimentos sociais, Maranhão, Piauí, Ceará era a área da sociedade mais degradada não era bem vista esses grupos sociais, ou seja esses movimentos.
Através das testemunhas da época, eles consideravam como homens sem “importância social”. Havia o interesse de controlar a casa, do senhor de engenho, com ordem e a organização, promoveu mais o interesse da classe senhorial, do aristocrata “Luzia Liberais e  saquaremas conservadores”. Não se contem para manter a liderança. Há mais semelhança de diferenças 
As idéias conservadoras, foram as prevalecente , por isso se chama “tempo saquarema”, para a classe aristocrática. Os liberais não conseguiam implantar suas idéias os saquaremas sim conseguiram. Com o objetivo de manter  o estado escravista. O estado se preocupa em manter a ordem e a propriedade privada.


2º ) Porque os ideais de Thomas Hobbes favoreceu o interesse da classe senhoril no Brasil império? pag.127 a 128
R= * Esses ideais permitiram dominar com maior ênfase a manipulação da mão de obra por meio da administração civil, militar leiga e eclesiástica.
*Emancipar-se da tutela metropolitana
*organizar o novo estado
*propiciar os interesses de cada componente da boa sociedade.
*Liberdade de propriedade privada




LIVRO: Ensino der Historia
Katia Maria Abud
Andrea Chaves Demello
Ronaldo Cardoso Alvez

Como trabalhar na sala de aula tem um capitulo específico para isso 





11/06/2015
Império Forças Políticas e Resistências
Prof;  Andrea Pastana

IV O escravo na vida sexual e de família brasileira

O capitulo fala da atualidade, do negro,  e de  estado a fisiologia, do negro e a questão psicológica , e depois com o papel social,desse negro, capitulo 4 e 5, da importância do papel social, do negro no Brasil. Mesmo escravizado ele se adaptou ao trabalho, ele discorda dos cronistas as questão da inferioridade biológica, dos negros, e dos índios, como a questão biológica.
A questão das negras para se excitar, ele precisava sentir o cheiro da mulata a sexualidade, tem que ter cuidado é como se fosse uma confraternização vem sempre como condição de violência, tem a questão da miscigenação, eles são considerados raça pura, ai eles comparam com outras  etnias,a adaptabilidade desse negro e da contribuição a questão física, do negro,  na depreciada desses a adaptação por princípios físicos, e psicológico.
A questão do corpo desse negro, é o suor, transpiração, contribui para a adaptabilidade antes era pejorativo. Deus ele funda a questão cultural que é a contribuição cultural sua. Não é o determinismo geográfico que influencia a estrutura,. Mas a alimentação, para ele a falta de nutrientes degenera. 
Ele  diz que os negros se assemelham aos brancos, e que o branco era mais peludo que índios e negros.O negro que foi deixado de lado, ele mostra um papel social importante, a diferenciação do negro nos EUA.A importância das mulheres como curandeiras parteiras, a percepção só de etnias os Sudaneses e os bantos,mas eles sempre apresenta, depois outros estados vão perceber que existe outras atinas, do trafico etc.
A questão do levante tem as línguas a melhor foi formada de estudar é pelos troncos linguísticos, são quatro lá. A adaptabilidade e o entusiasmo com uma disposição maior, a predileção   dos homens brancos pelos negras, a roupa o rebolar os ombros a mostra, por conta da sexualidade e manter a propriedade, dos bens eles tinham prazer com as índias, e as negras. Tinha a rivalidade entre a mulher branca e a negra, não só a sexualidade, mas a questão da administração a falta de mulheres, e depois tem o negro e banca . Até a questão de brincar  o filho do senhor montava em cima de negrinho e o masoquismo entre as crianças.
A presença da ama de leite, das mocambos para alguns autores  elas eram mais fogosas, a sedução era menor. O desejo do homem e a doença sífilis, se transasse com uma negra virgem ele seria curado, os negros sabiam usam isso a seu beneficio  e tem a questão da virilidade os negros, homens que povoaram a imaginação da mulher, branca, ser uma predileta do senhor era uma condição privilegiada, porque era a condição social dela.
Os árabes preferiam os negros para o exercito, e castravam ainda jovem. Os Sutãos tinham o arem, não é a cor que vai coloca-lo como escravas, elas trabalham mas também dá prazer, para alguns autores,elas seduziam pela beleza. A escravidão e a  diferenciações se dava pela questão social, não racial, até hoje, nos dias atuais, eles não falam das desdentadas, eles  querem as bonitas, a imagem da questão física, atrativas é para vender, a negra tinha os anúncios e a pratica de acoitar.


( TCC; pegar as fontes, e começar a dizer a possibilidade o mesmo que os autores falam )





16/06/2015
Império Forças Políticas e Resistência
Prof, Andréa Pastana

tem a identificação com o brasileiro, na sabinada balaiada, cabanagem etc. no rio tem a chamada cabanada, que não é a cababagem, que ocorreu no Pará, e a Pernambucana, do processo de querer moradia. Prof. Magda Rith, outras historias sobre a cabanagem abordagem historiográfica, de alguns  historiadores, a questão da cabanagem é uma luta de etnias.
Se diferencia porque a cabanagem está atrelada a adesão ou não, do Brasil A INDEPENDENCIA. OS RELIGIOSOS ORGANIZARAM A MÃO DE OBRA, SE SENTIRAM  nas aldeias,  o estado diz que os jesuítas não estavam dando conta, onde inicia o descontentamento dos grupos sociais, entende-se que a cabanagem tem uma interesse político, mas tem  também econômico, e o descontentamento das comunidades, indígenas e negras.
Tem a idéia de uma minoria, tem o movimento de uma minoria, não só uma elite, tem o interesse de determinados grupos, sociais, e grupos de governantes a partir da década  de  30. O patriota e reivindicações contra a coroa, por5tuguesa não é o conceito de ser patriota no Brasil, ele é visto como Patriota porque vai ser visto como reivindicações.
A cabanagem vai ser visto como almeja outro governo, o patriota não é ser brasileiro, mal porque é contra o autoritarismo , e outras reivindicações.O processo de abolição  e a participação dos negros da guerra do Paraguai quando luta, no Grão Pará, não dá  a liberdade  para esses grupos (pag.192.).Tem quilombos que comercializavam com franceses, e não com portugueses, por causa disso, de seu poder de comercio que eles vão querer destruir esses quilombos.    






QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


28/01/2015


Aprender as vertentes historiográficas medievais debate: Nascimento da Europa
Na antiguidade clássica, temos Grécia e Roma.  

Perry Anderson: É marxista, trabalha o modo de produção escravista, são civilizações, com base rurais escravista a elite mora na polis grega, mas a riqueza vinha da área rural. A antiguidade da civilização ocidental europeia é diferente do Egito, da Percia, é diferente das civilizações orientais. Domínio expansionismo somado a escravidão.

Livro Historia da Vida Privada 1º capitulo a antiguidade Pool  é historia social, Annales, representações políticas, sobre  a mesma temática. Fala da vida privada casamento cidadania.

Livro O Nascimento da Idade Media: Jaques Legof, ( A Civilização do Ocidente Medieval Livro). Apresenta o momento de desagregação da sociedade romana, apresenta o papel da Igreja como elemento agregador para a nova sociedade. E a reparação do império romano, o ocidente. O ocidente medieval e essencialmente cristão.

Idade Media: Não nasce com o fim  do império romano, tem o império Carolíngio.

(Idade Media Hilário franco Júnior). Livro

(A Sociedade Feudal Marc Bloch) Livro. Clássico capitulo O  Feudo As mentalidade econômicas a idade media.
 
Economia e Sociedade na Medievalidade
( A bolsa e a vida Jaques Legof) O Nascimento da burguesia
O Nascimentos dos Intelectuais Le Gof.
A Historia da morte no ocidente Philipe Arrie
O Maravilhoso e o Cotidiano no Ocidente Medieval  Jaques Le Gof






A antiguidade é expressão ocidental, nasce com uma sociedade cristã, para o grego o tempo é o eterno retorno a morte é o retorno a vida não existe o inferno, o Hades  é o lugar para onde se vai. O inferno é uma criação do cristianismo todos iam para o Hades, se morrer vai para o mundo subterrâneo, todos iriam,   o inferno é concepção cristã e tempo e espaço.
Cada sociedade constitui uma concepção de tempo, para alguns nem existe. Temos o tempo linear, inicio, meio e fim. Cristo é o meio, depois tem  o juízo final, isso não existe em outras sociedades e do nosso tempo, antigo é aquele que já passou, e temos na Bíblia Antigo e Novo testamento.
O sinônimo de antigo é passado, é a matéria prima do historiador trabalhamos em cima dessa documentação, quando determinado período e o espaço já faz o recorte, de tempo. A emergência de mundo civilizado é  uma visão etnocêntrica.
ANTIGUIDADE: Toda a reflexão do que eles queriam ser na ciência matemática, os renascentistas define como antiguidade antropocêntrica, a razão o individualismo para uma nova sociedade, eles divulgam isso. Os livros não trabalham Ásia, trabalham aquilo que definimos como fundamentos  para uma civilização.
  O QUE É ANTIGO E VELHO? Uma casa no Guamá pode ser velho, qual a diferença para o antigo? Aquilo que é venerado e marca uma passagem, de tempo é antigo. Belém é uma cidade antiga.  


Antigo: o Forte do Castelo não é velho, ele é antigo é o venerável, que se cultua.

Velho: é a ruína, está morto, sem valorização.



A antiguidade é sinônimo  de civilizado, ordem, escrita anterior a essa so a barbárie. Existem quatro grandes marcas ANTIGA, MEDIEVAL, MODERNA, CONTEMPORANEA. Delimitou-se aquilo que é civilizado, encontramos o sistema de governo filosófico encontramos dentro dessa cronologia. A antiguidade deu origem ao que é novo hoje.
Vamos estudar a Antiguidade clássica: cria uma hierarquia e o  estado da Grécia e Roma, é a referencia, tira-se o Egito Percia, Incas maias  etc. É com expressão de “antiguidade  clássica”. Essa expressão se refere somente a Grécia e Roma, é aquilo que permanece não é ultrapassado. Clássico é o termo que em historia designa a cultura Greco-Romana  da antiguidade, sendo assim, um conceito histórico delimitado no tempo.
“ A antiguidade antigo clássico”, são ideias tão estranhas no imaginário histórico ocidental que é frequentemente passarem por nos sem criticarmos desconstruir a imagem idealizada que os alunos invariavelmente tem na antiguidade clássica.
A importância Árabe na colonização da Amazônia no comercio, não estudamos, existe uma imposição na produção que joga ao nosso aluno a possibilidade de conhecer outras matrizes.





Texto1: Antiguidade Clássica

Antiguidade clássica

Fala sobre delimitações da antiguidade clássica, do leste da Europa, a organização do ocidente o que defini ser ocidental. A qual a Europa emerge. Todo ocidente é cristão independente das vertentes religiosas, tudo é liberal e organização ocidental. Sociedades ocidentalizadas, o Japão incorporou o capitalismo, e o liberalismo. Debate sobre a Rússia, se é ou não ocidental, na 1º pagina a Rússia não compartilha do pensamento ocidental está  entre uma Europa cristã e Ásia não cristã, as cratera de analise não são geográfica  o Japão por exemplo, está na Ásia mas é ocidentalizado.
Porque a sociedade europeia protestante latina se levantam, são etnias germânicos,gauleses, etc. pessoas na possibilidade   de uma civilização europeia sendo uma sociedade europeia o ser europeu. Ser europeu é ser livre, a liberdade de expressão que é o liberalismo como o cristianismo está sendo atacado pelo Islã.
Os fundamentos da liberdade e a liberdade de expressão o liberalismo. A critica não tem limites religiosos o católico e o protestante eles vivem se criticando. O mundo Islâmico  veem habitar e usufruir dos direitos, na frança, vai ser tratado com respeito, e direitos de cidadãos. Paris é multicultural escola francesa é basicamente laica, mas o muçulmano quer  a s escolas religiosas. Dentro da escola francesa não entra de berca, entra só de uniforme, isso é importante do sentido de homogeneidade, por exemplo impede que um rico entre e se diferencie de um pobre.
Soldado não é cidadão, ele é um agente do estado, o ladrão utiliza desse mecanismo para fazer a maldade, e ninguém vai tocar nele. Os muçulmanos querem usufruir  da liberdade, mas no seu país eles não promovem a liberdade. Por isso eles  fazem criticas ao fundamentalismo no caso dos jornais franceses É uma rede de expansão que não é religioso.
Os fundamentalistas  uma seitas, se apropriando da passividade  do cristianismo e eles usam isso a seu favor. Eles atacam as cidades multiculturais que atende eles, ao fazer isso é um tiro no pé. Os EUA são cristão ortodoxo, devido ao terrorismo eles enrijeceram a entrada para turistas.
O que a Europa e  bloco latino germânico conquistou uma cultura comum, é uma criação  recente, idade media. Um bloco latino  Grécia e Roma que é a germe do capitalismo, ele surge no século X na Europa ele é uma construção de longa data. Ao interpretar Marx alguns erraram quando ele disse que depois do capitalismo viria o comunismo, mas isso não é para agora, ainda temos muito a viver  no capitalismo.
Não podemos entender o capitalismo se não entendermos o modo de produção feudal, tem que estudar o modo de produção escravista, feudal para entender o capitalismo. O capitalismo nasce de acumulação de forças, como o acumulo de riqueza, mercado  ais valia etc. assuntos que foram possíveis identificar graças a intervenção sociológica.  O feudalismo nasce de uma catástrofe, do modo de produção escravista.
O feudalismo não tem uma definição, o escravo tinha uma definição como  o capitalismo tem propriedade privada, mais valia etc. O feudal não tem. Os predecessores é o modo de produção escravo em decomposição.


COMO ISSO ACONTECEU? Tem que olhar para traz, para a matriz de toda a civilização do mundo clássico, Greco-romano, o que chama a tenção são as cidades Roma e  é apresentada muito linda no filme  Gladiador Santo Agostinho, diz: “A ultima luz se apagou”, quando Roma caiu.
Atena era muito maior não era padrão, as cidades gregas era menores Grécia e Roma nunca mais se igualaram em grau de civilidade, hoje vivemos em função do capital. Não são cidades que vivem na cidadania, vivem em função do capital, é sempre em função do comercio, ou a cidade é comercial ou industrial. A filosofia a ciência aqui é comercial, ou industrial. A filosofia a ciência arquitetura, o debate ocorria com 5 mil homens, debatiam  e decidiam o destino de Atena, e o debate era de qualidade.

PORQUE É FACHADA? Não havia uma economia urbana, a riqueza que sustentava vinha do campo, eles são rurais, essa é a anomalia que levanta o autor.





04/02/2015
Sociedade e Cultura na Antiguidade e medievalidade
Ptof: Maria Martins


ATIVIDADE PROXIMA AULA:

1º ) Argumento, o papel da agricultura para o florescimento de uma civilização urbana na antiguidade.

2º ) O papel do mediterrâneo para o desenvolvimento das civilizações antigas. Grega e Romana está dentro de um lago, fala da questão do transporte na antiguidade clássica.

3º )  A natureza da escravidão entre civilizações antigas na antiguidade  clássicas e o papel consolidação no modo de produção escravista. É a  essência dessa situação de trabalho que aparece apenas na Grécia antiga não teve escravos no Egito, os hebreus não eram escravos, era uma relação de servidão coletiva não teve a ideia de propriedade. 

Individual do individuo, só ocorre no mundo grego.
Argumentar sobre essa parte, Pierry Antoni
As formações nacionais da antiguidade.

Pagina 22: Formação social nenhuma sociedade é pura, ela não é hegemonicamente capitalista, ela emerge do feudalismo da escravidão, ela não é uma formação pura. Elas não são heterogêneas são plurais descaracteriza a concepção de sociedade. Sociedade feudal, tem outros elementos ela não é pura.
As formações sociais se prendem ocorrem a decadência  e a reconstrução existe elementos da sua contradição elementos que vão de encontro a esses modelos Marx a antítese e a contradição de modificações que é a dialética a base é a mudança, a realidade se modifica ela se transforma.

ELEMENTOS DE CONTRADIÇÃO: se chocam e geram uma nova síntese, o encontro das contradições pode gerar o caos. O fim do Império romano foi o caos.




TEXTO: A Antiguidade Clássica


Da dialética  dentro dessa pagina, tem muita afirmação para entender dois grandes questionamentos.

*Anomalia de Mundo estranho, Grécia e Roma o foco é analisar a cidade erroneamente  chamar de milagre grego, a razão é uma atividade de legado  e agrícola. Suméria, Macedônia, Roma a base é a agricultura.

Na idade media o rico é o senhor feudal, tem poder porque controla a terra. Mas em Atena tem gente livre. E não tem terra. Esporte soldado livres, não trabalham não cultivam.
O filosofo se apropriavam  os caras não estavam produzindo no meio rural. Essa relação observa-se o modo de produção especifica no período arcaico grego, e a escravidão, sem escravidão, sem liberdade não existe a possibilidade do nascimento da filosofia. Sem a escravidão também não nascem às cidades.
Não existe democracia sem a total liberdade, o cidadão grego não trabalha é propiciado pela escravidão, de outros seres humanos. O escravo é um instrumento vocalize, a diferença para o boi para o cavalo é que ele fala. Mas tem diferença, ele é uma propriedade móvel.
A contradição é baseada na construção de um modo de produção que tira a dignidade do ser humano. A Constituição é voltada para manter a escravidão manutenção da escravidão, e a ideia de liberdade para o cidadão. Ser um ser humano, é ser político quem não habita na polis não é humano,  “ Obra: A Política”, quem não vive na polis, é uma besta fera, que vive no estado de natureza. É um deus porque eles não precisam de outros humanos.
Não é um sentido de morar, é ser parte dela, sem ela, a vida não tem sentido.  O principio é ser humanos iguais porque mantemos a autonomia da cidade. O mais importante é a defesa da cidade. Não podia se prostituir na polis, sem a polis, você não é nada, a riqueza material não era importante. Se perder a cidadania. Aristóteles era o maior pensador da antiguidade,  ele sintetiza o pensamento dos outros. Mas ele não era cidadão, ele pode falar  e fazer criticas mas não pode intervir.
O homem nunca poderia ser passivo  ele é ativo, a própria sexualidade era regida com outro homem, era a iniciação até os 20 anos podia, não existia a palavra homossexualismo, isso é atual. Ele é livre para  a busca  do seu prazer mais o objetivo era  um cidadão ativo. Os cargos públicos era por sorteio, não podia ser homem afeminado. Já imaginou ser escolhido um homem afeminado para defender a polis. O amor grego é deferente, de amor ocidental do cristianismo. Não existia morrer por ti e todo aquele bla bla bla de amor. A concepção de casal só emerge no século IV, o casamento é um dever cívico é como se alistar a relação de felicidade  não   existia  homem e mulheres buscavam os seus prazeres, mas eles eram um casal, não existia a ideia de vamos casar e eu preciso casa.
A relação amorosa entre os homens veem de longínquas duração, Livro: “ P banquete” de Platão. Roda de conversa, entre homens Platão com seu amante o Agatão,  amor pelo conhecimento não é o amor sexual, é constituída pela confiança entre os homens que não podia ter com as mulheres.  É uma relação de amor e fidelidade, não é sexual. Eles viviam juntos lutavam juntos, existia 30 mil espartanos contra 60 mil não espartano , só podia  ter mulher após os 60 anos quando largava a vida militar, eles confiavam a sua vida ao companheiro no campo de batalha.
Um mundo baseado na conquista se conquistarem a sua cidade, você vira escravo, vivem –se em querer, os Atenienses eram filósofos e soldados. A guerra contra o império Persa, o homem não podia amar a mulher se tu  vende o teu corpo imagina as informações da tua cidade. A palavra é domínio próprio,  não pode mais amar o teu filho e mulher mais que a cidade    “Polis”, a governança é coletiva, educa-se todo mundo ou não tem polis.
A base da cidade contemporânea não é a antiguidade, isso é engano, a base da corrupção é a prostituição. Hoje em Belém por 100 reais você vende e fala: “Leva até a cidade se tu quiser”. A polis era a comunidade política  de cidadãos livres, do sentido a vida em sociedade. A cidade não é um espaço físico é o corpo social.

Pagina 24:

A escravidão na verdade é o milagre  grego,vai libertar uma classe  de proprietários. Porque é importante que os cultivem a terra deve ser escravos existia uma hierarquia, povos de uma região podia gerar revolta, nem servos bárbaros, nem todo escravo é igual, existe escravo administrador, escravo que faziam artesanatos.
OS ESCRAVOS ACEITAVAM ISSO? Sim, Aristóteles  era escravo, foi vendido como escravo na Macedônia, mas ele era filosofo , foi ser professor do filho do imperador. Os escravos eram conquistados  e eles aceitavam, havia uma concepção de que a cidade precisava de escravos. Os escravos era uma extensão do seu senhor, Aristóteles  a importância, sem  escravos não podia ter liberdade, emerge no mundo antigo essa propriedade do senhor. No Egito não havia a escravidão existia um regime de servidão ao estado, com características sobrenaturais. O rei deus.
MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO: Escravos  que se apropria do trabalho coletivo pertencem ao estado. Toda força de trabalho era direcionado ao estado conseguiram construir as pirâmides, não trabalhavam para o capital, ou para uma classe social, o trabalho era para o estado, era uma servidão coletiva. Grécia (Invenção do sistema jurídico), não era economia de base escrava, o sistema jurídico não tinha a concepção de propriedade de bens moveis.     
Na Grécia e Roma, ele o escravo era uma propriedade. Reconhecida juridicamente o que não ocorria no Egito, Pércia etc. eles inventam leis, imóvel etc. No sentido de constituir uma sociedade tinha 4 escravos para 1 romano  livre. Em Roma os filhos eram criados por escravos, havia assassinatos de Paes por filhos não tem laço de afetividade, por herança pode ter os filhos, mas na se quiser não deixa para ninguém e escolhe outra pessoa. Exemplo: Ben Hur, que herdou do Consul direitos e herança.
Se o pai não reconhece a paternidade a mãe não podia fazer nada a autoridade era do pater –famili.  (Nesse momento ela deu um exemplo e fez uma piada e disse que deus me livre e guarde se eu engravidasse do Sebastião e ele decidisse  não querer o filho eu não poderia fazer nada deus me livre e guarde, o menino já ia nascer com uma metralhadora. todos riram, foi muito divertido).
Julio Cesar tinha outros filhos, mas ele apontou Brutos que depois o matou. O casamento é a constituição de patrimônio é uma coisa privada, separação também é simples, o divorcio também, não tem  laços religiosos nem sobrenatural, é patrimonial. As atividades  hegemônica são desenvolvidas por escravos a partir do período arcaico é predominantemente maior mais não exclusivo.
Qual é o modo de produção hegemônico? Era o escravo, mas existia pessoas livres, que faziam atividades. Para ter a plena liberdade tinha que tirar a completa liberdade de um grupo de pessoas, ocorre a ociosidade é não  fazer nada e  a humanidade está em grupo social estar livre  a maior parte da nossa vida, é voltada para o matéria.
Não temos tempo para desenvolver as nossas possibilidades filosóficas e artísticas para nos tornar mos melhores humanos. A Grécia é diferente libertaram-se do trabalho. Marx fala isso também no comunismo. O grego tem que estudar muito, faz atividades físicas alimentação etc. Ócio é transformado em homem de potencialidades, a ato da potencialidade talentos, mas o trabalho  não se desenvolve, quando liberta o homem ele se desenvolve.
Jogos olímpicos qual a condição hoje, que nos permite pensar refletir, filosofar? Na verdade é nenhuma, é necessário que se leia todo o livro, o objetivo é  que o livro seja superado não conseguimos chegar ao nível do autor, precisa fazer uma atividade física para pensar no livro, mas precisa ter tempo, mas não tem esse tempo.
A condição feminina do Brasil é que a mulher trabalha mais que o homem, qual é o tempo para a plena  formação da sua cidadania. O rico não vai para academia, ele tem o personal trainer em casa. O rico não é ignorante, ele viaja não precisa ler, ele já conhece, lá consumiu  e tem escravos para trabalhar para ele. O garoto tem educação integral, Atenas tinha 55 mil habitantes, 5 mil cidadãos, mas eles não eram melhores, nem mais inteligentes a condição de escravidão libertou os cidadãos e possibilitou o desenvolvimento de ideias eles não eram mais inteligentes, foi a estrutura  econômica que possibilitou esse desenvolvimento de trabalhos.  
Gregos e Romanos buscavam o prazer, no plano material morreu acabou, não tem reencarnação, ressurreição, nada disso, tem que ter uma vida  plena exaltaavam as guerras, as vitoria, o prazer o vinho etc.

Pagina 24:

Porque degradou o trabalho escravo, faz a conversão  do ser humano em conceitos de  simples produtor, não eram humanos eram besta feras, e de carga. A escravidão reduz o trabalho a objeto, o berço da cidadania era pra pouquíssimos, os casos de escravos que ganham liberdade é raro.

AO HISTORIADOR:  Trabalhamos com experiências coletivas o historiador, não casos particulares as ações coletivas dos homens no tempo

O modo de produção floresce as civilizações, também é fato de decadência, tem limites para o aumento da produtividade da vida urbana, não tem filosofo romano, tem generais, eles eram construtores construíam coisas. As estradas era pra expansão dos seus exércitos.A conquista romana foi baseada na guerra Julio Cesar conquistou, onde eles passavam tinham fortalezas, na  Inglaterra as muralhas de Adriano ainda estão lá, tudo dependia do trabalho escravo.   
MOTIVO CENTRAL DA ESTAGNAÇÃO: Eles produziam azeite, vinho. Sereal,o meio é rural não consegue mais produzir. A  escravidão impede o desenvolvimento técnico, o expansionismo era fundamental para manter o sistema precisava de terras férteis, não houve confronto ESCRAVO X SENHORES, o confronto político era uma população empobrecida a peble quando fazia campanha na Gália, eles passavam 10 anos e não voltava as vezes perdia a terra e ficavam na condição de “proli” proletariado, não tinham nada.
Em Roma tem a Aristocracia e cidadão de Roma empobrecidos criou-se a produção de riquezas  nas mãos dos patrícios. “Para ela advogados e bandidos é a mesma coisa, porque ele defende bandido”. O senado sempre existiu em Roma, poderosa e importante, quem mandava em Roma era o senado. Eram nobres, a representação de povo era um nobre votado e escolhido era  uma viagem.
Os romanos roubavam tudo, tinha o tesouro do estado. O soldado não tinha nada morriam congelados, nos acampamentos, tinham tudo quando no caso o imperador, mas os soldados não tinham nada. Os patrícios se constituiu em, Roma e os soldados se matando na guerra. Os plebeus toma consciência que eles enriqueciam Roma, queriam a reforma agrária. Uma família tinha propriedade ele era descontinuo, garantia terras no espaços conquistados a riqueza vinha de outros lugares, do Egito macedônia etc.
Tem conflitos internos, começa diminuir o crescimento demográfico, os “proli” “proletários” Marx usa esse termo.  Foi incentivado a ter filhos, os soldados começaram a contestar a crise com seus generais. O modo de produção escravo não cria novas tecnologias, não tem incentivo para inovar, na condição de escravo  ela sufoca a técnica.
Diferente do modo de produção capitalista na crise teve a 1º revolução industrial entrou em crise e teve a 2º revolução industrial e 3º , ele se renova a cada crise, ele supre as suas dificuldades.
O escravo não garante uma alta produtividade. Roma não é conquistada, eles se destruíram o  escravismo exaure os recursos naturais. O Brasil na época da colônia como açúcar acabou com os recursos.
Gilberto Freire; A escravidão acabou com o nordeste, a base era o escravo exauria a terra, através do plantation, precisava de muita terra e muito escravo, a terra cansa, antes era mata atlântica floresta tropicas, hoje o nordeste é só deserto.     


11/02/2014

QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES




TEXTO ANTERIOR:

Perri Anderson não apresenta se vive do modo de produção escravista, a estrutura era baseada na escravidão legitimada pelo estado. Levantaram a ideia de que ser escravo era uma condição natural legitima por muitas pessoas ter esse dom vindo da própria natureza, uns nascem para ser escravo outros para mandar.


NOVO TEXTO:  Grécia

O senhor é importante, mais o escravo também  é  apresenta apenas a evolução política da romana, século IV a V. Como as famílias e alguns agregados começou a Grécia século V é o apogeu, depois provem decadência a referencia e o século V. Em que momento se criou a ideia de polis? Em que momento eles acreditaram que não podiam mais trabalhar? Quando eles definiram a ideia de cidadania e uma vida coletiva. E evoluções de cidadania diferenciada. Exemplo é Atenas, mas a plena não é em Atenas, é em Esparta. Os guerreiros permitiu a igualdade de 9 mil guerreiros espartanos.
Em Atenas n]ao tem uma cidade igual, cada um tinha uma característica. A Evolução Política  e transformação tem caminhos diferenciados, elas como lidavam a plena igualdade tento em Esparta e Atenas.
TEM QUE DIALOGAR COM O ENSINO MEDIO: O livro didático Esparta militarizada, Atenas democracia, mas para quem para uma elite. A democracia Ateniense é para pouquíssimas pessoas. OBSERVAR:  A experiência da cidadania no mundo clássico. Temos que dá o pulo do gato no livro didático.
Os gregos não eram grandes agricultores, a dificuldade proporcionou a necessidade de colônia os gregos buscavam recursos naturais, a região dos Bálcãs é só pedra, o mar mediterrâneo é o único fechado esse mar separou a Europa da  África, o inicio é em Creta civilizações Minoicas, esse descendentes de povos egípcios que tem o esplendor anterior a civilizações gregas, são influenciados pelos egípcios, os deuses são retratados de perfil, pelo próprio estado, ordenava isso aos desenhos sagrados em perfil.
A Nubia eram povos negros os gregos foram lá e teve a troca cultura no século V rompem a influencia com o Egito e criam arte original no Egito. Lá não tem neve é o mediterrâneo é permanente. No Egito lá não tem neve, é o mediterrâneo é permanentemente quente. O norte da áfrica é chamado de “transariana”. Grande influencia do deserto do Saara, são ventos quentes que quando chegam nesse deserto eles sobrem. Os gregos faziam vinho, azeite, queijo, e criavam ovelhas, não eram bons agricultores devido as condições natural.
Ásia    menor  as cidades estados colônia e nascem a filosofia. Pré socráticos tentativa de pensamento lógico, todos na Ásia menor. Persa e Indus etc. Com esse contato nasce a filosofia, não apenas a conquista, mas a trocas culturais. Qual o  1º tipo de produção artística grega? Foi a Cerâmica.Como podemos comprovar essa troca econômica sustentava e a cerâmica grega, apresenta  a evolução da própria civilização para Esparta o vinho e o azeite.

PERIODOS: Homérico – Arcaico - Clássico - Helenístico


Colocaram imagens nos vasos as pessoas desenhavam a partir desses desenhos eles reconstitui o cotidiano, a cerâmica é importante. Os gregos foram grandes artesãos, o mármore foi um material resistente, mesmo depois de 10 mil anos as esculturas ainda existem, eles viveram 5 mil anos antes de cristo, total de 25 mil anos atrás.
HOMERICO:   São as narrativas e as cerâmicas, homérica exalta o esplendor  Ozildo, retrata o cotidiano da pobreza da escravidão etc. Ele cria a Teogonia: Ele cria explicações sobre o universo.
ORGANIZAÇÃO POLITICA: Não  existe a unificação em nenhum momento, nem na liga de Delos, pois  Esparta não aderiu, não vai haver submissão. Em Roma houve a unificação, eles comandam todo o universo da Itália a Grécia não teve essa mentalidade de governo.
Características do povo grego, a fragmentação política os Romanos conseguiram chegar a consciência política, de unificação os Gregos não, eles viveram isolados um dos outros, era complicado  chegar no Peloponeso moviam muitos soldados. Os Dorios chegaram e viveram séculos sem contato os espartanos descendem dos Dorios. ‘
A geografia  dá para entender aspectos do pouco contato. A unidade política não existe, EXISTEM IDENTIDADE CULTURAL: Eles se sentiam pertencente a uma civilização superior, como eles seriam escravos helenos pertence a uma raça superior, de deuses.
Os gregos não moravam na polis, essa era um espaço político e rituais  religiosos festas. A polis é uma COMUNIDADE POLITICA, não é um NUCLEO URBANO, onde se desenvolveu a civilização, ela é uma comunidade política. Memória histórica, e identidade tem que entender a relação. A comunidade política é em sentimento dá cidadania em ação da  vida política da polis amar a sua identidade política, o sentimento e a memória histórica, eles inventaram a historia é a ritualização do passado.
No Brasil a historia entre no século XIX 1930, no currículos escolares, a ideia que a história  é a mestra da vida, veem dos gregos, eles inventaram isso aprende sobre o passado para não errar no futuro. Liku diz, que os espartanos pertencem a uma raça de deuses, ritualizar o passado é repetir os feitos, a história não é pra velho é para jovens. É Compreensão do seu grupo e compreensão sobre si mesmo. A polis não é um país, porque é independente, não é! Ela é uma comunidade política, pertencente a um grupo.
Muitos moravam na polis, mas não pertenciam, não tinham  o sentimento, mulheres estrangeiros, escravos. Mas quem pertence são os cidadãos da polis. Ser cidadão é pertencer a cidade, eles se constituíram em varias tribos “etnias” e no final do século V eles se uniram e formaram a polis. A  aldeia , a pequena família forma um clã, tem o patriarca, que comanda a linhagem, é uma família alargada, não é nuclear, como o pai,mãe e o filho. A grega é clássica, existia o pater-famili.
 Pode agregar a família, pode não ter o sangue os clãs evoluíram geraram grandes famílias. A vida política começa na polis, política veem de polis, aquele que pertence a polis é o político. PG,30-31: Perni Anderson: Hoje houve uma evolução política  como? Consciência   racionalidade: fala onde houve essa ruptura entende e age de forma igual, onde emerge essa proposta, Homerico, arcaico era governado por reis, o pater famili se tornaram reis a monarquia não tem cidadania, termina com a escravidão. Só no período clássico que se percebe a escravidão de helenos. Mas antes do crescimento demográfico se constitui em aristocracia, ele deu as terras para os seus filhos, o que causou outras pessoas ficaram sem terra, e se tornaram escravos, e os seus filhos também. Quando era por divida toda a família acabava escrava, a aristocracia contra uma imensa massa pobre.
Surge o grupo social os tiranos não eram nobres, a riqueza vinha das trocas comerciais, eram ricos queriam poder e começaram a lutar contra a aristocracia e também tinham que ter apoio das massas  pobres, para as reformas  economicas e políticas, eram gregos eram helenos mas estavam pobres, não participavam da democracia. O projeto tiranos era PARA AS MASSAS participarem da vida   política.
Os tiranos passam a surgir pelas vantagens do intercambio do mediterrâneo, a riqueza não era acompanhada por nenhum poder na cidade! Eles tomaram o poder na marra, e fazem reformas para todos os gregos.  Um governo forte a cima da sociedade civil, que faz a reforma.
1º Tirano: Solon; guerra civil, em Atenas, não havia a lei escrita a nobreza fazia a lei eles mudavam de acordo com os seus interesses. As massas abandonaram a cidade toda, saíram, o que forçou a 1º reforma as leis das 12 tabuas. Ele remedia a luta entre pobres e ricos. Aboliu o pagamento de dividas, o que fazia a escravidão de atenienses, se um devesse toda a família era escrava, ele mudou isso.
Essa medida acalma a luta social, eles se tornaram presa dos proprietários aristocráticos, a ideia era conter a concentração de riqueza também podia casar pobres e ricos etc.
2º Picistrato: faz a reforma mais radical não garantia a participação  política em Sollon, ele faz uma lei política de economia. Todos os cidadãos independente de renda podia participar da vida política, como ele garantiria que o cidadão tenha tempo? Patrocinam emprego assistência financeira credito que garantiu a cidadania da Grécia Clássica. O camponês continuava a produzir e lhe permite participar da vida política. Ele fortalece o cidadão grego para que ele possa ser um  militar.
Pag,33= Houve uma mudança na organização militar, seriam inovações, se equipavam com armamento e armadura. A tirania garantiu a igualdade e ai nasce a cidadania. Pag,34= Esparta não tem tirania, consolidaram a cidadania, mas não precisamente da intervenção dos tiranos. O poder político , representa um controle econômico a propriedade da terra dos escravos e do estado. Nada pertence ao cidadão, era do estado ele concedia a terra para cada cidadão,então não havia necessidade de luta pelo poder já nasciam iguais.
O SISTEMA : Já eram iguais, os esparciatas já nascem iguais 10 mil tinham que sobreviver um universo de 40 mil RAM habitados por grupos de guerreiros, e camponeses, em Esparta a preocupação era garantir a sobrevivência do estado, os Mecnicos se revoltavam se reproduziam rapidamente, única cidade que tem muralha. Separa os esparciatas muros desses escravos, é um sentimento de unidade entre eles, podiam ser destruídos pela população local.
São dois reis de família diferentes, é uma cidade citiada, se  morrer um rei, tem outro o rei está no conselho de anciães, tem o poder  supremo junto com os dois reis. Efros magistrados, atividades políticas poder executivo, não mandam em nada. Geruzia, iguais Oplitas assembleia dos soldados  com 30 anos já participava mas tinha que ter ido a guerra. Haviam poucas diferenças   sociais a essência é garantir um corpo de cidadãos iguais,  e a cidade clássica no período clássico.
O objetivo é ser  cidadão o acesso a bens Atenas era cosmopolita tinha estrangeiros e contribuíam para as riqueza daquela cidade. O escravo não é condição de cor, mas importante para a vida política, o escravo garantia a vida em liberdade dos cidadãos.
MITO DA CAVERNA: Qual a escuridão que ele se referia? A liberdade e racionalidade de que? Era a escuridão da barbárie, da vida fora da comunidade política, de conhecimento. Ele fica sego a ver a partir da reflexão da razão da filosofia, ele descobre que a escravidão é necessária para algumas pessoas poderem viver livre.

25/02/2015


QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES




TRABALHO


Equipe:

*Sebastião
*Franco
*Nilton


Expansão Romana

Socialização dos tópicos do texto, apresenta os pontos da expansão, como se dá o processo expansionista   romano?

*Roma procurou em primeiro lugar expandir o seu sistema político
*Diferente de Atenas, Roma exigia de seus aliados tropas para seu exercito e não dinheiro para seu tesouro.
*A estratégia era diminuir a carga de sua dominação na paz e unindo –os solidariamente em tempo de guerra.
*Nesse ponto do exercito ser do povo dominado, Roma se igualava a Esparta
*A expansão romana era fundamentalmente econômica e a introdução do latifúndio escravo


No estudo feito sobre a expansão romana ela insere todo um contexto complexo, os romanos adotaram uma estratégia de dominação. Por trás da mascara de exigir soldados para o exercito romano, de seus aliados. Eles mascaravam todo um sistema de dominação.
No processo expansionista  Roma não era parecido com Atena, ,as com Esparta. Mesmo as Cidades mais oligárquicas se acomodava BA condição econômica de extrema pobreza ou riqueza.
Esparta não era capaz de expandir sem perda da identidade. Roma ao contrario de Esparta não era oligarca, ela era profundamente aristocrática. A expansão romana foi beneficiada porque a Itália tinha uma configuração baseada na igualdade, com a nobreza romana. E eles se beneficiavam da expansão marítima romana.
A questão da Itália foi muito importante, porque eles conseguiam uma notável ascensão imperial. A Itália mostrou uma relativa flexibilidade  institucional, que beneficiou Roma. Enquanto os gregos haviam se repartido, Roma cada vez mais expandia o seu território. E centrado num poder central.
O autor fala que o novo modelo de expansão era fundamentada na economia e que a introdução do trabalho escravo no campo foi inserido pela primeira vez na antiguidade, escravos em grande quantidade, no entanto ela estava confinada a pequenas áreas, com uma população pequena.
O autor fala que as propriedades que eram cultivadas por escravos da Ática. Ou da Messênia , eram de tamanho modesto, talvez uma média de 12 a 24hectares. No Maximo esse modelo agrícola ligava-se a estrutura social da polis grega.


Prova : Antiguidade clássica:  dia 25 de Maio
A Historia Cultural dos annales

Texto de Perry Anderson Marxista analise da economia, e vê como ela meche com a estrutura política e a infraestrutura e a superestrutura. Marxismo aspectos econômicos, depois político. 
A partir da B1 só idade media:
Não tem marxismo eles não estudam a idade media

Prova vale 7,0




1º grupo: Rui, Kelly, Efrain

     
ORGANIZAÇÃO DO ESTADO ROMANO; EVOLUÇÃO POLITICA DE ROMA:

Modo de produção escravo, os poderes políticos e a monarquia dominada pela aristocracia, as cidades gregas o poder era nas mãos dos patrícios, o poder passava de pai para filho. Era um poder centralizado, e beneficiava a minoria. O senado era controlado pelos patrícios, durou dois séculos.
Centuriado é formado por 100 anos, a Peble escolhe os seus representantes, eles conseguiram ter o poder de veto, contra senadores que já existia. Os Tribunas ganharam poder, mais se corromperam
Desde a fundação até a decadência é uma questão de lutas e conflitos. O que impediu em Roma os tiranos a igualdade a reforma agrária, não permite que embora se torne um estudo de governo de elites.Monarquia, republica,Imperio, sempre foi um governo de elite,     


PORQUE NÃO ACONTECEU OS DITADORES SUBIR AO PDER EM ROMA? Na Grécia o povo conseguiu fazer uma revolução, a elite romana não é racista, eles eram cosmopolita. Diplomática, eles  compravam as lideranças plebeias, a se tornarem ricos  nobres. Esse foi o fator a liderança era inserida na nobreza.


A pressão em Roma quem faz é uma peble rica, eles os romanos jogavam essa Peble para o seu lado, sistema de clientelage.  As lideranças ganhavam a simpatia, as lutas de classe, está mais a ausência, os pobres eram manipulados pelos ricos, ele representa o seu interesse.
Roma não avança na democracia, tem uma corrupção da classe que poderia promover uma reforma em Roma. A Peble em Roma os pebleus os representava, era o populismo, no fundo ele defende o projeto da elite.
Aqui em Belém Duciomar é um plebeu, faz o jogo de populismo, fazia um discurso, ganhava o poder, mais jogava contra o povo. Sistema de clientagem,. Alem de subornarmos as pessoas, eles compravam o voto através de um sistema de dependência, é clientelagem mesmo.    
Deputado ajuda com remédios com camisa de time, com chuteiras, etc. as famílias das mais variadas, vão votar nele, esse é o sistema romano o sistema de clientalagem,e subornos não favoreceu em Roma a evolução política. Eles não conhecem a democracia, a tirania, e a reforma social, nunca perderam o controle.



2º grupo: Edilson, Daniele, Luciane

ESTRUTURA SOCIAL DE ROMA:

Foi  distinta na Grécia, a nobreza, as melhores terras estavam nas mãos da nobreza. Dos patrícios, uma massa proletariado. Existia o clientelismo, davam e prendiam eles queriam um proliis passivo, e consumidor.
A estrutura política está montada, como ela dominaram a Peble. E a expropriação do campesinato. Eles retiravam pela política  de   privatização de terras, são patrimônios públicos, em beneficio para os patrícios. Quebrou há um campesinato forte e livre, era o exercito eles bancavam as campanhas eles empobreceram só tinha os filhos processos de expropriação da riqueza.
Em Roma, não acontece o trabalho livre, no século IV, Roma é uma favela só, ocorria  muito incêndios, e epidemias, e podia ocorrer revoltas. Roma vai concentrar o estado política, havia muita gente pobre podia ocorrer  revoltas, havia muita gente desocupada.
Assírios, a terra era deles, eles se lançavama processos de guerra, empobreceu eles, aumenta os filhos, e acaba as terras. A medida que as famílias iam tendo filhos ia se expandindo, e acabou faltando terras.
ESPANSIONISMO ROMANO: Essas terras  não vão para os herdeiros elas vão para terras publicas, o senado destrói e os patrícios manda no senado. A distribuição cria um esvaziamento no campo, eles migram para a cidade. Ocorre as revoltas sociais, dentro da cidade por comida, lazer, ocorre a política do pão e circo.
A distribuição de terra jamais ocorreu ofereciam lazer, pão, eles se acomodaram no assistencialismo tem banhos públicos para os ricos e para os pobres. Era preferível um prolis passivo do que revoltado.   

04/03/2015



QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES


Roma pegava sempre a elite e corrompia eles incorporavam os seus inimigos e transformava em aliados. O julgamento de Cristo  é porque Roma nunca interfere dentro de seus princípios. O acordo era com a elite, e que ele cumpra o acordo no caso de Cristo, não era problema romano até Pilatos lavou as mãos.
Eles enriquecem com essa relação eles acham importante e se a população se revolta o exercito romano resolve  reprimindo com violência. Zaqueu era um ladrão, o apostolo Paulo não foi crucificados, porque ele era romano ele fez a sua defesa dentro do império ele era da elite era um general romano.
A dinastia de Cleopatra prevalece porque ela faz um acordo com Roma, Paulo montou um novo cristianismo.   Como eles mantém as áreas dominados. A elite romana aprendeu que sem a clientelagem e corrupção ele não se manteria no poder, ela precisa corromper  e manter acordos com elite, dos inimigos.
A ESPANSÃO É DIFERENTE DA DOMINAÇÃO:  Como eles mantém o controle, tem que consolidar –ló com uma aliança preciosa com a elite nativa. Os gauleses resistiram bravamente, eles tentaram dominar os  druidas. Julio Cesar tentou corromper os sacerdotes, como não conseguiu ele matou todos.
A dificuldade Judaica, eles eram obcecados na sua religião, ela estava esfacelada, por grupos a qual João Batista faz parte daqueles que ficavam no deserto etc., Os acenios, os mais radicais  que pregava a luta de classe Barra Bas fazia parte desses. 
Os Fariseus eram os mais inteligentes, eles diziam os romanos iam passar, então tinha que aceitar.Roma elimina os radicais,  e faz acordo com os fariseus. PLUTOCRACIA:  O que  é um governo de elite de poucos. A elite nunca fazia acordos com os camponeses com homens livres, ela é vassalagem, e um sistema de clientelagem e subornar quem for preciso, eles corrompem compram, geralmente a elite local e com isso   se mantém no poder.   
O servo não me propriedade, o escravo é. O império ocidental romano  cai no século III, o feudalismo surge no século V. na alta idade média. 1000 anos de historia Roma nunca teve uma evolução para uma democracia, nunca extenderam os privilégios políticos para o cidadão para as camadas inferiores, ao contrário dos gregos. Em Roma tem uma massa analfabeta, que servia como massa de manobra, a palavra cidadão não se usava, era proibido.
Nem Wlad nem Duciomar  representa o povo, nos elegemos, mas nos representam isso não é democracia na pratica. Não é democracia. As cidades romanas eram empobrecidas, havia doenças, a palavra príncipe significa primeiro cidadão. Na década de 30, o Brasil não avançava em nada, Vargas acabou com anarquistas e comunistas. Em Roma não se debate a reforma agrária, em Roma se mata quem ousa debater.




ENRIQUECIMENTO  E EMPOBRECIMENTO DE OUTRO
Comparação com os Gregos 
Pag.55.

Como os romanos constituíram uma cidade no centro da península itálica, tem os italiotas, Roma se transformou em toda a península  Itálica, saiu para regiões alem do mediterrâneo.  Uma política imperial, o império mantém a unidade com centro uma relação de imposição e controle sobre as áreas de forma militar  economia ideológica.
Eles conseguiam por processo de aliança, eles não queriam tesouro para os seus cofres, eles queriam homens para seus exércitos. Montaram um exército peninsular. Montaram o maior exercito da época, tem generais egípcio, gauleses, das Grécia etc.  é de onde emerge  os exércitos aliados mas o controle é de Roma.
Os romanos pegavam as crianças com 10, 11, anos e iam treinar saiam com princípios  de lealdade  e disciplinados. Se eles dominassem as pessoas esses cediam as crianças. Outro ponto conseguiram devido terem obtido uma integração quando estendiam aos mesmos. Se morava na Espanha, mais podia ter a cidadão romana Paulo era judeu mas tinha a cidadania romana.
Não é só Oligárquica, Esparta Atena era ligada ao tema se saísse da cidade deixava de ser cidadão existe uma estrutura de ordem ligada a terra, coisa que não ocorreu em Roma, ser cidadão era estrutura e conteúdo. Os romanos se negava a estender os privilégios a plebeus  nenhum privilégios. A oligarquia se sente impérios ela estende aliança com quem ele acha igual, a ela ex. a Gália, Egito só para a elite, teve em quem se casou com a Cleópatra  porque ela tinha a cidadania romana.
A elite Ateniense não fazia aliança com a elite espartana, eles foram inimigos até o ultimo momento. A natureza oligárquica criava uma aristocracia – aristocracia  do grego quer dizer governo dos melhores. Roma domina e entrega o poder a uma aristocracia local, a vai dominando outras regiões.
Conseguiram fazer com que  a elite dominada quisesse viver dentro do sistema, dentro de Roma dentro do poder, tem até imperador africano, os últimos imperadores romanos eram todos africanos, nenhum era romano. Havia grupos que queriam ser dominado por Roma, para  que eles queriam o poder, e não queriam destruir o poder de Roma.
Esse sistema romano é uma forma política assim ele consegui soldados e aliados. Mas havia outros elementos econômico,  que permitia o exercito avançar,. Que qa importância do latifúndio escravo.


Podemos constituir Roma em:

Aquisição de aliados  da elite
Inserção de soldados      
Latifúndio Escravo


A importância do militarismo, o investimento em alto ocorreu a expansão do latifúndio. Latifúndio: pensa uma grande área na modernidade, o latifúndio da época era diferente, eles dominavam todo o mundo antigo em todas as regiões de mediterrâneo, a elite vivia em Roma, que não tem como constituir latifúndio em Roma.
Somando todos os latifúndios, eles tinham grandes propriedades. Eles possuíam em outras regiões  as características as terras eram dispersas a descontinuidade é distribuídos entre a elite de Roma. Uma pessoa só conseguia muitas terras 80 mil Roma tinha de terras, para uma única pessoa, as propriedades o Senhor da terra coloca vilas e mantinham um capataz que administrava, havia escravos que era administradores, tinha escravos em todas as funções, até de administrador tinha hierarquia entre os escravos.
Desaparece os camponeses em Roma, elite botavam os camponeses pela fidelidade,  Epartacos  era escravo. A escravidão exerce diversas atividades medicas filósofos, metalúrgico, etc. Até administradores e professores tinham.


Duas classes:

Pobres Plebeus
Aristocracia patrícia 



Ocorre o grande empobrecimento do povo romano, Ra comum tocar fogo, ocorria muita doença a peste nasce a ideia de servidão, as pessoas saem da cidade e vão  pedir proteção na vida por nada, para garantir a proteção nessas vilas vão de se desenvolver os feudos. O LATIFUNDIO A ESCRAVIDÃO A CONCENTRAÇÃO ROMANA E A EXPANSÃO ROMANA , (PAG.64)


EXPENCIONISMO NAS AREAS MEDFIOTERRANEAS


Formação da legiões
O comercio expandi, a cultura  romana ocidental, os comerciantes eram mais ricos.

QUALA DIFERENÇA DA COLONIZAÇÃO DO IMPERIO NO ORIENTE PARA O OCIDENTE


Não vai haver latifúndio escravo, no ocidente, é ele que cai primeiro , o Oriente. Cai depois de 100 anos, a do oriente. Os orientais viam os europeus como bárbaros, o império oriental garantiu a ciência a letramento, trocas comerciai etc.

QUE TRATAMENTO OS ROMANOS DERAM PARA O ORIENTE? A própria religião cristã quebrou, não foi na reforma, protestante foi na antiguidade que o ele quebrou. Quando eles chegaram  eles não mexeram em nada na estrutura  administrativa, ficaram intactas, na Ásia, as guerras não faziam nenhuma interferência social, a política privilegia alguém. Os governos locais permaneciam como eram, no Oriente, criaram  reinos independentes não conquistados.
 Houve uma latinização do império romano, dos soldados romanos! Porque ? na Grécia eles mantiam os romanos de acordo com a oligarquia, com uma cidades. O oriente sempre foi superior a Roma. Elionarro era o imperador foi canonizado e influenciado pelos gregos, ele era hermafrodita,  no final do império, houve uma orientalização.
O cristianismo é oriental,o mundo ocidental nunca influenciou o oriente, nenhuma grande religião que seguimos surgiu aqui. Cristianismo, Hinduísmo, etc. tem toda base no oriente. A única vez foi com a revolução francesa Grupos nativos dentro da mata, o ocidente não tinha riqueza  haviam terras, o mundo ocidental  e romano, eles foram conquistando  áreas consideravam grupos inferiores.
A índia tem 6 mil anos de civilização havia grande centro de cidades povoadas no oriente, não tem nenhum romano filosofo, tem generais, juristas, montaram um estado complexo, copiaram da Grécia, o panteão são os mesmos dos gregos, eles respeitavam o oriente não houve colonização já estava colonizado já existia cidades vilas etc.  
Tem uma força de latinização  da cultura romana, os principais são orientais. A moda a roupa a cultura, os romanos se vestem como os gregos, havia uma relação de respeito com o oriente,eles queriam a tributação dessas cidades que eram ricas Egito, Persa,  etc. do oriente.
A base de Constantinopla e a filosofia são herdados dos gregos, não aceitavam a crucificação, e os dogmas do cristianismo, Constituído em Roma tem interpretações até o século V não existia   patriarca o pai da Igreja em várias regiões existia os concílios empregava concílios em  Constantinopla.    
A Igreja se romperam , a Bíblia tem data histórica se reuniram para ver a religião cada religião estava visando de acordo com a sua religião. O cristianismo ortodoxo não tem hierarquia existe alguém que conhece a palavra, por causa da força da cultura oriental. O oriente romanizou os romanos, eles  deixaram de cultuar a religião de escravos  e estrangeiros, que é o cristianismo para a elite eram religiosos bárbaros a elite nunca se cristalizou não pode entender o mundo ocidental nem entender  o império romano nasce tudo, se o senhor feudal é necessário entender a base sobre  a sociedade ocidental. A base do ocidente emerge com a sociedade romana.


SEPARAÇÃO DO IMPRIO ROMANO DO OCIDENTE E ORIENTE (PAG.64).

Roma surpreende se volta para uma oligarquia “oligarquia quer dizer governo de poucos”.(pag.65).Como se deu o fim da republica apareceu o principado uma pessoa a cima do senado, romano. O exercito romano é o poder se ele mantém um bom salário, e privilégios, eles tinham  a lealdade dos soldados. As religiões passaram a ser fiel aos generais o estado paga mal, e não tinha aposentadoria. E veem com um instrumento de pressão ao estado e ao senado, eles os generais perceberam isso.
Começa haver uma guerra entre os generais, mas nenhuma legião invadiu a cidade, de Roma. Em Roma tinha uma grande guarda pretoriano, era a elite do exercito romano, nenhum general podia entrar a roupa dessa guarda era diferente era preta.  Os generais se tornaram a príncipes de Roma, imperadores de Roma Julio Cesar Marco Antonio. Eram todos generais era chamado de principado.

PRINCIPADO GOVERNO DOS PRINCIPER 9PAG. 67) 

Julio Cesar foi um principado. Augustos distribuía cereais. Período de imperadores gladiadores, Roma a cidade era o caos, tem uma realidade com 750 mil pessoas. Favelados, o livro didático não fala isso. No livro didático Schmidt descreve a luta entre os generais mas não dá o significado das lutas. Depende do camponês mas não dá assistência a eles, os livros não dizem isso, que o exercito era pela lealdade, o senado perde o poder, mais continua existindo. O professor tem que ler o livro técnico, se não ele vai ser um reprodutor do livro didático.
A retorado do senado em, volta e a volta da ordem, acalma o exercito conquista a obediência: 1- Garantir benefícios aos soldados. 2-Enfrentar camponês é diferente do que enfrentar veteranos de guerra. Cesar tira do seu dinheiro e financia o veterano dando credito dinheiro se resolve a crise assim. 
A indisciplina do exercito, e mantém o expansionismo duas medidas simples. O povo vive morrendo, ele distribui os cereais quando conquistam o Egito, a conquista do Egito permite isso. Mantém a população ociosa, sem fazer nada. O governante no império por direitos conquista e a luta entre generais, eles criam um sistema jurídico o poder, do principado era o poder da própria  lei. O principado é o ultimo período da historia de Roma, vários príncipes, as ultimas linhagens viveram ente dinastias o de Nero  foi o de maior riqueza.
   


11/03/2015
Antiguidade e medievalidade
Maria Martins
Roma pag.73
TEXTO MUNDO HELENICO

A forma que eles mantiam os escravos era através da guerra, as mulheres escravas era pouco eram mais voltada para o trabalho domestico, tinha uma dificuldade dos escravos reproduzir. Os proprietários incentivavam as escravas a terem filhos, através de prêmios “Qual a situação da escravidão  qual a conseqüência da não reprodução dos escravos e a ausência da falta do desenvolvimento  técnico ?” Existiram poucos avanços tecnológicos, não tem inovação, a riqueza é por base dos escravos.
A doença do campo e a ausência da mão de obra num momento falta escravo, em Roma, quem ia sustentado o estado romano, ocorre a crise da sociedade desarticulação do exercito. Ela não consegue  mais expandir e a partir de Marco Aurélio é a pax romana  eles vão apenas consolidam os territórios conquistados. 
Se não tem expansão não tem mais escravos, não tem reprodução, se não tem inovação no campo tinha que aumentar a quantidade de escravos mas não tinha guerra para isso. Não ocorre mais o imperialismo com isso saques era assim que eles enriqueciam.
Quem ia sustentar   a guerra e as massas ociosas sem guerra quanto menos guerra menos escravos. Ocorre um processo a partir  do século II. Os germanos os saxões, ainda não tinham eles proporem as populações das franjas virarem aliados através do sistema de colonato. Os grupos bárbaros podiam se assentar no interior da fronteira.
Eles formava uma muralha humana, contra os invasores, não existem invasões, bárbaras, o que tem é A GRANDE MUDANÇA  CLIMATICA,     até o século V,o planeta esfria, por isso comunidades na Germânia, Rússia, saxões, as terras viraram gelo, eles migram, as terras baixas cultiváveis no mediterrâneo que é parecida com a africana, sempre foram mais férteis.  
Não é invasão é migração os livros didáticos colocam invasões bárbaras, houve o deslocamento durante séculos não foi rápido, vândalos empurraram para o dentro da fronteira, os mais fracos que iam pedir proteção a Roma. Eles já conheciam a cultura romana e admiravam a cultura romana, não queimavam nem saqueavam o império romano. Os próprios bárbaros já estavam romanizados, já havia séculos de trocas culturais, e muitos queriam tornar-se romanos.
Carlos Magno é um rei pagão,  ele se cristianiza, constitui o dizimo da terras para a Igreja não existe a historia da invasão os Unos eram realmente bárbaros esse grupo não tinha contato com o império, os vândalos os Unos vêem empurrando os grupos para dentro do império em III séculos de invasão mas até elas já sabiam da importância do império romano.
Os bárbaros forjaram reinos Pagãos e cristãos, casamentos etc. a imagem ruim dos  bárbaros é pelo preconceito, Santo Agostinho desqualifica os bárbaros como sendo rudes, ignorantes, pagãos, foi construindo ao longo da historia e do tempo.  Bárbaro é quem não faz parte da cultura clássica Greco romano, todos eram bárbaros eles diziam que eles gruniam os romanos os romanos se recusavam a falar outras línguas.
As invasões foram importantes por conta da crise romana ocorre uma relação de parceria colonato me servidão que nos vai gerar o SISTEMA FEUDAL; são V séculos 500 anos  para ocorrer a sincretização da cultura  romana. São 500 anos de contato de relação conflituosa anexações, entre unos e Vizigotos, contra vândalos  seltas etc. cada etnias há uma relação diferente
Eles eram tribos não conhecia a estrutura tribal era as famílias de guerreiros que mantiam relações  com os romanos.essas trios mantiam laços de fidelidades, famílias, ao contrario dos romanos, que eram um sistema jurídico e econômico,m ter filhos era visto como uma forma cívica, vantajosa economicamente. Em Roma eles matavam os seus pais, e mãe, eles queriam se dar bem, contra a principal eles criaram o sistema jurídico para evitar o conflito.
Roma muda quando ela se cristianiza, tinha que amar os filhos, se modifica se reflete na vida privada de Roma.  Tem a Roma pagã e Roma cristã. A base do direito é a tradição não existe lei escrita, testamentos que rege os direitos, dentro das comunidades bárbaras. Os romanos eram especialistas em direto, o direitos romanos eram altamente complexos, das propriedades da terra etc.
Os romanos são práticos, querem estradas, soldados,  não são filósofos, ocorreu a crise cíclica tiveram que usar o sistema de colonato e bárbaro, não era escravos, mas não eram livres que surge a servidão feudal. Um dono de terra assenta as terras invadidas, e dá terra para eles vai se tornar seu colono estabelece uma relação de subordinação uma relação de aculturamento até a língua que era latim.
Essa tribo queria se tornar romanos, e formaram uma elite tribal mas a relação era diferente nos romanos, o soldado ganha salário distribui os saques, as tribos a relação  é  de fidelidade, a origem de sistema de vassalagem  é uma relação de mutua dependência. O direito de lar o que eles conquistavam era deles, eles engravidaram as mulheres conquistadas através do estupro, porque não haveria mais a linhagem dos vencidos.
Tema que desconstruiu a imagem das invasões bárbaras, existe contatos inter étnicos por 5 seculos, entre romanos e outros grupos, ocorre uma relação que chamamos de SOCIEDADE FEUDAL.
Eram grupos os Ungros diferente dos valores romanos, a Europa nasce num conjunto de relações a instituição poderosa que é o cristianismo “estoica”, e o desligamento do material . a obra de Santo Agostinho “Cidade de Deus”, aqui nada presta na terra, lá é o mundo da perfeição a cidade dos homens é deformada e emergência do pensamento estoico.
O pensamento final de Roma é o estoico é o cristianismo, ela se junta a e surge o cristianismo medieval, na idade media, não há futuro para o homem no século V ao XI é um mundo de guerra de fome difícil de se viver, o homem medieval é um homem desesperançado ocorre poucos avanços.
A crise do próprio império cria uma nova mentalidade. Os romanos cristãos começam a perseguir os romanos pagãos, eles falam é por culpa deles do paganismo que está difícil a vida. O cristianismo era uma religião de pobre, os ricos não queriam saber da salvação nem acreditavam nisso. Depois o cristianismo se torna uma religião perseguidora.

TEXTO IMPERIO ROMANO

Paul Veyne, analisa a capa do livro, um casal romano não se apresenta uma sociedade luxuosa , esse casal tem uma posição de superioridade dentro de Roma. O cara segura um livro de uma cultura letrada, refinada é a forma como  ele se apresenta.  Natural em Roma para distinguir grupos social e a cultura letrada o refinamento do gosto. Nenhum romano rico  criava as folhas eles tinham matrizes gregas,para aprender a língua a cultura romana.
Hoje os ricos de destacam pelo consumo e na ostentação da riqueza no mundo antigo quem tinha cultura era os ricos. Os livros são instrumentos familiares culturais aptos para a leitura isso quer dizer que existia grupos que não eram aptos para a leitura.Os caras nasceram para ter cultura, Sócrates   disse que o conhecimento era apenas para a nobreza. Surgiu os sofistas, que vendiam o seu conhecimento o Sócrates odiava eles.
No Brasil o negro é bom trabalhador, o branco é para pensar, o índio é burro é uma herança do mundo clássico. Os romanos são aptos a cultura letrada, mas muitos escravos e pobres tinham acesso a uma certa cultura. COMO É SER ROMANO: Historia do cotidiano, a ideia  mostra o cotidiano como se casa pra que nossos cotidianos,  qual a sacada, o que o cotidiano nos revela.
Ex; narrativas do círio de Nazaré... Qual é a ideia quando a etnografia, isso é  a expectativa da historia  cultura. O cotidiano revela o imaginário e a forma de pensar dessa sociedade, nos revela o imaginário imagética o que se pensa que você é o imaginário. Faz entender a estrutura da mentalidade.
A paternidade não é uma questão biológica, ela é jurídica, o homem podia alegar que não é filho dele, eles abandonam as crianças nascidas livres abandonam na porta da casa e o aborto é legal também. Não havia muitos  romanos era uma questão natural legal de não reconhecimento dos filhos não eram mal visto, como hoje se você abandonar uma criança.
A partir do fim do império romano, quando uma nova moral surge o cristianismo a parteira jogava a criança no chão, se o pai levantasse , ele seria o reconhecido, era uma simbologia. Os judeus reconheciam todos os filhos,  até os bastardos, mas dentro de Roma não acontecia isso o pai decidis se reconhece ou não a mulher cabia a função de reproduzir.
A mulher não pode reconhecer é uma prerrogativa única do pai. O reconhecimento com ser é o reconhecimento político, eles davam a criança para  o escravo criar mas ele seria um escravo, não era reconhecido. Seneca é necessário afogar as crianças mal formadas deformadas, é preciso separar o que presta do que não presta.
Mas o que leva o rejeitamento  existe três razões.  A miséria de uns  e a política patrimoniais tanto para ricos e pobres rejeitavam seus filhos .os pobres abandonavam porque não tinham como sustentar. E os novos ricos a classe média, porque não teria condições econômicas que mantivessem aquelas crianças, no patamar igual ao deles  para garantir e manter a ascensão  social largavam,  rejeitava etc.
Em Roma se legitimava o aborto era legitimo, juridicamente, era cultural aceita. Eles rejeitavam filhos legítimos, mas ao mesmo tempo adotavam. Os ricos rejeitavam para não fragmentar mais a riqueza, já estava dividido entre os filhos, as crianças raramente sobreviviam mais podiam ser adotadas estratégia da mãe a confiar o filho a vizinhos e a subordinados mas nunca reconhece-lo.
Também por suspeita de infidelidade das esposa, não existia o sangue, não tem o fator sangue tu é meu irmão não existe isso. O que vale no ocidente é o sangue se reconhece em Roma não interessa se tem o sangue, não existe amor filial, família baseada em relações afetivas. 
A moral do amor filial da família, do pai e da mãe pelo filho não existe a família nuclear é criada pelo cristianismo. Tem que fundamentar que tipo de família está se defendendo. Hoje existe vários tipos de famílias homem com homem e um filho, uma mulher com um filho as mais variadas situações.
Como eles garantiriam o seu nome, privilégios, a sua linhagem que não é o seu nome. Ele dava o nome para outra pessoa, que não era o filho dele. Os antigos escravos tinham o direito do seu nome, e garantiria a ascensão pela ordem econômica e se dava pelo reconhecimento da paternidade.  
As mulheres em Roma tinha a função social de reproduzir quando chegavam a ter três filhos ela cumpriu a sua missão, com Roma ela podia fazer o que quisesse. Casamento é um dever cívico, é como votar hoje, em dia não se casa por amor.
Porque ter apenas   três filhos causou problemas social em Roma? Ocorre o decrescimento populacional diminui a população humana. E permite a numero de escravos. Todas os escravos imperadores romanos foram traídos pelos seus filhos, assassinados, as crianças romanas não estabeleciam sentimento afetivo pelos pais, por conta da educação , assim que nasce é entregue a uma nutriz, ele convive com nutriz  e o pedagogo, contratados. As mães romanas não amamentavam os seus filhos, não havia um laço afetivo com os pais.
Marco Aurélio  foi um grande imperador e pensador, ele disse era um estoico. Nas casas ricas a educação não era pra família, era para formar cidadãos romanos, para conduzir o negocio  da família  não pode ter vícios, não pode diminuir a riqueza a ideia é amplia-la.
Mesmos criança adotada ou aceita, vai ter a mesma educação a mesma honra não  fazia diferença. ADOÇÃO: Vinha em vários sentidos quando é reconhecida só recebe a herança quando ele morrer, o pai, mesmo quando tinha filhos vivos, podia adotar se o filho não o representava dignamente podia rejeitar. O bem Hur é um exemplo ele era um príncipe que virou escravo  e é adotado por um Consul, ele adota o Bem Hur um adulto



12/03/2015
QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA

TRABLAHO DO DEBATE

A RELAÇÃO COM A NATUREZA

*A relação coma natureza possibilitou aos homens uma nova visão diferente da natureza
*Em relação fez eles pensar a forma de viver com a natureza era uma luta b pela sobrevivência
*Com a seca do rio Nilo, muitos se venderam como escravo para sobreviver, alguns chegaram a comer carne humana.
*Eles deram muito valor a sua descendência, devido essa rigidez da natureza ea virilidade do homem era questão de honra
*A mulher fértil é muito considerada, a estéril era desprezadas. 

QUARTA-FEIRA
SOCIEDADE E CULTURA NA ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE
- MARIA RAIMUNDA MARTINS GONCALVES
18/03/2015

Nesse  texto, ele constrói uma relação  entre as fontes  e as narrativas ele ensina como utilizar a fonte histórica, da narrativa, 1º fonte histórica,. A imagem é a evidencia daquilo quem estou falando.

ATENÇÃO: precisa usar imagem no TCC. Esse texto é uma aula de metodologia.   

Qual é a preocupação de se descrever Roma? Aprendemos a escrever como se escreve, Chalub ele  gosta. A preocupação é entender a vida cívica, não tem vida natural, o crescimento adolescência casamento, viviam para o poder publico. Caso se ele tivesse que apresentar algo sempre, eles  eram superficiais mais que os gregos. Que o sentido era a polis, a defesa da Polis. Os Romanos estavam, preocupados com a vida cívica, para ter status. Era como se fosse uma vida de aparência, tem Cícero, Plínio. Mas eles não tem o impacto dos filósofos gregos, a preocupação é com o poder.
Para exercer o cargo político, precisava ser pai precisava ter o status de pai, da herança patrimônio e político. Sêneca diz, o casamento é errado, mas é necessário. Só pode alcançar o sentido se analisar o cotidiano, isso é o imaginário ai terá então  a mentalidade. Ocorre aquelas duas necessidade romanas, uma é laica,cívica,pagã, materialista, e patrimonial a outra é historia e naturalista a ideia de ter filhos.
PAG.31: A ESCOLA: escola não é educação, ainda não se via como instituição educadora. Que tinha acesso? Em Roma apresenta o orgulho do mundo antigo, a cultura era a forma de status, a importância não valia pelo patrimônio, mas pela formação clássica, ele não tem o domínio de fazer o jogo do discurso. Mas não para o desenvolvimento do ser humano, mas o uso social da  cultura   Greco romano, o acesso a cultura e a cidadania a sobrevivência da Polis.
Para Roma era status de ter um livro, uma criança era condição de posição social, status as duas sociedades preocupam-se com aspectos culturais. Mais diferenciados. Existe um calendário escolar. A maioria da população tinha acesso a escola, mesmo que essa escola seja rudimentar.  Através de cerâmicas, são as fontes históricas. O acesso ao letramento, eles tem acesso mas o acesso a uma educação elitizada, era outra coisa, muitos recorriam aos escrivães públicos eles eram acionados pela grande população que carecia de uma instrução maior. E ele tinha essa cultura mais aprofundada, e essa educação era pra elite.  
As escolas eram mistas, na mesma escola era até 12 anos, existe o rompimento para meninos e meninas, com 12 anos ricos e pobres mudam de destino, Roma não foi democrática em sua historia, ao contrario dos Gregos. Em Roma os ricos vão para a vida política,  e eles iam precisar do voto dos pobres, das pessoas; por isso eles tinham que ter uma formação mínima. Já os ricos tinham que ter uma formação melhor do que as massas porque eles iam par ao mundo político. O rico vai ser militar, sacerdote, ou político, os meninos é que nem parecido no Brasil atual, os pobres gostam de ver  os políticos falarem, quando se aperfeiçoam na oratória. 
O que a sociedade romana queria desses jovens. Eles iam estudar os autores clássicos,  e a mitologia, o acesso a esse conhecimento era pra identificar que aquelas pessoas eram cultas, como símbolo de distinção cultural. As meninas aprendiam a tocar e dançar   com 14 anos tinha que casar, não saia daquilo, o fim era triste, não havia mais expectativa para essas meninas. Aos 14 anos amenina já era adulta. No Brasil só é adulto aos 21 anos de idade. O Brasil é uma sociedade paternalista, no Brasil colonial, as meninas menstruavam tinham que casar muitas morriam a comida dos escravos eram melhor, arroz, feijão, muitas meninas morriam não podiam amamentar. Não havia infância no Brasil colonial os jovens tinham que pedir a permissão do pai para fazer a primeira barba.
Se o pai  e ou marido morre, ela herda a herança, mas se tivesse um tio, ficava sobre a tutela dele. Em Roma foram impostas atividades físicas musica, as meninas para entreter o marido nada mais. Para  que o menino rico de Roma estuda? O status era  uma consequência da instrução, não é servir Roma, mas de que se instrui-se nas belas letras. A educação utilitarista preocupados com se instruir-se  não se preocupa sem prepara-los para a vida para exercer a vida cidadã ao contrario dos Gregos que preparava para assumir qualquer atividades na polis.e vai defender as opiniões dele, se ele falhar a responsabilidade é dele, se ele der uma péssima ideia para a Polis, pode ocorrer o exílio para aquele grego.
O Romano tem todo o império, o grego não só a polis (pag.34) => Comparação das duas educações. O grego tinha muito tempo de formação mais do que os romanos, eles passavam muito mais tempo no ginásio do que os romanos. Eles tinham uma autonomia sobre seus pensamentos, e controle do que os romanos, esses bebiam das fontes intelectuais dos Gregos. 
Os romanos deram pouca formação para os seus jovens. Em Roma só vai existir maior idade, no século I. aos 14 anos eles passam ávida adulta, 16 e 17 , já exerciam a carreira publica. Já é militar, sacerdote etc. (pag.35) => Ele aprende fazendo, não existia formação teórica, é praticada para o sistema complexo de Roma. Ele aprende com os subordinados, com a nutriz.
   Esses jovens achavam que mandavam, mas eram manipulados, controlados sofria influencia dos seus pedagogos, pensavam que decidiam, esses garotos nutriam ódio por seus pais, que eram alimentados por seus professores ou pedagogos  e nutriz . (pag.36) => Nãotem uma função social as escolas, elas não tem em teor social, ensino de currículo, escolas hoje é humanista, a ideia que o aluno percebe –se na diferença para entender que ele não pense que vivia sozinho, o ensino não é nacionalista, ele é étnico.
 A escola não tem utilidade para Roma, ele acaba por si mesmo. Sêneca foi convidado para o senado porque falava bem. O que é a retórica? O cargo mais alto é o senador, só com 60 anos a  retórica não é falar bem, mas   é ter razão e coerência do tema. Tem que ter a capacidade coerente  e argumentativa sobre o tema.
Retórica ensina os alunos a debater os alunos debatem nos EUA  com todos. Antigamente nos EUA eram os negros com os negros, e os brancos com os brancos. No filme com Denzel Washington Denzel Washington

Filme
 O Grande Desafio

Melvin Thompson (Denzel Washington) é um brilhante professor e amante das palavras. Embora tenha convicções políticas que possam atrapalhar sua carreira, ele decide apostar nos seus alunos para formar um grupo de debatedores e colocar a pequena Wiley College, do Texas, no circuito dos campeonatos entre as universidades. Mas o seu maior objetivo é enfrentar a tradição de Harvard diante de uma enorme platéia. Inspirado em fatos reais. (RC)
Retórica ensina os alunos a debaterem nos EUA, tem grupo de debates da faculdade X e argumenta com tudo,  eles vão debater na universidade de Ravarge
Retórica (pag.37) => era um jogo de sociedade capacidade de conhecimento  e de convencimento das massa. Poder da retorica, que ela citou é Ronaldo Passarinho. E entre os pastores também tem muito isso. Quem  entende pode colocar o discurso como coerente, e quem não entende pode achar lindo o discurso. 
O FIM DA JUVENTUDE=> Havia uma escrita jurídica, para isso eles faziam tudo o que eles queriam, usam a posição social para fazer as desordens  publica, se reconhece, eles espancavam burgueses, violentavam prostitutas, quebravam as casa, era o momento que podia fazer, antes da chegada a fase adulta. É a passagem,a idade é a a partir do 14 ano. São privilegiada da juventude.
Na hora do casamento acaba  as relações com as amantes, e os favoritos. Até depois do casamento porque ele vai exercer a vida publica.   Quando chega o século II era muito comum, o sexo e aparecia muitas doenças existia desde a época de cristo principalmente nos bairros pobres de Roma onde esses jovens praticavam  essas coisas.
Era uma moral ligada as lendas, surge a preocupação com a saúde, com os jovens,  no século II. Passa a ter que viver puro até o casamento, não era cristão, era de higiene, (pag.38) =>O casamento se  fundo entre instituição cívica e natural, de que o homem nasce para a mulher. Não é um pensamento cristão, é concepção medica, marco Aurélio diz que se salvaguardou é orientação para a elite,romana (PA,.39) =>os médicos descrevem a ginástica para aliviar a pressão do apetite sexual, para tirar a energia, viveria de amor  da deusa Venus. Pratica de esporte, e guardava-se para o casamento. Deve-se evitar a masturbação não que ele tire a força, a ideia é que a masturbação eróticaza  muito sedo o jovem.
Com 18,19 anos todo mundo casado pode transar a vontade, com a mulher, no século II nos antes tinha que se resguardar. A partir do século II Roma mudou surge o sentimento de amor. Do entusiasmo do cristianismo. (Pag.39) =>  Passa haver uma utilidade de moral, histórica cristã Marco Aurélio ele é estoico ele é imperador, já dentro dessa mentalidade.
Um jovem que se endividava por prazeres sexuais, não era um bom herdeiro, o bem tinha que ampliar  o patrimônio, tinha por objetivo selar pelo seu patrimônio . O rapaz pregava empréstimos, quando ele herdava, já estava endividado.  O filho passa a ser escravo do pai, ele poderia ordenar até a morte do filho. (pag.40)=> maior preocupação com a preservação do patrimônio da família, o jurista ninguém poderia fazer empréstimos antes de completar 25 anos, havia todo um controle sobre eles.
Existia varias tentativas de assassinato dos pais, porque eles queriam usufruir   do patrimônio (pag.41)=> SERVIDÃO FINAL:  se ele for de encontro se ele perder a herança, mas o nobre podia exercer cargos  políticos, mas não sem o consentimento  do pai tudo envolvia a permissão do pai.
TESTEMENTO: Se o pai morrer, primeiro é o fim da escravidão, quando o pai morre os filhos se tornaram adultos independente da idade, estão livres podem usufruir do seu patrimônio, quando não tem ninguém. Ao longo da vida, ele cria vários irmãos, que foram criados juntos, como na casa de Nero  que a nutriz fica com ele até o fim.
A mulher é mais complexa, se não casou ou é divorciada, torna-se herdeira, livre para se casar novamente, se o pai morresse, se não a herança cai sobre o tio caso exista um,  coisa que ocorre muito no Brasil Colônia. Os pais se preocupavam em casar as filhas sedo.
(pag.42)=> Obsessão do patricidio, (é a morte do pai). Hoje é fácil provar quem matou antigamente não, geralmente  é os amante ou favoritos nutrizes que matavam com veneno etc. Choviam denuncias dos filhos assassinarem os pais,mas nãotinham como provar, e os pais sabiam dessa realidade, que podiam ser assassinados. Torna aquela pessoa um cidadão completam,ente emancipado. Como se dá essa relação das emancipação? E testamento ele era lido em Roma, publicamente  e algo o ultimo discurso retórico falava mal dos inimigos  e elogiava quem o ajudou.
O QUE MUDA PARA A IDADE MÉDIA?  Não tem isso era uma sociedade oral, se sabia que ia morrer, e chamava todos as pessoas e falava o que queria , era o ritual do leito de morte, das ultimas  palavras da pessoa. E Roma os sepultou não consideravam esposa amada mas que ela faz o seu papel, não tem relação afetiva, amorosa.

“A historia é uma viagem ao outro desconhecido”

É a capacidade quando se diz que é parecido com a gente, isso é um problema, a historia não se repete. A sociedade romana  é muito diferente não era uma vida familiar, intima, mas uma vida publica não tem ideia de amor de sentimento, o jovem casado podia manter a amante  ou os favoritos. A jovem podia ter os seus amantes, dentro do espaço  da casa, era uma sociedade de capa a traição das mulheres alguns reconheciam outros não.
Os gregos são completamente diferentes os gregos são ativos, o conhecimento é voltado para o seu crescimento, na idade media acaba a vida cívica romana, o estado publico, voltasse ao que lhe interessa.




13/05/2015
Quarta Feira
Antiguidade e Modernidade
Maria Martins
POS B1

Na educação protestante a lógica é o lucro.

IDADE MEDIA:
As mentalidades econômicas propostas ligada a longa duração, é difícil fazer a historia do cotidiano é a mentalidade praticas sociais religiosidade economia naquela comunidade, isso não é historia é antropologia. “O Ipiranga está se afogando da historia, na UFPa, é historia, pura, dialogam com a pedagogia, filosofia, antropologia, e se afastamos dos outros, cursos superiores. Afastaria do TCC. A questão da memória esses trabalhos está muito solto. Aqui na faculdade.  Temos que descrever o nosso tema TCFC e etnografia.
A  geração dos Annales não faz mais historia social, é historia Nova. Legoff como nasce o capitalismo a usura, dos Annales ele foi o que mais progrediu, foi muito criticado (critica, não seria uma dinâmica social, os conflitos).
Resgata a maneira, recuperando revalorizando, não existe caso o passado nçao existe, para alguns historiadores, é uma concepção da nossa mente, nenhum historiador descreve o passado, 30% é ciência, 70% é imaginação. O passado é uma invenção do presidente, Legoff tem que discutir a questão do tempo.
Os tupis para eles a idéia de passado tem a terra sem mal, existia ele é idealizado sempre se revive o passado, como bom, tem que ter cuidado. Toda sociedade humana nunca se conforma com  o presente, ou se projeta um futuro. Os Tupis migravam, eles não paravam eles estavam atrás da terra sem mal, um lugar onde não tinha doenças, morte, a flechas voadoras  iriam caçar a comida etc.  
Percebemos como é regido  pela mentalidade tivemos um passado glorioso, no passado, o cristão queriam chegar ao éden, hoje não se executa hoje, em várias regiões, que é degradante.Quando chega  kardek é o fundador do espiritismo, mas ele fala em uma decadência. 
Este e os primitivos é diferente, para os Tupis é um retorno, o tempo cristão é linear, tempo progressivo, cronometrado, para Marx o final é o comunismo, todos felizes. Tem que fazer o recorte. Depois do éden os homens caem em decadência, hoje tem  uma idéia de decadência nada presta, a idéia dos cristãos é de S Agostinho, cidade de Deus não é da Bíblia,  para ele é a decadência a única luz do mundo os gregos acabam de se apagar que era Roma. 
O mundo inteiro era pagão, bárbaros para S. Agostinho para o homem medieval, é angustiado, para ele acredita estar vivendo no inferno. A condição da Europa era complicada. A idéia de salvação  é de que ninguém sabe não adianta ser bom, não se sabia o livre arbítrio sé Deus sabe . O mundo medieval é complicado. O nascimento do capitalismo vêem dos banqueiros, nascem um novo tempo, o do dinheiro e o tempo cronometrado, antigamente só havia o sino na idade media, não tinha relógio,  o sino era a hora, hora de se recolher, hora de trabalhar.
Não gostavam da noite, ela era dos elementos negativos, era a noite que o mal sempre se manifestava. Na mote do Dom Vicente Zico, os sinos tocaram diferente, o tom era puramente medieval, e foram junto o da basílica e o da Sé em Belém do Pará.
O clero não se reproduz, de onde vinham os sucessores, vêem da classe nobre, da elite, da no9bresa feudal dos camponeses é que não vinham. A maioria dos guerreiros controla a massa camponesa. A formação é TRIPARTITE, é errada, 1-CLERO 2-NOBRESA 3-CAMPONESA. É o que os livros didáticos apresentam e é errado.
A monarquia tem uma  natureza sagrada, na idade media, acreditava-se que eles eram especiais. Quando era coroado, era um ser sobrenatural tocar as vestes do rei era importante. Porque eles acreditavam que era o rei o único ser, tem que passar por rituais para deixar de ser humano, na idade média o poder é sacro, passa pro três grandes cardeais,é um processo de sacralização, e de desumanização, ele era o principal deus na terra.
Feudo não é a grande propriedade ele é uma   “concessão”, de um senhor , pode ser uma saca de trigo etc. de um senhor para outro. “é errado pensar que a sociedade feudal e o feudo se constituída por terras, e o feudo é uma mercadoria”. Mesmo assim, a maiorias das concessões era  as terras, por isso cria-se uma confusão com esse termo. Chamado de “domínio de um senhor”. Alguns livros didáticos vêem como senhoril.
As terras do senhor eram trabalhadas três vezes por semana eles os camponeses iam trabalhar nas terras do senhor, e nas terras dos camponeses duas vezes por semana. Marx falou que o trabalho não pago gera o processo de desenvolvimento dos senhores, ocorria representação dos senhores, que era os aldeões tinha que pagar se não mandavam a cabeça do senhor.
“os camponeses eram os ALDEÕES”. Quanto mais feudos, concedia mais poderoso numa sociedade que não tem leis, era uma sociedade Barbara, já havia seqüestro desde aqueles tempo.  
A SOCIEDADE MEDIEVAL: Diferente dos Romanos e gregos, não tem escravos, na decadência de Roma, eles saem da cidade, eles entregam a vida ao Senhor simbolicamente eles botavam uma corda no pescoço, e entregava ao senhor feudal, isso significava entregar a vida dele ao senhor. O senhor não trata igual a “escravos”, igual a homens livres, igual  os romanos e gregos. Ele não é escravo, mas não é livre, ele  é um servo tem lote de terra e escravos, e de servos, o camponês não pode separar  ele da terra.
Se nasce predestinado, a nascer numa classe social na idade media, a nobreza medieval, era a elite guerreira do ex exercito, romano de grupos guerreiros, a elite é guerreira. Para o Apostolo Paulo, toda os homens não são servo de Deus, ele modifica o cristianismo, toda a autoridade é legitima de Deus, mesmo que o rei mais cruel ela autoridade.
No final do império, os Cristãos foram muito inteligentes, tem o Cezar e os senadores, eles copiaram toda a estrutura do império romano, porque é Uma instituição disciplinada e hierárquica, quem manda é os cardeais, todos acreditavam que eles tinham uma missão. Pela igreja, se mata, porque era a missão, até a igreja acreditava nisso.
Não tinha a idéia de nacionalidade, não havia identidade nacional, se dizia que era cristão, quem lutava era os guerreiros, não a Igreja. A igreja tem um papel importante há um embate espiritual. A igreja protege os homens contra as terras os camponeses, moravam junto, com os  animais, para se aquecer do frio.
Tem os guerreiros, mas não consegue expulsar os demônios, quem expulsa é cristo cedendo o poder    ao santo. No desenho,  são Expostas na iluminaria. Na idade media poucos leitores, eram os sacerdotes, que liam os livros, o livro era riqueza, não um bem de consumo, os ecloratores não é só camponês, era ferreiro, etc. o domínio senhoril, é um domínio de economia. Diversificados ela é auto-sustentável.
Tanto o camponês,  quanto o servo, a vida não era fácil, os católicos as terras vitrais é da alta idade média, cavaleiros,  tudo bonito não existia, era tudo ilusão que mostra os filmes, até o século X.
O QUE É A VIDA DE UM HOMEM: A igreja diz, a  tua vida é a guerra, o homem é movido pela fé, e grande espiritualidade. A instituição desde o seu nascimento, diz onde você vai.
IDADE MÉDIA: 1-ALTA IDADE MEDIA – 2-IDADE MEDIA CENTRAL -  3-BAIXA IDADE MEDIA. As igrejas eram forte, as pessoas se refugiaram a igreja de Notri- Dame, já é rica um feudalismo consolidado.

A INSTALAÇAO DOS BARBAROS

A IGREJA sede títulos de imperador, de Carlos Magno, mas ele teria que fazer a conversão de todas as tribos, e ao catolicismo dar o dizimo de 10%  das terras conquistadas, em dizimo, foi ai que a igreja conseguiu muitas terras. A igreja no inicio do século V, não tem poder, é a partir de Carlos Magno que ela consegue as marcas territoriais, organizada por um Marques.  
Na idade media no século V, e a sociedade feudal, é diferente século XI, está se formando a sociedade feudal, a alta idade media, ou para outros historiadores antiguidade tardia.
A Europa é pequena é porque cada pedaço, de terra é significativa, o tratado de Verdum, a 1º guerra mundial é por esse tratado, a reunião  dos tratados bárbaros, assim começa a Europa a nascer, nascia na idade média, elas é muito fragmentada cada etnia tem uma ligação. Com o passado, existe povos que nada tem haver com a Espanha ou a Alemanha alguns até querem se separar. Eles até preservam a sua memória e história, nem a língua é a mesma; “OBS; não anotei qual é a região”    
Perto da idade da Europa, nos somos muito jovens, nossa memória é muito jovem, o europeu guarda tudo, tem grande preocupação com o passado, as etnias tiram camadas da historia e vêem os primeiros mapas, para ver se eles estão lá a provam a sua posição na história.
Começa o isolamento da Antiga, província, romana, se não tem comunicação o comercio para o diclinos. A produção agrícola, e artesanal como ela deixou de ser ela passa a circular na região o vidro desaparece, a produção agrícola, e artesanal começa a se restringir. O dinheiro começa a desaparecer,
Para mar, o dinheiro não existe ele é de troca, ele só existe dentro de relações comerciai, passa a ter torça. Dinheiro só nas grandes transações comerciais.. Voltaram a ser floresta, campos vazios a Europa medieval volta a ser verde, o comercio se restringe a produção agrícola, se retrai só para a subsistência daquela comunidade. A terra descansa por 500 anos depois da produção do império romano.
COMO OCORREU A DIAPORA NA EUROPORA APOS O FIM DO IMPERIUO ROMANO; No século 5º as cidades foram abandonadas, com o processo da ruralização a Europa passou a ser uma área rural, as poucas cidades são dos sacerdotes, bispados, como podemos interpretar esse processo de fuga. A cidade era a principal obra dos bárbaros, a fuga das pessoas era por causa da fuga da produção agrícola . Roma era tão sofisticada e a processo de construção de estradas e transporte, ela tinha produtos de outros continentes, isso facilitava o comercio com o fim do império essas cidades ficaram isoladas,  sumiram as mercadoria.
Não tinha alimentos dinheiro, a necessidade de se alimentar não são as invasões bárbaras até o fim do século  XI 11, os ricos tinham terras, e os pobres migravam para o domínio dos ricos,. Os bárbaros aceleraram esse processo, mas  não é o principal  motivo única saída era se realmente a servidão de um grande senhor feudal, antes eles viviam a custa dos estado em Roma. Inicia a estratificação, não pode mudar de posição social, camponês  nasce camponês e se casa com camponesa toda sua linhagem vai ser camponesa assim para as outras classes.     



20/05/2015

Quarta Feira
Antiguidade e Modernidade
Maria Martins
POS B1


Texto: Conclusão da Antiguidade a Idade Média Continuidade e Ruptura

Os ocidentes tem uma originalidade a civilização do ocidente metal, são todos originais não tem influencia grega  e romana, africana ou asiática. A palavra Europa não existia, “Europa é uma deusa”, como a Europa nasce ela passa a ter uma identidade especifica.
Porque a Rússia não é européia, a igreja católica medieval não é a igreja existe  primitivo, é a igreja católica é completamente deferente da primitiva. A Igreja rebelde igualitária, deixa de sair para se tornar a igreja católica, que copia o estado romano.
A reforma protestante não representa muita coisa, porque quando ela surge ela quebra. A Igreja católica romana se afasta do cristianismo primitivo. O cristianismo ortodoxo não tem padres, imagens, vivem muito ligado ao islamismo,. A Bíblia católica é muito recente, a Bíblia não existe  antes da idade média.
O que existia era textos, fragmentos houve problemas na  tradução, pelo protestante tinha tradução em grego, romano, a estrutura política e econômica vão filtrar até o século XII 11, a Europa é Cristã, não existe regimento.Sistemas de irrigação já era conhecido mas desaparece, na idade média.
Os maias eram muito superiores a eles, tinha aquedutos, era a tecnologia romana um sistema hidráulico, como eles perderam isso, como desaparece? Legoff, fala, problemas com o fim do império romano eles perdem as cidades, que desaparecem na idade média a cidade é diferente da Romana que tinha lazer, esporte, estudos. Na idade média tem outras características, são espaços sacerdotais.
Diante, cidades em que cidades as pessoas viveram a romana eras militarizada, e medieval não, existe um processo de destruição até nos momentos antigos, eles colocaram um marco, um momento em cidades conquistadas, esses momentos foram destruídos.
A igreja se reapropria e transforma  os vestígios do império romano, não conseguiram constituir o sistema romano foi construído uma nova civilização. A peste não é a reconstrução da cidade já existia antes, eles saíram do campo para a cidade Legoff diz, a Europa é assolada ao longo da idade media.
O século VII 7, foi tão cruel que cria-se a idade a partir do misticismo, no inicio da idade média mas a partir do século X 10, a Europa começa se recuperar, não existe sociedade feudal, IDADE MEDIA  SOCIEDADE FEUDAL: são coisas distintas.
Na sociedade feudal, é quando começa a se estabilizar para Legoff a idade media vai ater o século XVIII 18, as estruturas feudais continuam para ele não existe idade moderna. As estruturas mudam, no século XVIII 18, A idade media é um período histórico que vai nascer da convergência cristã, na romana surge a sociedade feudal. 
2º CONCLUSÃO: Continuidade ou ruptura? A queda acentuada e esse abandono, das cidades do império romano, existe  o retrocesso da ruptura do império romano,é uma ruptura existe uma regressão tecnológica, de conhecimento, na aldeia as cidades são de madeira, as ferramentas são de madeira, antes tinha mais tecnologia, e de dominava o ferro.
Na Europa eles reviravam a terra, por causa do frio, com garfo de madeira, era difícil a cultura alimentar, muda antes acreditavam que a carne dava força, virilidade, depois, muda, antes a cultura que a carne dava força, os camponeses deixavam  eles comendo batata, os bárbaros comiam até carne crua .
Os romanos comiam  e os Gregos tinham salada,azeite vinhos. Era o mundo civilizado, e4xiste uma regressão de gosto dos costumes a educação do cidadão, era diferente tudo isso desaparece, “ uma regressão dos costumes”. Legoff via como costumes e os hábitos transformam através de documentos “os chamados delegacias, onde se registrava os ocorridos quando alguém infringia algum certo comportamento a igreja registrava”.
Os reinos bárbaros tratavam os cristãos de forma muito violenta, mas os cristãos fazem pior, contra os não cristãos. A tortura vai ser refinada. Ele pega imagens do documento da igreja, etc. com freqüência corta-se as mãos e os pés nariz etc. os reis enfiavam seus inimigos em estacas para mostrar sua força aos inimigos, isso era romano e  germânico.
O que os cristãos sofreram não vai ser nem de longe o que eles vão fazer com os não cristãos. As narrações são sem emoção, era tudo como algo natural, a tortura  etc. A elevação é feito na escudo e na espada e na lança, não  vai herdar, eles fazem calendários religiosos para as pessoas, não brigarem ele  a igreja cria  um calendário litúrgico.
(pagina 40); A igreja o que ela vai querer formar diante de um mundo dissociado, ela já era reconhecida como uma representante sacerdotal, sobrenatural ela intervém no universo secular, ela é “laica, e secular” . Intervém nas questões da vida material .
Ela assume um papel economicamente importante distribuiu esmolas, aos pobres, por conta disso das guerras constrói uma mentalidade de dar esmolas, protestante não dá esmola, disse que protestante são mais racional isso tem longa duração ensinar o povo brasileiro a dar esmola. O cristianismo primitivo    tem uma mentalidade de comunidade não da esmola, e Le divida todos fazemos parte da comunidade, o que é teu é meu, o que é meu é teu.
Adventista não trabalha no sábado, protestante tem uma lógica, a do lucro. Webber fala isso, com os protestantes é capitalistas, ele não bebe porque Le quer dinheiro.A igreja cristã de medicina é hierárquica, quem tem dá esmola, se torna uma pratica de salvação, espírita da comida, sopa é caridade.
São Francisco de Assis cria-se um mito, que é rico prospero abria mão de tudo pelos pobres, isso é o mito os pobres vão se aglomerar longe das cidades eclesiásticas. Há muito pobres e miseráveis as ordens medicantes se instala nos bolções dos miseráveis na idade média.
A igreja católica é medieval a basílica é a ordem dos barnabitas ela é para ricos, na periferia são os dominicanos medicantes, é para os pobres; tem para ricos e para pobres. Ela não tem característica igual, a ordem barnabitas, mecedária etc. ela distribui comida e esmolas, tem um papel político e social e protege os pobres, contra os poderosos, (como se ela faz parte da elite?). Através  da guerra o cavaleiro sai do castelo e os aldeões entravam a guerra, era então nobres, ela protege quem produz, protege órfãos viúvas e crianças.
Como ela vai cumprir as funções? Ela vai disciplinar pela penitência, e legislação medieval ela é eclesiástica, não é cívica, feitos concílios através do “conselho de cardeais”. Mudaram a sociedade   eles criam e se adaptam , ela vai catequizar os bárbaros.
Na idade media a igreja vai recuperar o homem da natureza não haverá um principio de regras, de coma, se comportar referia-se a cultura Barbara, ele vai ter uma etiqueta, a sociedade cortezan as culturas da corte. Ela é a elite porque ela é mais educada. A mais culta. A introdução do trabalho é legitima, os bárbaros comiam com as mãos, associavam a cabeça de cavalo, parece um macaco, é típico medieval, quando tira a humanização se diz que é superior,  a ele. Como igual um cavalo chora igual uma bezerra, as crianças eram animais porque rastejavam, segundo Felipe  Arrie, era considerado um pequeno animal. 
Na idade média não tem infância, enquanto ela rastejava, ela comia no chão com os animais se sobrevivesse ela se integraria aos adultos. Hoje nossa mentalidade é que ela é humano, temos que proteger, eles tinham muitos filhos e morriam muito, até dos nobres, comparavam com animais, não existia o sentimento de infância.
Tem uma elite que não é animal, por isso tem uma sociedade de corte, a igreja diz que se referencia o homem e a natureza como diferentes, dos animais, a elite. A relação da igreja e o estado, ela vai tentar transformar a legislação canônica se transformando numa lei cívica para chegar as outras pessoas.
    
     
06/06/2015

ANTIGUIDADE E MEDIEVALIDADE

SEMINÁRIO Os Intelectuais da Idade Media

Nascimento das cidades no século XII 12, a  partir do século 12, o texto fala das transformações na idade média, central, o sistema feudal, é o do descontinuidade. Era uma estrutura social muito fechada, a idéia de classe, já vêem sendo fragmentada, a partir do século III 3 até o século XII 12, a economia desse novo agente, pensam uma outra coisa, é como outra economia.
O embate entre a igreja e a novas classe, e a usura Legof fala como de fato, essa quebra se dá, isso no século XII, 12, como esse agente intelectual não é monge, o intelectual a partir do século XVII 17, ele vende o seu serviço ele tem um trabalho em que com o capitalismo nascente, guerreiros, camponeses, antes do século XVII 12, depois começa a surgir especialistas, ofícios, médicos etc.,  não existe intelectuais sem cidades.
Porque ele surge nesse contraste, a diferença entre as cidades medievais e as cidades do século do renascimento no século seguinte, XVII 12, era os padres, bispos cidades administrativas, no século XVII 12, uma cidade com vida tem uma ruptura profunda, com a idade media, fuga  de camponeses, as idéias são trocadas dentro dessa dinâmica, do capitalismo, e baseada no dinheiro, o intelectual pobre, vende os serviços o sacerdote não ele trabalha para a igreja, o intelectual produto do capitalismo.
O intelectual é um produto do capitalismo e ele vende o seu trabalho, o desenvolvimento do século XVII 12, não é só econômico, por causa de uma revolução cultural, e eminente, que o grego e o romano é    a base, como se no século XII, 12 todos tinham influência deles, na verdade, ninguém mais sabia o quer  era essas sociedades Os árabes os judeus, preservavam esses conhecimentos, ele não contribuem em nada, para os intelectuais. Os intelectuais que vão atrás dos manuscritos, eles pagam para traduzir, e querer árabes raricenos, que fala árabe.
A contribuição a possibilidade o lance com aquilo que a cultura ocidental, tinha perdido, o livro, é muito caro, no período carolíngio era um bem econômico, na alta idade media Carlos Magno, ensaia em difundir   a leitura. O livro diferencia na idade media, para a outra idade media, os tradutores, são muito o conhecimento fica mais, barato, traduz , medicina, agronomia, física, etc.
Permite o avanço, técnico que permite avançar da Europa, sem a tradução ficava difícil, ela é o principio básico que as pessoas pobres pudessem pagar pelos livros, ele e estudar por isso que eles odiavam Paris, não existia na idade media, Abelardo era o mais famoso, (do filme em nome de deus). é importante eles traduziam alunos centenas a cidade sobrevivia deste saber.
A língua oficial era o latim, não interessava de onde era a sua origem, estudar na universidade tinha que saber latim, UNIVERSIDADE; se conhecia fluir entre eles. Os intelectuais, se afastavam dos pensadores, da igreja, é a idéia da razão, naturalismo, e igreja estava no misticismo, no século XVII 12, a igreja se isola, nos monastérios, ela se fecha.
Ela se isola não praticam mais fora a cidade vide para o intelectuais, eles só sobrevivem em cidades quanto maior a cidade mais dinâmica. Existe vários grupos, de intelectuais, existia vários, os Goliardos não vêem de Golias, alguns diziam outras era pecado, da gula, porque eles praticavam o pecado da gula, comer beber, farra etc. a economia de mercado, eles vinham de varias classes ricos pobres comerciantes, era uma elite urbana .   
Tinha de origem camponesa, e nobres, quando eles vinham para a cidade, eles se misturavam a origem não interessa, faz parte de uma identidade. Eles são duramente criticados pela igreja que queria ima sociedade de ordens isso provem, que eles são produtos da transformação econômica do século XII 12, surge novos agentes sociais, são chamados de libertinos vagabundos o intelectual, medieval é um erudito e o Abelardo dirige esse grupo.
Eles comiam dormiam juntos, levavam prostitutas, quando não pagavam aluguel era expulso, eram estudantes bebiam de graça, pegavam a mulher dos outros, chamava-se vagabundagem intelectual, ( é o cara que faz arte na UFPA, só estudante de arte bebendo, fumando maconha, feios, mas eles são intelectuais, eles roubam livros roubam as paginas, não tem grana mais é intelectual. Ninguém meche com eles, consomem drogas,bebidas, não é que eles sejam pobres, mas eles vivem o universo intelectual).



SEMINÁRIO O Maravilhoso no Ocidente Medieval

As fronteiras vai difundir um pensamento

Pag, 25; As navegações  marítimas passa pelo maravilhoso, Laura Mello mergulha nas obras de Legoff, ele é o referencial, o cristianismo empresta o maravilhoso,   até o século  XII, 12, mas depois ele resgata e divulga. Para a Igreja é condenado e satânico, o mágico é bloqueado, mas o maravilhoso que é sagrado. O maravilhoso dos cristianismo é surpreendente, o universo medieval, é triste, João e o Pé de feijão é o cotidiano mas o feijão é surpreendente.
Os doentes e as baixas os dragões o maravilhoso, quebra o cotidiano a maravilhoso, e nosso é ocidental, ele quando pega um espelho, a passa por outra dimensão. A revelação é o surpreendente, como o maravilhoso, se manifesta 9critica não é coisa de historiador), sonhos, aparições e visões essas manifestações as técnicas por essas tristes vias, sempre no cristianismo, são revelações.
Hoje em Belém só joga no bicho quando sonha, isso, é nosso, quando morre, ele veem se despedir da pessoa. Qual é a função do maravilhoso, é a compensação, ligada  abundancia, liberdade sexual e a projeção do que não somos, Ásia de Ouro, fonte da juventude, na America era a contra posição. Da miséria, que eles passaram a ideia do paraíso, 2º serve como a contestação   religiosa, a partir do maravilhoso, ele teve sonho, manipula o maravilhoso encontrar a a sociedade, 3= O maravilhoso é o final feliz, os irmãos Griw no final tudo da certo 




17/06/2015
ANTIGUIDADE E MEDFIEVALIDADE
Maria Martins



Questões da AMD; Usura, Legof

REPRESENTAÇÕES DO JUIZO FINAL.

No século XII, 12. Emerge a questão da vida eterna no século XII 12 não se acreditava na morte, ligada nos costumes e a morte ruía sem as pregações, no mas, a morte com ritual era a lua morte. As grandes navegações não tinham como fazer o ritual, eram 100 a 2000 pessoas na entradas e bandeiras, não iam sem um padre. É uma representação mental, você espera quando é tirado abruptamente algo não vai bem na sua vida.
A morte no século XVI 16, não era como hoje, não existe um ritual para a morte, a modernidade é o consulado, da cultura tirou a morte para a burocracia. Ele  fala sobre a transformações Felipe Arrie p recorte é o ocidente, europeu, mentalidade, são representações mentais, especificas.
O é a única historiografia ricos e Felipe Arrie os outros era da classe media, ele não  fazia parte de uma aristocracia não era marxista, nem positivista, ele escrevia o que queria, ele entra na universidade com 50 anos, diferente do Legof e outros 

(NOS TEMAS DO TCC, A VIDA INFLUENCIA)

  e 2º guerra mundial, Felipe Arrie a perda de irmãos faz ele escolher  o tema, o que ele escrevia sobre a mentalidade, ninguém entendeu, disse ser possível Brudel é o tempo da “Geo Historiografia”. Os annales é o tema cuto, médio e longo, Brudel não faz historia das mentalidades.
Com a natureza e o meio o Brudel e3ncarregou de dizer a natureza em uma condicionante,  e a “Geo Historia”, o tempo da longa duração fellipe Arrie, aproveita a idéia ele é um tempo longo, as formas de pessoas, que  se modificam em longa duração, estruturas econômicas,, Brudel diz, o tempo de historia é imóvel ele é criticado porque os historiadores trabalham com a transformação.
 Longa duração, não é mentalidade, ela é para estudar as mentalidades coletivas, comportamento do homem, diante da morte o titulo a historia da morte no ocidente, ele mostra como a mentalidade vai se transformar, isso  não é um comportamento natural, não é uma espécie natural, ele é histórico, ele é cultural. A família é historia “ A historia da família”.
A historia de paraíso ele diz que  não existe a historia do livro da vida, nesse momento isso não existe, ele é uma construção do cristianismo, ele fala nesse livro, da França, de que nenhuma família deixou de perder um elemento na década de  30 e 40, perderam parentes, que foi a guerra ricos pobres, camponeses, operários. De onde vêem essa dor da ausência, da perda ela é natural,  a concepção e perder a família, era algo normal era comum, não há separação entre morte e vida, a cidade não está perto da cidade, o cemitério  Soleda foi feito longe por causa da cólera.

(Leprosário cemitério eram feito longe da cidade e foi assim que oi Guamá nasceu, depois vieram as pessoas tudo Aqui era um gapó)          

A 2º guerra modificou a nossas representações mentais, sobre a morte, virou tabu, é uma conversa que não se fala na frente das crianças, ai eles voltam pra Grécia, Antiga, na Idade Media. Na medievaliudade não é uma morte ela é  domada, não existe dor, porque elas convivem, ela se preparam é uma sociedade pequena, rural não é como hoje. Elas vão porque a igreja elas querem uma vida boa, após a morte para onde  foram as pessoa, que merecem na século XII, 12, se não tinha livro da vida, na Europa medieval, surgiu os livros.
A partir do século XII 12, surge uma representação o livro está escrito, as coisas que nos fizemos, escritos no livro da vida. A MENTALIDADE DO HOMEM, medieval ou historiadores dos ANNALES vão acreditar uma revolução em ruptura, a ruptura é o surgimento do capitalismo, que é típico do capital, os críticos, eram para o lado bom, hoje, no cristianismo todos vão acordar e vão passar a eternidade no inferno os condenados.
As mentalidades econômicas, é uma nova forma de organização social, baseada no lucro, a salvação é individual, a Europa é chia de artes, mortuários,  o problema é o leito de morte, as representações de após a morte ele voltou para a casa. Tudo que acreditamos hoje, Cristo foi conhecido na idade media, depois no século XII 12, não tem a idéia de esperar, o livro da vida era lido e decidido logo se vai  para o inferno ou o céu.
 Hoje  é uma idéia de corte celestial, no momento final, você tem a chance ( FILME ANJOS E DEMONIOS). Que no momento a sociedade passa a ver isso como sofrimento, o historiador   tem que ver a literatura, e a cultura romântica, Iracema, o Guarani etc.
Estética romana no cemitério,   em Santa Isabel, tem um anjo a dor da perda era o romantismo, no século XIX, 19, é a modernidade, todos morando na cidade,  os românticos tentam reagir a idade media, e vai ter uma concepção  da morte, eles pintam a morte de Carlos Gomes, uma obra imensa no leito de Carlos Gomes, durou três dias, o enterro, era a idéia da morte do herói romântico, abriram o cemitério para fazer a representação, da bela morte.
São Paulo pede o corpo de Carlos Gomes, porque ele nasceu em campina, mandaram e fizeram  outro ritual da bela morte eles souberam após o Pará divulgar nessa época nos tínhamos muito mais dinheiro que os paulistas. Isso existe dois sofrimento, o primeiro não havia a idéia do amor, eterno, hoje as principais dores são dos surgimento das relações amorosas, inclusive a da perda, amorosa os psicólogos defendem e dizem que existe um período de luto da separação. 
Como se a pessoa tivesse morrido, a dor da morte e da separação, que ama é como se tivesse o mesmo peso, (ela falou que as mulheres são chatas, ela quer a presença deles, porque  elas foram construídas por essas representações românticas). Hoje os filhos estão quebrando essas novas representações, eles ficam e descartam muita como estão dentro das novas representações, culturais, na índia, quando morre é uma festa, os indianos tem a morte como libertação, de renascer jovem novamente, casto. O sentido é histórico  e cultural, e social não podemos pensar a nossa  representação com a dos outros, ela não tem validade em outras sociedades. ‘’  



































































DICA:

Tem que saber

1=>Fonte:
2=>Historiador ou testemunha
3=>Pessoa que está escrevendo

Tem que identificar em que momento se apresenta esses três tópicos, o historiador tem que perceber quem está escrevendo e o momento que muda a fala ou a escrita se é um desses três tópicos



















QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA
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28/01/2015



Processo de globalização antes os estudos foram em caio Prado júnior

Texto: Conceitos e  Preconceitos em História Indígena, quem escreve sobre os indígenas é considerado indigenista , Marcio Couto  Henrique.  Equivocar é: Índio é  do passado, os índios estão acabando, eles constituem uma  cultura atrasada, e uma cultura congelada. Índios são do Passado: Geralmente imaginam a representação do passado colonial, o professor não mostra a contemporaneidade, é muito forte a visão dos europeus eurocêntrica aos  índios.
Conceituaram como tribo foi um conceito construído histórico, índio tira a diversidade como se fosse  homogêneo. Cultura atrasada é não estar inserido a modernidade, cultura congelada não pode usar celular que se diz está perdendo a sua cultura. Estão acabando: No processo de miscigenação acreditava-se que iam acabar.
Quando se vê um índio com propriedade, se vê como se ele se vendesse. Eles têm anseios humanos como nos! Nos temos experiências históricas, de cada um, tem subsistência que vendi a fauna, e a flora. Tem um que trabalha com empresas, tem associações. Na atualidade é forma de movimento social.  
REPRESENTAÇÕES INDIGENAS: Hoje estão muito presente na mídia, as representações preconceituosas, mas antes foram pelos vigentes, depois os intelectuais. Como os indígenas catequizados aceitaram foram inseridos, e o que não aceitaram foram excluídos  e escravizado. O processo de inserir o indígena tinha que ter o processo intelectual,  o Instituto Histórico Geográfico,  ficou encarregado disso. Quando se declara de determinada etnia, mas quando se junta por um movimento social ele se constitui e pertence à comunidade indígena. Representações indígenas ocorrem em: Livros didáticos, historiografia etc.
Estereótipos de nudez quando não está nu se diz que não é índio, está perdendo  a sua identidade. Pode ir para a França mais é kaiapó. Professor de historia tem preconceito, com o índio, esse  era lembrado pela data do dia 19, isso era uma ideia positivista, as crianças se pintavam nessa data nas escolas.
Existe pajé jovem, mas nos na nossa visão, é de ver alguém velho. Eles não desenvolviam o câncer do colo do útero,  amamentavam os filhos, e não tinham anti consepcional. Engravidaram mesmo. Existe a poligamia vários são o pai de uma criança para uma só mulher, a mulher é preparada para casar, aprende a cuidar do marido, e o marido por sua vez aprende  quando casa já sabe caçar e pescar, esse relato foi uma experiência da professora em Auriri em Tucurui.
Se alguém abre uma comida enlatada, é todos que tem que usar, na cidade não, mas não garante que seja  em todas as  comunidades, ela levou o shampoo, e todos usaram e acabaram no relato da professora  Pastana, eles consomem muito refrigerante, o absorvente  fica por lá jogado.   
Aprendizagem negativa: A mídia a data comemorativa, historiografia, ocorre à falta de escrita, nomadismo, falta de tecnologia relato dos viajantes, falta de cuidado, ao analisar os indígenas. Na escala evolutiva era: Índio-europeu e o s africanos ficavam a baixo.

QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA


29/01/2015

O Processo de Conquista do Brasil e seus Desdobramentos
Andrea da Silva Pastana

Texto: Conceitos e Preconceitos  em História
Autor: Márcio Couto Henrique  em 29/01/2015

05/02/2015 -   Texto Imagens de Índios do Brasil no século XVI
Autor: Manuela Carneiro  da Cunha



Equívocos as comunidades indígenas: equívocos generalizações  homogeneidade, não tem a ideia da diversidade  cultural, a questão da religiosidade, organização política. A lei não tem fé e não tem rei!  Cultura atrasada ou congelada;  São todas visões pejorativas errôneas sobre os índios.

“ Tinha religião nessas comunidades indígenas”

No Brasil tem o papel da igualdade, mas é diferente, igualdade diferenciação: Quando  se diferencia de outros grupos Jê, Caiapó, Chicrin  etc. fala que é índio mas tem suas especificações, uma etnia não significava que iria ser igual a outra. Não existem grupos isolados para alguns intelectuais, entre índios e europeus houve uma interação tem dificuldade de trabalho numa comunidade indígena. Não existe uma preocupação esses grupos querem manter a sua cultura. No capitalismo valoriza o conhecimento formal acadêmico, não o conhecimento informal.
Quando casa com alguém não indígena a índia fica afastada, “separada”. Quando casa com não indígena pensamos que eles vivem de forma harmoniosa. MOVIMENTOS: Os indígenas e Movimentos indígenas, quando é índio o movimento é indígena quando não é indígena chama-se indigenista.

“Trabalho sociabilidade e resistência indígena”    

Tem que ter preocupação com as questões temáticas. A comunidade indígena não está acabano. Quantos livros didáticos apresenta a cosmologia do índio, a professora disse que só viu um livro até hoje.

O INDIO COMO VITIMA E DESPOIS COMO SUJEITO:

Antes tem os equívocos, IHGB (Instituto Histórico Geográfico Brasileiro), tem os literatos com visão de índio catequizados, não era objetivo falar dos índios, mas dos europeus. Para os marxistas não só os africanos, mas os índios foram escravizados. Estratégia  guerreavam e entra em contato com os espanhóis, interagiam.

“Nas comunidades indígenas existe uma nobre, considerada uma princesa”

Não se pode articular valores aos índios, como vitimas, coitados atrasados. O índio na contemporaneidade, o índio é um sujeito como qualquer um de nos, aprendemos que ele deve agir de certa forma, temos preconceito negativos e de forma pejorativa, não vemos como um humano igual a nos, temos ainda o olhar etnocêntrico.

TEXTO: Imagens do Índio no Brasil    

Porque permanece a imagem equivocada, as primeiras imagens pelos literatos e iconografia e relatos dos colonos, e missionário. Alguns intelectuais as mesmas imagens ela Manuele Carneiro fez uma releitura das imagens. Por isso é um trabalho que chamou a atenção.
Qual foi a contribuição? Novo olhar, qual a escola teórica que faz isso? HISTORIOGRAFIA: É a escrita da historia como alguém escreve tem na escrita a influencia da graduação. Ela dá um novo olhar fala sobre homossexualidade indígena, mas não se aprofunda.  Semelhanças e dessemelhanças. Entre os indígenas e os jesuítas. Ela para os viajantes franceses.
Manuela Carneiro da uma nova visão do índio com imagens já utilizadas por outros autores e intelectuais, que queriam retratar os europeus.

TEXTO:

Apresenta as fontes a iconografia, ela filtrou as informações dos relatos sobre os indígenas, num texto que falavam sobre a inquisição. Ela se apropriou de textos que falavam dos europeus. Os  Tupis se sobre sai mais ela fala da antropologia casamento para não ter generalizações nem todos acreditavam em Tupã.
O projeto da colonização tinha dois objetos:  O espiritual e o econômico e os naturalistas mostram para a Europa o que tinha na America.  Existiam duas questões

1-   Diferenciação da representação sobre o Brasil o interesse era como o novo mundo a America a  redução dos portugueses é pelas índias do oriente. O relato de um Frances é diferente de um português, de um espanhol, um juízo de valor é diferente.

2-    A carta de pero Vaz de Caminha e de Américo Vespúcio da importância  a outro relato ela cruza as fontes, tem relatos filosóficos naturalistas religiosos.

CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA:

1-Sobre a imagem de nudez
2-Qual e a questão dessa ingenuidade desses povos que Vespúcio e Caminha se refere.

Tem dois relatos fala das questões da falta de civilização inocência, sexualidade  escreveram de outra forma. Caminha fala de ingenuidade como as índias são expostas. Vespúcio; para ele ingenuidade no processo de troca, de comércio a questão econômica uma imagem de índio ignorante mesmo.

SÃO DUAS IMAGENS DIFERNCIADAS:

ANTROPOFAGIA: Porque ela fala de uma imagem paradoxal no texto: para o Vespúcio ela quer compreender, como ela viu depois ela desconstrói HARMONIOSOS, PARADOXAL, ANTROPOFAGIA.  Ele não compreendeu, não faz sentido para ele, era uma barbárie ele não consegue entender se a guerra não é por terra por dinheiro então não faz sentido. Para ele não fazia sentido. As cruzadas sim fazia sentido, o olhar era de Vespúcio, não tinha  cobiça da realidade dele, era de  propriedade de ouro para ele não era visto como cobiça.
ESCRITOS DE MARCO POLO: A conquista dos Astecas fala que Colombo foi influenciado por Marco Polo, Colombo entra em contato com o imaginário, as fontes da juventude, mulheres guerreiras, eldorado,  ele compara esse quadro com a America. Estaria na America era a perspectiva da Amazônia   

DUAS LINHAS DE INTERPRETAÇÕES SÃO DIVERGENTES


1-Projeto de colonização projeto espiritual: o católico e o protestante;  para o católico o sacerdote não tinha que trabalhar alguém tinha que cuidar do espírito e era ele a fazer isso. O trabalho ficava para os fieis.

2-Para os protestantes quanto mais você trabalhar mais próximo de deus você fica. Quem trabalha e produz a riqueza são de elitos de Deus. A contestação e que muitos trabalham mas não são ricos é porque ele tem que ser predestinado.  

A origem da falta de respeito a lei veem a cultura indígena, seria um grande fracasso o Brasil não chegaria a modernidade essa analise foi feita por intelectuais. Canibal e antropófago e a ideia de morte para índios e jesuítas.  



QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA

26/02/2015


Manuela Carneiro segundo texto revisão

REVISÃO

O processo de conquista territorial, e espiritual, tem a questão filosófica e moral. As representações diferenciadas, nações deslumbradas Holanda e França,  ela dá a interpretação a outros países, entre os franceses e os Tupinambás. A imagem da America segundo Vespúcio é a do índio inocente. Caminha é a de nudez.
Representações de imagens colono Gabriel Soares, que se destaca, Camões –pau Brasil –Gangaro- jesuítas. Outras imagens se modifica para bestial ignoraram a agricultura indígena, dizem que é  “sem lei sem fé sem rei”. E a Manuela Carneiro desconstrói isso.  Imagens a partir de 1550: Imagens tupinambás cosmológica. –praticas culturais –André Tevet.  Hans Standes.
CANIBAIS: Os tupis  são antropófagos, não canibais, Martaig compara a sociedade indígena a francesa. Ela coloca que os índios estranharam  a sociedade francesa, como eles obedecem a um menino que era rei? E a presença dos mendigos.
Semelhanças e  dessemelhanças? O que seria a descoberta do novo mundo antes não existia com a igreja vai justificar isso, através de passagens da Bíblia, porque a igreja se ausentou desse conhecimento. Ela a Igreja se justifica dizendo que já conhecia as terras e que ela procura semelhanças na Bíblia, alegando que eles são descendentes de Adão e Eva e  filhos de Noé e Can.
Ela justifica a ausência de não ter falado desses povos ao mundo. Depois ela tenta inserir  esses povos na historia da humanidade. Eles são filhos de Deus e podiam ser catequizados. A sexualidade indígena: Filósofos e cronistas.  Os cronistas dão uma interpretação para a sexualidade. Existe a moral filosófica e a questão cultura.
( Del Priori e Laura : Algumas praticas   vão ser demonizadas,   também tem a cura, mas tem os espíritos que fazem a cura através de um intermediário, curandeiros, pajé, pessoas que tem conhecimento sobre os seres visíveis e invisíveis ou que mal foi causado a essa pessoa).
Todos temos o mal e o bem, e para isso, é preciso intermediários, ou chamam o feiticeiros. Na igreja católica, já tem esses intermediários, sim! O exorcismo,  semelhantes ao que faz as igrejas evangélicas. A ideia de canibalismo foi desmitificada, e também com essa ideia foi construído o guerreiro que matava, mas nem comia  a carne. Surge relatos que os guerreiros matavam, mas não comiam, não é o canibalismo era antropofagia.  
Quem escreve  não é o que viu, mas o que ouviu falar! “Imagens são representações” Tupis eram antropófagos. Os guerreiros Tupis que matavam não comiam os outros da aldeia podiam comer. Aimorés sim praticavam o canibalismo. Mario couto primeiro a dar nova imagem sobre os índios. São representações que foram feitas na descoberta desse novo mundo algumas imagens são desconstruídas, mas muitas permanecem até hoje em nossa sociedade.


LIVRO: John Monteiro negro da terra 



A questão da interculturalidade, tipos de resistência o indígena não tem uma opção política, da consciência, tipos de resistência o indígena não tem uma opção política, da consciência de classe. O nosso trabalho não vai ver o negro, vai ser o índio. Se dá por conta das primeiras praticas culturais.
O escravo índio, esse desconhecido, porque houve uma ignorância relacionada, o John Monteiro tem haver coma nossa corrente historiográfica. A ala marxista, fala da falta de consciência dos indígenas, em relação às lutas de classe, ele deixa de ser desconhecido. Tem uma imagem de índio, que sai do aldeamento,  imagem do  índio selvagem havia três índios:

1-Selvagem
2-Em aldeias
3-catequizados

O índio catequizado foi inserido na historia começa coma construção com a imagem dos bandeirantes. Ele dá a vez para o processo de resistência e o marxismo. A desconstrução do mito do bandeirante,  o processo de procura de ouro. Eles foram vitoriosos por causa da ajuda dos índios. Se não eles teriam morrido,
Pode resistir ao lado desses colonos, contra um inimigo em comum, mas eles não aceitavam as ordens deles, eles tem forma de resistir diferenciadas, alguns indígenas negociavam com holandeses, franceses, mas não com portugueses porque eles sabiam que o território pertencia a alguém ou seja  a outra etnia indigena.

“Na história não pode criar vitimas e opressores, isso foi uma ideia marxista”  


Quem mais for satisfatório para o índio, ele interage, se não ele se rebela.


TRABLAHO:

 Elabore um texto dissertativo (digitado), e apresente as contribuições historiográficas da autora Maria Carneiro “texto Imagens de Índios no Brasil no século XVI”.  E do autor John Monteiro “texto: O escravo Índio esse desconhecido”. Sobre a temática indígena no período colonial 

Apresentar as especificidades de cada autor (individual)


Mércio Gomes: Indigenista, e conceitos de aldeamento, aldeia de repartição, guerras justas, bandeira. As primeiras políticas estão ligadas a igreja católica, “Cidadania indígena” As  Políticas Indigenistas. Resgate, aldeia de administração, etc. tudo no material.

  Texto fala sobre os negros Meury Del Priori

A mão de obra africana, só apresenta pela escravidão, ver os ancestrais e a África Atlântica.  Pra falar de forma especificada, é Alberto Costa livro: de Chaga e Lança. 500 paginas. Meury Del Priori não é Africanista, a estratégia dela ela chama de África- Antártica. Da diáspora, deslocamento forçado, no caso dos africanos foi forçado. Trafico negreiro é diáspora, africano, é a deslocamento forçado por conta do trafico negreiro, não vieram por vontade própria.   
Para Caio Prado Júnior: A escravidão africana é a “escravidão moderna”, é diferente entre a Romana  e a Grega. Diversidade étnica é o processo de imigração até a chegada dos europeus, dos Annales, porque ocorrem às imigrações, e  problemas ambientais, fome, doenças  etc.
Questão cultural, religiosa a terra era só para os seres espirituais. Esse processo explica a diversidade africana. Quando tem epidemia, eles têm que migrar para outros lugares, como se fosse uma  energia que ia causar males para a sociedade. Briga de gerações, organização famílias, divergem das tradições.
A matrilinear, a representação é feminina, outras são patrilinear, comandada por homens e tem a poligamia. O beneficio e a linhagem maior e a ação econômica   quanto mais filhos, mais gente para trabalhar, os filhos casam e a linhagem aumenta.  O adultério era menor mal do que uma mulher ser infértil, e o homem ser viril, a questão da fertilidade, e o tamanho do órgão sexual feminino.
Os idosos são os primeiros a se unir com alguém. Eles que vão inserir a jovem na vida sexual, com alguém que é experiente. A alteração dos grupos sociais na imigração  escravidão, europeia, ela altera a configuração e a religião e o islamismo e o processo de conversão africana modificam a sociedade deles.
O cristianismo vai afetar a cosmologia deles, há uma alteração nas relações familiares, não podia ter varias mulheres, o idoso inseria  a jovem na sexualidade etc.  

Roberto Costa: (OBS não tenho certeza se foi ele quem escreveu isso) A escravização já existia e era praticada pelos africanos. Os africanos já tinham a escravidão, e como o individuo se tornava propriedade privada depois a terra. A criação da escravização, segundo ele não foi europeia, essa foi a polemica, grupos sociais não aceitaram porque foi a Europa que inventou a escravidão. (tem que tomar  cuidado se a estrutura social permitia e escravidão). O contra ponto é que a escravidão africana era diferente.

Vários tipos de escravização?

Escravidão Árabe
Escravidão Europeia
Escravidão  Africana


Como faziam parte da estrutura social, porque o escravo africano  se submeteu a justificativa foi porque na áfrica já existia a escravidão (lembrando que eu não expliquei aqui como era essa escravidão, para poder comparar com a europeia, explicaremos a escravidão europeia mais a frente )


QUINTA-FEIRA
O PROCESSO DE CONQUISTA DO BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS
- ANDREA DA SILVA PASTANA

19/03/2015

TEXTO DE MEURY DEL PRIORY

Na sociedade africana existe sociedades que vivem da caça, e da pesca, existe sociedades vivendo no paleolítico, e neolítico, para ter entendimento essa divisão periódica não condiz, contradiz a ideia de barbárie primitivismo. Tem a diversidade de geografia do continente africano e de vegetação, influenciam a produção de bens desses grupos. Destaca o tronco linguístico dos africanos grupos vivem da caça e da pesca. Começa os tópicos da modernização. Tem que conhecer  essa sociedade  a  partir da chegada dos europeus. Relação com a natureza religiosidade etc.
ORGANIZAÇÃO FAMILIAR: Questão de terra a festividade daí o culto a deusa feminina é matrilinear. Que é a mãe não o pai. Fala da importância da mulher ser fértil quando gera bastantes filhos para ajudar no trabalho agrícola.  O homem que tinha mais filhos o poder de decisão era maior para ele. O adultério seria menos grave do que a infertilidade. Os conflitos os jovens casaria depois que o mais velho iniciasse a jovem no sexo, isso gera conflito entre eles. As formas de pentear o cabelo, e os braceletes argolas é uma forma de sedução da sexualidade.
As epidemias ela fala da questão da morte isso desestrutura a organização familiar, mas a desorganização dos elementos externos que era o Cristianismo  islâmico. E o interno era os conflitos antes do século XV, seria no século X, desde o século IIX, já tem os árabes colonizando.
Têm os grandes reinos os impérios e as aldeias os sacerdotes de organizações simples. E complexas para as empresas são organizadas simples. Povos baulos na África e babas. Os   bantos tem os que viviam na savana, e na floresta. Século 11 e 13. Europa não conhecia  pelo candomblé. Tem os pigmeus praticam o comercio, desenvolviam o plantio.
Os elementos que explica é o ambientalista a produção e a cultura tem vários grupos étnicos. Gama, Mai, Achun etc. Grandes reinos que desconstrói como sociedades simples e o desenvolvimento chega com a chegada do europeu. Existia poligamia e o conflito da mulher por querer ser mais próxima do marido. Para os europeus a poligamia vai ser vista como algo atrasado, quanto mais mulheres esses homens devem ter mais  fidelidade, solidariedade e aliança. Destaca-se a visibilidade dos  Cubas . Os filhos  representa ancestralidade prestigio dentro do grupo. 
  A competição    entre homens seria a virilidade e buscar mulheres férteis, e a questão do respeito aos idosos. Velhice era bem vista conhecimento sabedoria (na atual sociedade não).
RELAÇÕES DE TRABALHOS: Não tem a teoria como propriedade tem a divisão de acordo existe uma hierarquia, a relação de trabalho ligada a questão da natureza. As sociedades africanas são vitoriosas porque conseguiram desenvolver  a diversidade cultural num mundo rígido.
ESCRAVOS: Os escravos gerados pelos árabes, escravos de palácio, poderiam ter bens casas. A escrava ficava com o homem durante 5 anos, o sexo seria valorizado com a escrava. Se torna escravo até ele pegar o delito cometido, pessoas eram submetidos, porque o povo passava fome, ai o líder se tornava escravo. (Essa escravidão era diferente no Brasil, onde ele ia para a lavoura,  de café não perguntava qual era o oficio dele).
Torton diz: Já tem uma estrutura da escravidão ele é modificado e torna a escravidão moderna. A escravidão africana não era igual a do Brasil  Colônia. VIDA URBANA:  A arqueologia ajuda, tem uma arquitetura diferenciada, as praticas culturais , praças palácios reais  etc. tem cidades que tinha um desenvolvimento e população maior do que Amsterdã, no século XVIII, tinha arquitetura cozida e construção com barros.
Eles usam o dendê e o barro para fortalecer as construções mas  a natureza  era atribuía a ela a  destruição dessas construções. Só se acha vestígios através das escavações, a casa da elite a população mais pobre ficava a sombra das muralhas a elite ficava nas construções. A sociedade possuía varias tipos de escrita tinha a arquitetura à religião etc. O material era fraco o barro e o dendê.
Querem desconstruir a ideia  de atrasado, tinha todo um sistema de comercio que teria sido influenciado pelos árabes mas nem todos foram influenciados. Era uma moeda de troca, a economia, o escravo foi visto como uma moeda de troca. (quando se ler sozinho não tem a questão da oralidade). Essas sociedades não foram vistas com importância o movimento urbano nas cidades.
O comercio são conhecimento informais  nessas sociedades. A historia contada pelos africanos com uma outra visão, a invenção da África. O autor destaca os escritos árabes relatos orais.
A RELAÇAO COM A NATUREZA: Ele é domestica foi a diferente reação de alguns grupos a visível e o invisível medo da floresta, os pigmeus  era bem vista ela  é o respeito aos invisíveis são  as forças dos deuses. Alguns tinham medo outros viam com temor, outros não.
Tinha os povos da savana, da agricultura que era criar o mundo a questão do sexo, a melhor seria concebido pela festividade. Na antropologia é por conta das religiões monoteísta, judia. Cristianismo as religiões eram política e egoístas. Ocorre a desorganização da terra, ela deixa de ser sagrada, essa relação com a natureza. (Hoje não tem mais a representação dos parentes moravam, hoje por  qualquer quantia interessante você vende a terra). Na década de 80 as comunidades quilombolas deixaram de pensar assim. Os europeus viam os africanos como feiticeiros porque eles conheciam as plantas. Existe a questão das praticas culturais. Que já era aceita pela sociedade.
IDEIAS E PRATICAS  RELIGIOSAS: Existe o intermediário porque feiticeiro era de uma forma preconceituosa. Tinha o mal  e o bem, o homem podia causar ao grupo, qualquer um dos dois.  Por isso existe o intermediário para dar o equilíbrio.
 Ogum e Xangó segundo relatos eles existiram e foram divinizados. Os Bantos curavam com a mesma linhagem para manter a mesma cultura. Casaram com pessoas da mesma etnia. O Islan se expandiu pela savana e comercio, Algumas religiões tem O Islan, os  Orixás,   tudo no mesmo território e não havia conflito.


TEXTO DE:  JULITA SCARNO


O ALIMENTO ERA CARO, NESSE NÃO HÁ PRODUÇÃO DE DOCUMENTOS: feito por pessoas letradas, para uns não há uma data cronológica como a nossa, mesmo quando aparece a idade ela não condiz e mais a questão dos confins. Alguns eram jovens e não sabiam a sua idade. ( No crime tem um jurista, o escrivão nas cartas regias, tema a coroa  portuguesas).
Os sujeitos de cor e a questão da idade e a nacionalidade de etnias diferentes para dificultar a ação política e rebeliões, deles no caso dos escravos, eles confundiam, não tinha povo, angolano tem agora que era de onde os escravos saiam.
A questão das irmandades que esses escravos pertenciam, São Benedito, Nossa Senhora do Rosário dos homens pretos etc. A desvalorização da mulher  branca das tabuleiras acusadas de acoitos os negros fugidos, e acoitos as mulheres negras devassidão e as atividades  que desenvolviam.
A mais relatos sobre cavalos do que sobre a historia desses povos, dessas pessoas. Dentro de estudos da destaque em relações as mulheres de possíveis parceiros entre escravos e senhores para burlar os impostos.


VIVER EM MINAS GERAIS:

A divisão de jornais ficou ilha grande, e salva terra e Joares, virou ilha. O espaço que ficava a polemica espanhóis e portugueses, os indígenas e negros os portugueses onde os escravos sofriam castigos. Não tinha a preocupação de escrever o que não interessa, havia uma oportunidade maior de ascensão  dos escravos, em Minas Gerais. Mas ela desconstrói isso através de documentos não cabia à mobilidade social.
Mesmo libertos os escravos eram considerados inferiores. Eles burlam a lei, do imposto por isso havia uma parceria entre o senhor e o escravo. Se o escravo cometer um crime, o senhor ia defender, mas  por uma questão de necessidade financeira para o escavo continuar a lucrar para ele.
A escravização indígena a documentação revela essa pratica de escravizar, índios, o escravo, os próprios escravos utilizavam escravos, eles queriam impedir o escravos de participar de  eventos de festas igreja bailes, etc. dependendo do seu Senhor  alguns participaram. Existia um acordo para os negros  não fugir.
A igreja evita a festa do rei ao longo o prestigio que alguns negros são coroados. A igreja tenta impedir. A Chica da Silva foi à única que participou da sociedade branca, ela teve 13 filhos e ele registrou todos. Não se pode chamar de comunidade afro, é pejorativo, chamar de africanos por causa da cor não é comunidade áfrica. Hoje se chama “Afro brasileiro”. Por conta da escravidão, depende como eles se identificam hoje, Cururu Grande tem o benzedor.    




21/05/2015

Quinta Feira
O Processo de Conquista do Brasil e seus desdobramentos
Andrea Pastana
POS B1

TEXTO: Quilombolas e Guerreiras
Autora: Maria Lucia de barros Mott
LIVRO: Submissão e Resistência a Mulher na luta contra a Escravidão

A historiografia não era contada pelos escravos, mas por outros ainda há negros e preconceitos de se referir como escravos, eles eram visto como  coisas. A mulher é pior,  porque essa mulher não vai ser vista. O motim ocorreu pelo medo dos escravos ser comidos pelos brancos.
A resistência dos escravos, quando Gilberto Freire e Sergio Buarque apresenta o negro como mão de obra n]ao é visto como pessoa, ainda hoje tem os ranços de discriminação social, com os negro  Machado de Assis o historiador Sidnei Chalub eles descreve o contexto histórico, pega os romances  e faz uma pesquisa através dos romances.
As rebeliões surge com John Monteiro a ação de índios como sujeito, não tem o índio vilão, nem  bonzinho, tem estratégias criam novas escritas a partir de Thompson. O negro é importante por causa da economia da mão de obra, segundo  a Mott. A presença das mulheres no quilombo hoje  é mais fácil ela estão na associação na liderança, a ausência de trabalhadores falta a presença de mulheres. Até no Grão Pará falta trabalho.       
Os termos nos documentos antigos ela se referindo a “pretos”. No Centur tem documentos  de gente vendendo gente, as escravas também falava-se da venda de negras “vende-se uma linda negrinha para dar de mimo”, as vezes não era pra vender, mas elas amamentavam alegavam, para amamentar mas depois não era necessário porque já tinha o processo de libertação.
Livro de “Cabaré ao bar”, dificilmente pegava-se os negros, elas aprenderam a falar Frances, para enganar e dizer que vieram da frança.

AS QUILOMBOLAS:

Mas a autonomia e o produto dela é melhor porque a emancipação dela vai ser maior porque não trabalha, o movimento feminista não queria a participação das negras. A mulher branca na colônia já sofria, imagina as negras escravas.Quilombo se tinha idéia de “negros fugidos”,foram perseguidos mas esse nome trás um preconceito, hoje tem a identidade dela, a idéia e de  que ali ficam  a pior a escoria da sociedade.
Não escolheram um quilombo de forma aleatória, estavam no local era uma articulação política, eles comercializaram com os franceses espanhóis. Tinha atividades feita por mulheres etc. Tinha quilombolas ou mocambos por conta de um pedaço de terra, por conta da historiografia se escreve sobre a colônia, não queriam escrever sobre esses povos, é totalmente novo. Na academia, olha só quem fala   dos palmares, esquece as mulheres, etc. em Palmares  tinha 2 mil mulheres, mas continua.
 Se o aluno fala dos li8deres dos palmares, ele continua sendo positivista, enfatiza a liderança, quem constrói a historia de um sujeito, é positivista. Quando eles saiam do mocambo, eles se passavam por negros livres. O estado que controla os mocambos por conta do comercio grande, tinha uma diversidade, eles desenvolviam o oficio, tinha mulher enfermeira mulheres que curavam etc.
Julita Escarno, se preocupa do estado de relação a mulher de tabuleiro, o estado ficava de olho nelas, elas vendiam coisas, material, historiografia não tinha tanta criança nos quilombos, porque elas não estavam presente porque a essência do estudo sobre crianças segundo a autora, porque quando invadiam esses quilombos,  eles pegavam logo as crianças, no século XVI 16 e XVII 17, mas ela fala um pouco do século XIX 19.
Apresenta a grande quantidade de quilombos, a destruição dos quilombos, foi sempre essa vontade do governo monárquico, e imperial. Era questão de hoinra acbar com os quilombos. Existia uma preocupação em relação à imagem das pessoas que moravam no quilombo, e a desordem para o estado português  o levante dos males foi a idéia que eles vão matar todos os brancos, a classe senhorial vai querer manter o poder do quilombo   tinha o medo da desordem.
Eles precisavam vigiar, nos jornais os negros são vistos como assassinos, que matavam seus familiares, mas eles faziam isso, com medo de que eles virassem escravos, ou fossem vendido. Houve o caso que um mutilou a sua filha, até hoje. Os quilombos existem até hoje, e surgiram de diversas formas, não só de negros fugidos houve caso de navios que naufragaram e os sobreviventes acabaram se instalando nesse local.




Trabalho de cruzar a fala de moradores com outros pesquisadores, se achar uma fonte tem que ir atrás de outra porque outro autor pode desconstruir isso. 





Segundo autores, havia poligamia, mas era exclusivo das lideranças, as mulheres raptadas eram obrigadas a ter que ficar ativas, para o resto da vida.essas são narrativas tiradas não se sabe de onde veio ela, dá o nome  e data, mas não se sabe. Ela cita Clovis Mouro, mas não se sabe se é dele.
Ela pega relatos das tradições, de nome de uma mulher ligada a elite, a relação RAZZIAS, é uma forma de escravizar, e já existia na áfrica. Determinadas temáticas quem fornece e a oralidade, mas também os manuscritos. A avó de Zumbi é parte  do imaginário, que diz que ela comandou um exercito com 10.000 homens guerreiros, e que ela foi grande até mesmo na formação de Palmares, ela fez junto com ele.
As diferenças étnicas, diz-se que não havia uma comunicação entre eles por causa da língua, eles tem punição para quem acoitar escravos fugidos, a dificuldade de ter crianças depois relato de Clovis Moura diz que tinha muitas crianças. Mas Mousa diz que tem  uma grande quantidade.




28/05/2015
Quinta Feira
O Processo de Conquista do Brasil e seus desdobramentos
Andrea Pastana
POS B1


Gilberto Freire
Ele é conhecido como grande intelectual do século XX.
Formação da família no regime de escravidão.
O Mito da democracia racial.

Na década de 50,onde eles escreveu depois, sobre o racismo e desigualdade racial, muita critica na analise do senhor de escravos para como uma relação harmoniosa, ele contribui para o mito da democracia racial. Ele estuda as cultura,  fala do branco, negro e índios. A visão física do brasileiro. Parte de forma apreciativa.
A escravidão não vai atrapalhar ma questão econômica segundo ele vai além do marxismo, ele usa diários e a questão erudita e popular da uma idéia de repetição. As atividades econômicas a partir da Casa Grande ele amplia e vê as outras regiões e um conceito de família mas depois é desconhecida a família ´=e nuclear  e patriarcal, e a questão jurídica e econômica.
O Brasil por não ser civilizado, os indígenas e os negros é feito pela questão biológica, e determinismo geográfico, mas Gilberto freire é contrario a essas idéias, pela questão de atraso brasileiro,o dialogo com o historicismo a cientificidade quando se escolhe em tem uma afinidade com o terma dele que é o historicismo.
Adaptabilidade ingleses, portugueses se adaptaram através de técnicas, os portugueses ele elogia se não fosse ele fala da contribuição se aventuraram constituíram família ralação de trabalho a cultura dos indígenas foi a ação dos jesuítas, que impõe uma moral nova.a índia e a negra na contribuição na constituição da família brasileira.
O contexto é um diferencial do que estava sendo em conta  sobre o Brasil, mas ele é muito criticado quando fala sobre os portugueses, ele exalta dá uma idéia de que tudo era perfeito nessa obra.

CAPITULO  I

A sociedade representa os que manda e obedece, até na sexualidade e o senhor e a ama de leite, ocorre um masoquismo e sadomasoquismo. Ele fala da preferência da indígena com seu companheiro, a indígena tem um desejo de prazer, a preferência em relação aos portugueses  é diferente da relação de saciar n o seu prazer em relação aos portugueses.
A higiene das indígenas é pouco apresentada, chama a tenção das Portuguesas, houve casamento de indígenas e portugueses e a primeira a fazer parte da constituição familiar no Brasil, e praticas culturais que a sociedade vai ser herdeira.ç a relação de carinho e  eminente entre pais e filhos.
A mulher negra o senhor possuía pela condição social porque ela é uma escrava tem a relação amorosa a rivalidade da mulher branca com as índias e negras, de seduzir o molejo, a questão dos seios do corpo ser chamativo  e os senhores ficavam fissurados. Eles tinham que sentir o cheiro se não ele não conseguia ficar com a mulher, se ele tinha sífilis diziam que ele tinha que transar com uma mulher ficava com ela por uma questão social e não racial. A diferença no Brasil não é social é racial para alguns intelectuais e ele fala ao contrario de Freire que escreve isso. 
É como se as praticas culturais não deviam ser esquecidas para a elite os literatos é importante há uma valorização das praticas culturais ( tem que levar em consideração do período em que foi escrito nos anos 80 e 90 há uma valorização ).Para  freire a condição de ter sido escravo sem propriedade educação, ele é mais propicio para as praticas dos crime.

CAPITULO II:

 O indígena na Formação da família brasileira contribuição cultural. A estatura no Brasil é   a alimentação a falta de nutrientes, os negros haviam uma variação  em forma de nutrientes      era melhor que o do senhor, um grande problema do Brasil foi a sífilis, e depois ela foi atribuída que as negras passavam para os colonos.

CAPITULO III:

Constituição dos portugueses é miscigenado avaliação psicossocial facilitou a miscigenação a burguesia foi uma que possibilitou a mobilidade social. No casamento ela  PE mais flexível, ele valoriza os portugueses que ficaram  no Brasil. O filho do Senhor e a negrinha entre o menino negro  e o menino filho do senhor há o sadismo o negro é o cavalo mostrando a sua condição de submissão.

CAPITULO IV:

A relação sexual de alguém e até com as plantas conta a historia forma de falar  influencia na vida do senhor não tem como ele não se  inserir na cultura dessa pessoa que está criando ele. Ele fala mais do negro que está na casa grande é diferente na senzala, esse que ele faz comparação entre o escravo e seu senhor em relação ao operário na Europa.
O negro no trabalho, o indígenas fugia, mas na colheita eles cantavam ele apresenta mesmo que de forma torta, ele apresenta como um sujeito  e suas praticas culturais.     






04/08/2015



Andrea Pastana aula para AMD e EAD 


AMD

Ciganos
cabanos
Quilombolas o negro na formação amas de leite 

Questões sobre a infância

Beberagem
Ciganos
Infância roda de criadoras,

Mery Deolpriore:A organização da família áfrica atlântica, nossos ancestrais, a importância de mulher nesse processo  




BRASIL E SEUS DESDOBRAMENTOS


Jhon Monteiro: Sobre o índio; desconstrói o mito dos bandeirantes,  analise marxista, que os índios lutaram, que era  as lutas de classe, vai ter a guerra, escravizaram outra etnia, a mudança a lógica  é uma estratégia de conhecimento, outra é o conhecimento da floresta para ajudar os bandeirantes.

Devassas: Julita, as mulheres que acoitavam os escravos analise não marxista, ela fala como é o cotidiano, a etinia que são criados

Manuela  Carneiro: a questão da cultura, o olhar dos franceses e portugueses sobre os indígenas, a discussão o que é antropofagia,  diferente do canibalismo o olhar dos franceses e portugueses, sobre os indígenas a discussão o que é antropofagia, para os tupinambás, para os Tupinambás.



IMPERIO FORÇAS POLITICAS E RESISTECNIAS:

4 TEXTOS

Estado Cultura e Movimentos Sociais

Maria Odila : a periodização com a chegada da família real, periodização a partir de 1822, mas a chegada da família real que muda o comportamento das pessoas. Ela dá uma nova data que é a chegada da família real.
As elites regionais como se houvesse um projeto de independência. Tempo saquarema aliasse as ideias liberais que exclui os “canalhas”, movimentos sociais a partir da cabanagem.  



Emilia Viotti: A questão do macro, para o micro o tipo de liberalismo e nacionalismo, a questão da mentalidade, escravista dificuldade da difusão das ideias a questão dos movimentos sociais


EAD

Sobre a questão da independência. Como esses autores contribuem para a historiografia do Brasil a colonização.O debate historiográfico é uma interpretação sobre um assunto, e tem o peso das correntes teóricas, dependendo do tipo da corrente, ele escreve ou Dio cotidiano, ou da economia, ou de outras tendências historiográficas. Poder ser marxista ou escola dos Annales.


Gilberto Freire a questão econômica fica em segundo plano.O escravo negro, na vida sexual. E o escravo brasileiro 

Caio Prado Júnior é a questão econômica, o sistema da colônia  de povoamento e exploração, a problemática do não desenvolvimento e independência  e o problema da escravidão, ele pensa na questão econômica.  Está preocupado com o modo de produção, tinha uma lógica mercantilista, é um viés marxista, dando importância para a questão econômica.

Sergio Buarque: Raízes do Brasil: texto “Trabalho e Aventura”;a questão de mentalidade, discussão de mentalidade dos colonizadores  portugueses, é uma lógica mercantilista, dá um diferencial na permanência do trabalho não gostamos de trabalhar, gostamos de emprego.
Os religiosos não trabalhavam a mentalidade dos colonizadores, de permanece a, nas treze colônias era a lógica calvinista. A lógica do trabalho, ( é um eixo temático), espírito de aventura de cobiça essa lógica do capitalismo, mentalidade dos colonizadores lembra os Annales. 

Trabalho e Aventura (pagina. 41)
Os portugueses se acharam melhor preparados para começar uma expansão marítima, de fato é verdade, porém teria sido melhor para nós uma colonização holandesa, com pessoas com uma mentalidade mais aberta e menos conservadora de sua posição tradicional na sociedade.                                                                               Acredito que o tipo português, representa o aventureiro, quer dizer aquele que colhe a fruta, mas não se importa com a árvore e nem em plantá-la, foi esse tipo de homem que nos colonizou, que ao contrário do trabalhador vê a árvore procura conhecê-la e vive em um problema para transformá-la a seu favor e não o ignora ou passa por cima como os nossos colonizadores.                                                                                    O contraste entre o aventureiro e o trabalhador preserva o que é seu e procura evoluir, o aventureiro vive apenas de sua o fator da natureza também representa um elemento favorável a hegemonia dos aventureiros, por ser o Brasil um país extremamente favorável a atividade agrícola. A imensa riqueza não se tornaria sólida com o passar do tempo.                                                                                                 Ao invés do trabalhador, ele preferiu escravizar os índios ou pelo menos tentar já que esse não aceitava as condições de uma nova forma de vida, foram buscar na África, lugar onde era melhor para o homem se adaptar as formas que os portugueses necessitavam escravizar e mandar e viver como um soberano.                                        Sobre a classe trabalhadora na colônia, e a mistura das raças, era até aceitável, um descendente de português, com índio, ou negro assumir um posto, mas era negado aos índios e negros de roça para assumir um cargo que seria respectivamente a branco. Para os portugueses o negro era o mais impuro das raças na colônia, nem era visto com bons olhos a união do negro e o índio que para eles, iria contaminar a pureza do índio.   As classes existentes na época da colônia com referencia a prioridades administrativas, com os cargos dependiam muito da atividade trabalhista, podendo o individuo realizá-la, uma atividade pouco importante, mas se tivesse qualificação correspondente a sua época, ele jamais seria eleito para exercer algum cargo, era realmente uma cultura comercial, mas individual, não havia uma organização para toda sociedade.                                                                                                                               A cordialidade que tanto fala o autor pode estar ligada porque o gênero humano que estava em posição de se ver obrigado a baixar a cabeça. Aliada a uma força de opressão histórica desde os primórdios quando atacaram índios e escravizaram os africanos.                                                                                                                       Com o passar dos tempos iam surgindo os brasileiros que iam vivenciando essa caótica colonização. Não é a toa que o processo de desenvolvimento capitalista português era atrasado e continua até hoje como castigo por desleixo em perseguir até aqueles que tentavam procurar outra forma de vida, ou de produzir com melhores técnicas ou arrumar um meio de mudar os seus meios técnicos para agilizarem e melhorar a sua maneira de dominar a terra.Nos descendemos de homens de muita crença e fé, até na Carta de Pero Vaz de Caminha, mostra isso, quando ele fala que seria o melhor salvar o gentil.                                                                                                      Numa terra de pessoas extremamente tradicionais e radicalmente ligadas as suas raízes hierárquicas e de um nativo e de um oprimido africano não menos desenvolvidos do que os nativos, seria impossível a instalação de uma ética protestante ou outra cultura mais materialista se adaptar aqui, como os calvinistas holandeses.
Persistência da lavoura do tipo Predatória
Parece que a sociedade da América e européia não estavam muito distante, quando de repente a plantação, as técnicas européias foram desenvolvidas na Europa, e para cá vieram, mas não se tornando algo inédito, mesmo os índios brasileiros, como as sociedades pré - Colombianas já faziam uma técnica até ai nada novo. Continuaram com as técnicas já existentes antes da sua chegada.                                                                    Infelizmente parece que o clima ou a forma da natureza do Brasil não foi favorável a agricultura, tanto que os europeus assim como portugueses e alemães aqui tiveram que manter a forma de cultivo conhecida ou retrocederam do arado para a enxada o que representa uma volta no tempo e um atraso. Tecnicamente e economicamente para o futuro e a época.                                                                          Se a terra fosse queimada, não renderia o necessário do que fosse arrebatada com enxada. O arado causaria perfurações e ajudaria a proliferação de mosquitos. As técnicas encontradas foram sendo descobertas para driblar a dificuldade da terra arborizada, tanto pelos europeus, até pelo homem pré colombiano que tinham suas técnicas, porém, aqui os portugueses chegaram com a técnica da enxada a atravessaram séculos com a mesma.

A contribuição da obra de Gilberto Freire é a critica dos marxistas, obra é o malote de Gilberto Freire. Se entende os modos de produção, entende as relações de trabalho a estruturação do ouro não é o mesmo da CNA de açúcar. O materialismo  dialética morre a economia e ela que move a historia.



















































ESTÁGIO SUPERVISIONADO    ANDREA DA SILVA PASTANA
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  aula em  24/02/2015

No estágio agora são 150 hora dividi-se pelas quatro serie

É regência no ensino fundamental
Orientação e escolha da escola
Relatório pode ser em trio
Projeto de Ação
Termo de compromisso no site da escola
fichas de estagio Entregar no prazo
Fichas presenciais das aulas com a Pastana



2º aula em 10/03/2015

*Cumprir carga horária
*Relatoria permanece
*Projeto de ação socializar  projeto de ação ligada a sua  temática do TCC
*As fichas tem que ter o carimbo da escola
*O estagio agira é regência ministrar aula em todas as series.
*Elaborar um plano de aula e socializar com a turma a professora vais querer ver o plano de aula 

O foco agora é o docente.

PROJETO DE INTERVENÇÃO DO ESTAGIO:

Opção 1

Mostrar como foi a organização da população e cruzar fotos impressas, tem no Centur,e cruzar com a questão do Fora Dilma. Tem uma parte quer a intervenção militar. Socializar esse movimento político, não podemos esquecer a classe média, e a classe media alta fizeram parte, não tem estudantes.

Opção 2
A manifestação dos professores, o aluno não tem noção da greve, e da paralisação as conquistas são através das greves, direito ligado a ideia marxista  direto da necessidade deles muito  ouve o que é greve, através dos jornais, mas fica uma informação superficial.  



AULAS DE ESTAGIO PARA A FICHA PRESENCIAL


ESTAGIO


Estagio Em 07/03/2015

Orientações básicas de estagio problemas sobre a greve dos professores e orientações sobre a ficha, e o termo de compromisso. A professora sugeriu a procura de escolas particulares e do município por cauda da greve dos professores.


Estagio em 17/03/2015

Explicações básicas sobre preenchimento de ficha, vestimenta do docente, comportamento etc.


Estagio Em 19/05/2015

Orientações sobre estagio ficou determinado que teremos que elaborar um projeto que vale 30 horas para ajudar na carga horária do estagio em vista que não vai ser possível concluir por causa da greve dos professores.

PROJETO:
Elaborar um projeto numa comunidade vale 30 horas, para carga horária regente, só vai faltar 70 horas para o estagio

1-Apresentar uma  temática.

Horas:
1-pesquisa
2- execução
 Tudo tem que ser contabilizado para mostrar para a faculdade. Na ficha de estagio tem que vier o nome de quem é o anfitrião ou professor.

OBS do Marajó contabiliza.


Pode fazer em forma de comunicação que é :
Uma mesa onde se fala, e espera as perguntas, se não tiver pergunta os dois integrantes da mesa fazem a pergunta.




Estagio em  28/05/2015


Elaborar projeto de ação 30 horas.
Pode ser realizado Ana escola, associações, clubes, Igreja, a coordenação tem que assinas a ficha. O ambiente em escolas é de 5º a 9º  ano. Em outros ambientes não fecha a série.
OBS: Fazer uma relatório; Tem que ter um  relatório com estrutura de m
Introdução
Objetivo geral e específico
Conteúdo norteador
Conclusão

Entregar até o dia 1º de agosto

PROJETO VALENDO 30 HORAS: Entregar relatório, fichas. Pode ser o mesmo projeto para o de intervenção na escola e os do estagio valendo.
Poder ser em banner a apresentação.
ESTAGIO: tem que apresentar relatório projeto de intervenção fichas de regência.


 
Estagio em 05/06/2015
Estagio:
Fora da escola
Pratica TCC entregar o sumario já entregamos, falta entregar o esboço do capitulo.

A elaboração do projeto  entrada e saída,  e local se for  em escola ma serie,  e descrever a atividade, conteúdo metodológico exemplo, se for a ditadura militar, se foi com musica, filmes etc. 

Semana da cultura reunião com os professores tudo conta







PRÁTICA PEDAGÓGICA III - PESQUISA
ANDREA DA SILVA PASTANA
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PRÁTICA PEDAGÓGICA III - PESQUISA
ANDREA DA SILVA PASTANA

24/02/2015

Houve uma mudança, na tipologia de apresentação. Que agora pode ser:


TCC- em dupla ou trio.
Portfólio- pode individual
Artigo- dupla ou trio.


Portfólio: três trabalhos relevantes de conclusão da disciplina, apresentação oral com introdução, metodologia etc. Toda a estrutura. Com 50 paginas

Artigo:  15  30 paginas, dupla,trio, não precisa defender.

TCC: Defende e tem a estrutura 50 paginas

A temática é a mesma não mudou o que mudou foi à tipologia




PRÁTICA PEDAGÓGICA III –
PESQUISA ANDREA DA SILVA PASTANA
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17/03/2015

Reunião com o grupo do TCC

*Sebastião
*Franco
*Nilton

Tarefas:  Fazer um sumario:.Dividir os capítulos:

OBS: Se fosse uma escola que usasse nos poderíamos utilizar o tópico 2, mas se não for podemos descartar . ver se o livro tem essa perspectiva se não exclui esse livro.  




Segue Esquema do Sumario:



1-Contribuição do Marxismo no Brasil e sua Influencia no Ensino de Historia
1.1-O Marxismo e as Metodologias do Professor
1.2-As Influências do Marxismo, e a Defesa da Corrente.
1.3-O Marxismo e o Livro didático e a Influencia no ensino de Historia 
 

2-A Analise desses Três Livros Sugeridos:

2.1-Nova História Crítica / 8ª Série. 2001. Mario Schmidt. Editora FNDE. Foi utilizado em 2011, e teve grande venda e grande repercussão critica. O material não está em uso atualmente, foi usado em 2005, depois voltou com uma nova roupagem.

2.2-História Sociedade e Cidadania 9º Ano. Alfredo Boulos Júnior. Editora FDT. Foi lançado em 2011.

2.3-Projeto Radix História - 9° Ano Aplicação: Didáticos - Ensino Fundamental II - História - 9º Ano Parte da coleção Projeto Radix História Autor:.Cláudio Vicentino. Editora Scipione. O material será usado até 2015.



3-





































































RFERENCIAS:

ANTIGUIDADE EMEDIEVALIDADE
Maria Martins
TEXTO: LE GOFF, Do Mundo antigo a cristandade medieval. In LE GOFF. Civilização do ocidente medieval. Bauru, SP 2005
TEXTO: O FANCO JÚNIOR, Hilário. A idade Média: O nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense 2004
BLOCH, Marc. O feudo. In: Bloch, Marc. A Sociedade Feudal. Lisboa,Portugal. Biblioteca Nacional de Portugal 2009.


Império e Forças Políticas
Andrea Pastana 
CARVALHO, José Murilo e Neves, Lucio Maria Bastos Pereira das. (org). Repensando o Brasil do Oitocentos; Cidadania, Política e Liberdade. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2009
Costa, Emilia Viotti da. Da Monarquia à Republica; momentos  decisivos. 8º Ed. São Paulo: HUCITEC, 2004.
GRINBERG, Keila e Salles Ricardo. O Brasil Imperial . Volume II 1831-1870. Rio de Janeiro Civilização Brasileira. 2009.
AZEVEDO, Célia Maria marinho de Onda negra, medo branco: o negro imaginário  das elites do século XIX. 2 ed Rio de janeiro. Paz e terra. 1997.
CHALOUB, Sidney. Cidade Febril: Cortiço e epidemia na corte imperial. São Paulo: Companhia das letras, 1996.
DIAS, Maria Odila da Silva. A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo. Alameda 2005.    

Andrea Pastana
ALENCASTRO. Luiz Felipe de Trato dos Visentes: Formação do Brasil no Atlântico Sul século XVI e XVII. São Paulo; Companhia das letras
FARIAS, Sheila de castro. A colônia em movimento; Fortuna e família no cotidiano colonial. Rio de Janeiro; Nova Fronteira, 1998.
ALBUQUERQUE, Maria Betânia B. Beberagens Indígenas e Educação não Escolar   no Brasil Colonial. Belém FCOTN, 2012, PP. 91-116.
CUNHA,Manuela carneiro da Índia no Brasil: Historia direitos e cidadania. São Paulo. Claroenigma, 2012,PP 91-53.
DEL PRIORE,  Mary. Revisão do paraíso: 500 anos e continuamos os mesmos. Rio de Janeiro campus, 2000, PP, 93-113.
FAUSTO. BORIS . Historia do Brasil. São Paulo. Edusp, 2002. PP, 104-116.
FREYRE, Casa Grande e Senzala: Formação da família brasileira sob o regime econômico patriarcal. 51. São Paulo, global, 2006, PP, 367-448.
GOMES. Mércio    Pereira, os Índios e o Brasil: passado, presente e futuro. São Paulo. Contexto 20012, PP 75-86.
 MONTEIRO, Jolus. O escravo índio, esse desconhecido. In GRUPIONI. Luiz Donisete Benzi (org). Índios no Brasil. Ministério da educação e do desporto, 1994, PP, 103-120.