quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Trabalho de: “Conhecimento Cultura e Linguagem”. Professora: Maria do Carmo Acácio de Souza. Turma LHN 02 (Faculdades Integradas Ipiranga). Resenha Elaborada do Filme A Guerra do Fogo.



                                                                                                                          






RESENHA ELABORADA DO FILME A GUERRA DO FOGO[1]
Direção: Jean Jacques Annaud Roteirista  Gerard Brach . Gênero: épico. Tema principal: a descoberta do fogo. Atores: Everett McGill, Ron Perlman, Nameer El-Kadi, Rae Dawn Chong Original: La Guerre du Feu. Região: 2 (Alemanha) Duração: 96 m Ano: 2001

Sebastião Pereira Viana Júnior[2]

O contexto do filme se passa na pré história, ou idade da pedra lascada. A guerra se dá devido a necessidade que a humanidade tinha, nos seus primórdios  de que precisava para sobreviver, e  quem possuía o fogo era sinônimo de poder, riqueza cultural, aquele que sabia manipular o fogo, dominava e escravizava outras tribos. O que não era o caso da tribo dos protagonistas, que mantinham ele aceso a todo o custo, por não terem o conhecimento de fazer produzi-lo ou acende-lo. Mas eles não eram os mais atrasados, tinham aqueles que não se diferenciava muito dos macacos, e que lutavam por fogo também, nesse caso, as duas tribos não dominava o elemento primordial da natureza que propiciava um grande poder na época o fogo.
Três membros da tribo foram designados para irem em busca do fogo. Isso  parecia uma missão de honra pois outros queriam ir, mas um homem que era uma espécie de líder deixou para os três que foram escolhidos.
 A terra nesse período era habitada por seres primitivos, vivendo em cavernas, em grupos nômades, tendo ao lado animais pré-históricos, como o tigre dente-de-sabre, o mamute etc. O perigo que o homem enfrentava com animais ferozes era constante, a tribo não havia aprendido a domesticá-los, ainda era muito rudimentar, os seus conhecimentos em relação a natureza.
Por isso enfrentaram diversos perigos atrás dessa nova chama de fogo. Durante o percurso, encontraram outra tribo, essa  de canibais, e tiveram que enfrentá-los e saíram vitoriosos, conseguindo alcançar o objetivo almejado. E ainda salvando uma prisioneira mantida por essa tribo e que depois insiste em ficar com eles.
E assim, resolvendo seguir a mulher que salvara dos canibais, encontra a tribo Ivakas, que sabia como fazer fogo, era uma tribo, muito mais desenvolvida, que conhecia frutas, artesanatos e já moravam em cabana. Ao chegar nessa tribo, foi recebido com boa alimentação e muitas mulheres para fazer sexo, mas iria se tornar prisioneiro dessa tribo.
Porém, com ajuda conseguem fugir, e novamente enfrentam outra tribo desta vez no 2º confronto o meio técnico de matar tribos rivais que tinham técnicas de guerras mais avançadas, foi muito forte. E se sobreporem sobre os mais fracos, igual nos dias de hoje, o mais forte dita as regras.
E assim, os três conseguiram chegar em sua tribo com o fogo e levando consigo a mulher que salvara e obtendo um final feliz para um dos membros que havia saído em busca do fogo.
A partir do filme compreende que o fogo é o material histórico, e  quem o dominava tinha grandes possibilidades de sobreviver, ele era o mecanismo que regia a vida.
Karl Marx em sua obra remete a esse contexto da pré-história, ressaltando que sobre o grande poder exercido por quem tinha o fogo, ou seja, quem dominasse o fogo, dominava outras tribos. Na Introdução de 1857, Marx afirma que “a anatomia do homem é uma chave para a anatomia do macaco” Tanto que, quando os homens primitivos perdiam a sua chama em decorrente de uma guerra com outros grupos de hominídeos, tinham que imediatamente sair em busca de outra chama, pois o fogo tinha uma importância para a sobrevivência.

Podemos relacionar também esse filme, com o que ressalta Vygotsky,( 1924-1934 ) “(...) a interação entre grupos diferentes acarreta um aprendizado muito importante para todos os participantes... Afetividade e inteligência, apesar de terem. funções definidas e diferenciadas, são inseparáveis na evolução psíquica”.
Compreende-se que uma parte dessa teoria diz-se que o homem precisa das relações pessoais para se desenvolver, e foi o que aconteceu quando as duas tribos “Ulan e Ivakas”  entraram em contato. Uma por ser mais desenvolvida contribuiu para que a menos desenvolvida a “Ulan” aprendessem a fazer coisas novas, rir, bem como a produzir o fogo.
         Fica evidente, que a aprendizagem do homem, só poderá ser compreendida como um processo de formação resultante do contato e da colaboração da sociedade, o que interfere diretamente no desenvolvimento do pensamento e do raciocínio de cada um”.
         O filme nos deixa claro que a interatividade com outras pessoas, ou tribos, proporciona uma mudança nos meios técnicos e nos traços cultuais.
Tudo isso condiz com a teoria do Vygotsky  que segundo esse autor atribuía um valor preponderante às relações sociais no processo de construção do sujeito, como bem observado no filme esse processo que desenvolve o ser humano que aprende novas coisas e transmite para outras gerações fazendo assim um ciclo cultural que envolve as pessoas.
        

A partir do estudo realizado vimos que a espécie humana ao longo de sua saga passou por diverso momento de desenvolvimento. O intercambio cultural e genético, foram cruciais nessa troca cultura, e que o filme retratou foi muito forte, e importante para o homem. E isso aconteceu muito à questão do sexo e da cultura, que foi de fundamental importância para o desenvolvimento da espécie. Os mecanismos criados para a sobrevivência como conhecimento de frutos, medicina, domínio do fogo para a época era considerado muito avançado. Diante de tamanho momento rústico a qual o homem vivia
         Entendemos que a necessidade de dominar a natureza, está ligada com a necessidade de sobrevivência dos homens, e de que eles aprendendo e desenvolvendo armas, a imaginação que faltava ao macaco sobrou no homem. Por isso ele conseguiu mais tarde se destacar em relação aos outros animais. Se diferenciaram para mostrar que no decorrer da saga humana houve fatores fundamentais que foi o trabalho em equipe, imaginação, descobertas, e a transmissão de conhecimento.
         Conclui-se que a  natureza humana, por ser violenta em que guerreava, e matava uns aos outros, não é pois somente marca do passado, mas atual, também, existem muitos aspectos em que percebe-se a qual é a origem da necessidade em que o homem sente em mostrar a sua  força para  o seu semelhante, a necessidade de poder, sexo, em fim, o domínio do homem sobre o homem, são marcas na historia humana, até nos dias atuais.





Referencias:  

http://www.antroposmoderno.com/antro-articulo.php?id_articulo=1244

http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/lev-vygotsky-teorico-423354.shtml

http://www.anped.org.br/reunioes/27/gt13/t132.pdf



[1] Resenha exigida como parte da 1ª avaliação da disciplina Conhecimento, Cultura e linguagem, ministrada pela professora Maria do Carmo Acácio.
[2] Aluno do curso de licenciatura em História da Faculdade Ipiranga, turma LHN02

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Trabalho de : “Conhecimento Cultura e Linguagem”. Professora: Maria do Carmo Acácio de Souza.Turma LHN 02 (Faculdades Integradas Ipiranga). Fichamento: da Oralidade a Escrita.


                                                                                                                                      





FICHAMENTO: DA ORALIDADE A ESCRITA[1]
FASCÍCULO DA FACULDADE IPIRANGA –PROGRAMA DE LICENCIATURAS INTEGRADAS – EIXO DE FORMAÇÃO COMUM,  Belém, PA, 2008. – Disciplina: Conhecimento Cultura e Linguagem – Unidade 1- Da Oralidade à Informática (p. 8-24) 

Sebastião Pereira Viana Júnior[2]
A humanidade ao longo de seu desenvolvimento, e de sua historia passou e desenvolveu diversas culturas, diversas formas de se comunicar, desde o mais antigo meio oral até a cibercultura. No entanto estamos vivendo um dilema em relação a cultura da geração, em relação com o mecanismo chamado educação, e a modificação do língua escrita que é muito modificada, nos meio de comunicação das redes sociais.      E agora professor o que fazer?  Como se deve comportar diante dessas mudanças em que não reflete a realidade da escola. Todas essas culturas fizeram do homem um ser que chegou a se destacar com relação aos outros animais, tais culturas como a oralidade, a escrita entre outras. Fizeram com que ele exerça um certo domínio em relação aos outros.                                                                                                        Para melhor refletir sobre o assunto discorremos acerca do tema tendo como base o capítulo acima referenciado que traça um percurso da evolução da linguagem mostrando que a passagem da oralidade à escrita, há milhares de anos, alterou a própria estrutura do pensamento e acabou por transformar a consciência humana, assim como a passagem da escrita à informática, em nossos dias, faz emergir uma nova visão do mundo. Observa também, neste capítulo, que o analfabetismo digital, isto é, a falta de domínio da informática, gera exclusão social, como acontece com a falta de domínio da escrita.
1-Criar Linguagem um privilegio Humano (pagina. 8)

1.1-A invenção da palavra assinala o primeiro estagio da cultura humana, a cultura oral, dependente da presença física... (pagina 9)

1.2-Transmitida de geração em geração graças exatamente à linguagem. Na forma geral cada som da língua é percebido linearmente...(pagina 9)

1.3- Entende-se que a fala é o motor cultural a qual o homem encontrou e desenvolveu ao longo do tempo, a qual continua até hoje. Nos somos o reflexo daquilo  que o homem fez no passado para chegar aos dias de hoje. Também segundo o autor a invenção da palavra assinala o primeiro estagio da cultura humana a cultura oral” (pagina 9)

1.4- “ Um breve conjunto sobre sons... celebra a palavra, a mais genial invenção do ser humano do seu próprio passo distintivo”... (pagina 9).”

1.5 “A historia de todas as literaturas do mundo ocidental começa com a poesia” (pagina 10)



2- A Escrita (pagina 11)

2.1- A escrita marca o segundo grande momento da humanidade, depois da fala, na historia da comunicação humana. Fale um da escrita como ela se caracteriza. (pagina 11)

2.2- Com a invenção da imprensa por Gutemberg, o material escrito aumentou e houve a necessidade de criação de Biblioteca. (pagina 11)

2.3- “A primeira biblioteca criada foi a de Alexandria a qual continha todo o saber da antiguidade em torno de 700 mil papiros e pergaminhos”.  (pagina. 13)

2.4- “A escrita desloca o ouvido para o olho a recepção da língua. Destinada a ser percebida visualmente” (pagina. 13)

2.5- No uso do cotidiano, a escrita “esconde-se” como veículo, pois ao leitor interessa, sobretudo, o sentido do discurso. A arte como sempre se incube de romper o lugar—comum a poesia concreta do século XX requer não apenas o trabalho mental de compreender o sentido, mas a fixação do olho no aspecto material da palavra na sua distribuição na pagina. (pagina 13)

2.6-A escrita desloca do ouvido para o olho a recepção da língua. Destinada a ser percebida visualmente a escrita tem como a fala uma dimensão linear e temporal... (pagina13)

3-A Imagem (pagina. 14)

3.1- Com o surgimento da imagem desestabilizou com a hegemonia de cultura escrita, “cujo apogeu começou com o advento da televisão”.(pagina 14)

3.2-Com a cultura de massa, veio uma espécie de fusão com a relação às outras, jornal, radio, cinema etc. Todas inseridas nesse novo comportamento humano.(pagina 14)

3.3- “Da fusão da cultura de massas, surgiu a linguagem hibrida, mobilizadora dos mais distintos órgãos de percepção que produziu o fragmentarismo a  descontinuidade da leitura” (pagina. 15)

4-Cultura em Bites (pagina. 15)

4.1- Com o advento da informática surge uma nova linguagem que revolucionaria tudo aquilo que nos já tínhamos visto até hoje, a cibercultura, que teria como parâmetro uma sociedade em que seu  conceito  seria a de uma sociedade bem informada. (pagina 15)

4.2- Os códigos que CDs e DVS lêem, vêem, em forma, números, ou pequenos furos,  como leigos não conhecemos, mas  que se converte  na linguagem falada e escrita a qual nos conhecemos, quando é lida num CD por exemplo, quando é convertida em letras no computador etc.. Esse novo modelo pode ser usado por pessoas que se encontrem on-line, na mesma hora e no mesmo lugar nas redes sociais, por isso em tempo real alguém pode escrever um texto por exemplo, e publicar. (pagina 15) 

4.3- Com os novos códigos instaurou-se o reino da hipermídia, em que muitos meios convergem para a criação de uma nova linguagem, hibrida, poderosíssima e de largo alcance. Contexto novo, que obriga a repensar totalmente a educação tradicional. (Pagina 15)

4.4- Nessa nova cultura em bites exige novas formas de pensar, de escrever e de se comportar. Para Pierre Lévy a “informática é uma nova tecnologia intelectual, com capacidade de produzir um novo modo de pensar o mundo e de conceber novas relações com o conhecimento” (pagina 15)

5- O Esperanto das Maquinas (pagina. 16)

5.1- Foi uma linguagem universal criada para facilitar a comunicação entre os povos. (pagina 16)

5.2-“Na cultura digital, o mundo assemelha-se a uma imensa rede sem dono. É de todos e de ninguém... (pagina 16)”

6- O  Digital é Novo? (pagina. 17)

6.1-Não. Ao acionar um interruptor, informamos á rede elétrica queremos energia ou não (...). Obviamente a resposta é não pois já havia esse tipo de mecanismo, bastava só ser expandir.(pagina 17)

6.2- A informática é um espaço virtual, que já existia embora não tinha alcançado o que é hoje, por exemplo, quando se colocava uma tomada, ou quando indígenas se comunicavam etc. Embora antigamente não possa ser considerada com um espaço virtual como hoje, com redes sociais livres opiniões etc.  (pagina 17)

6.3- Para Pierre Levy os novos meios que veio através da historia, não podem ser entendidos como estágios excludentes na sociedade, mas como realidades concomitantes, já que criação humana. E a linguagem deve ser entendida como uma atividade social do ser humano. (pagina 17)

6.4- Os novos meios que vieram através da historia, não podem ser entendidos como estágios excludentes na sociedade, mas como realidades concomitantes, já que são criação humana. E a linguagem deve ser entendida como uma atividade social do ser humano. (pagina 17)

7- Da Oralidade a Escrita (pagina 18)

7.1-Nem todos os povos possuíam algum tipo de escrita em comparação com a fala surgida  há 100 mil anos com os primeiros homo sapiens. (pagina 18)

7.2-Textos mais antigos: “pequenas plaquetas com anotações, com numero de gado, escravos ou estoques de cereais, encontrado na Suméria, cidade de Uruck sul do atual Iraque. 3300 a.C”.(pagina 18)

7.3-Pictogramas; foram os primeiros símbolos que o homem utilizou para escrever; Cada símbolo representa um objeto, mais era muito limitado. (pagina 19)

7.4-Alfabeto: As limitações fizeram com que houvesse uma revolução na linguagem escrita “Daí surgiram dois tipos de escrita; a silaba –grupo de sons representados por sinal- e alfabética cada sinal representa uma letra como no português, no inglês etc. (pagina 19)

7.5- O alfabeto se espalhou e surgiu as mais diversas expressões da escrita. Chegou-se a acreditar que a escrita não era mais importante que a oralidade, “na verdade muitos textos afirmam-se a superioridade e a independência do oral!”(pagina 20)

7.6- Nos dias de hoje, a escrita é considerada um mecanismo de ascensão social a classe que a domina consegue ascender, “Mas será que não se dá um valor demasiadamente exagerado a escrita” (pagina 20)

7.7- David R Olson: Começou a questionar a superioridade da escrita em detrimento da oralidade, ela não revela as sutilezas do falante; “Já o discurso oral precede e está presente na preparação interpretação e analise do texto escrito” (pagina 21)

8- Da Escrita a Informática (pagina 23)

8.1- Com o advento da informática, ficamos com o cotidiano modificado agora todas as coisas do cotidiano estão na frente do computador, lojas, cinema, escola etc. Tudo que antes precisava-se de um deslocamento agora basta um click e algumas palavras e você terá acesso.É a chamada cibercultura.(pagina 23)

8.2-Pierre Levi Foi quem definiu o conceito de cibercultura, “Conjunto de técnicas imateriais materiais e intelectuais de praticas de atitudes de modos e de pensamentos e de valores que se desenvolveram juntamente com o crescimento do ciberespaço” (pagina 23)

8.3- Grande marco no século XXI são as transformações envolvendo a internet, blocos econômicos dos continentes, transnacionais, entre outros ramos do capitalismo e globalização, não esquecemos que é desigual. (pagina 23)

8.4-Exclusão digital: com um click você pode ter acesso aos mais variados textos e artigos mais têm o risco do autor nem ser citado. Também na educação existe o problema daquele que não tem acessa a ela, assim como na globalização, existem uma camada extremamente exclusa dos mecanismos a qual alguns podem pagar, pelas maiores maravilhas da tecnologia.   (pagina 23)

8.5-Reflexo na educação: muitos não tem acesso a rede, alguns por intermédio do cyber. Nas escolas, os monitores também se recusam a mexer nos computadores, por medo de serem danificados; É preciso no entanto saber inserir esses recursos no meio pedagógico da escola, é corremos o risco de receber de alunos possíveis trabalhos sendo simples copias da internet. (pagina 24)

8.6-“faz-se necessário que cada escola insira a informática no seu projeto pedagógico e que esse projeto incorpore uma nova visão de educação” (página  24)

Percebemos que a fala e a escrita foram os primeiros estágios da cultura  humana, e que ambas foram fundamental para o desenvolvimento humano, e para a transmissão da cultura do homem. Seja de forma oral e ou escrita. Cada fase a qual se desenvolveu a cultura humana foi como uma revolução um salto para o desenvolvimento da espécie.
         Percebemos que o autor faz uma abordagem histórica da evolução da comunicação humana. Desde os primeiros grupos que desenvolveram a oralidade, e depois a escrita que diversos autores debatem a contestação da hegemonia da escrita sobre as demais e o embate entre escrita é oralidade.
         Entendemos também que na sociedade moderna, os novos mecanismos pode constituir a exclusão social, na sociedade da cibercultura; Curioso que não é de hoje que se fala em exclusão social, na sociedade capitalista ela é marcante a sua existência ! Agora veio também na cibercultura.
         No trecho final do capitulo mostra dois personagens, um alegando o gosto dos livros, do lápis e a borracha, ele queria sentir o papel  e o lápis. O outro alegava que escrever manualmente era ultrapassado, que a cibercultura era consolidada, e que não  podia se ver escrevendo um texto se não fosse no computador.Isto mostra os diferentes sentimentos acometidos pelas pessoas  diante daquilo é novo.
         No capítulo em estudo, aponta também uma critica do autor em relação  à necessidade da escola se reformular  e se adequar a nova realidade na cultura do aluno que vivem na sociedade da cibercultura. Se existe ou não essa resistência a essa mudança é uma coisa que os professores tem que saber e tornar a escola uma realidade atrativa para o aluno, junto com a tecnologia, mas para não se tornar completamente dependente dela. E sim saber usá-la quando preciso. Portanto compreender-se que nos obriga a repensar totalmente a educação tradicional.
         Concluímos que o aparato tecnológico, e o desenvolvimento humano desde a  fala a escrita, foram mecanismo que transformaram o mundo revolucionando a sociedade. Todas desenvolvidas no seio da cultura humana, invenções idéias, maquinas etc. Isso nunca terminará, sempre vai haver o desenvolvimento ao longo da historia humana.   


[1] Fichamento exigido como parte da 1ª avaliação da disciplina Conhecimento, Cultura e linguagem, ministrada pela professora Maria do Carmo Acácio.
[2] Aluno do curso de licenciatura em História da Faculdade Ipiranga, turma LHN 02

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Trabalho de: "Gestão de Sala de Aula I" Professora: Fátima de Nazaré Pantoja Rezende. Turma LHN 02 (Faculdades Integradas Ipiranga). Elaborar um texto a partir da apostila: Relações interpessoais em sala de aula e desenvolvimento pessoal de aluno e professor. Laurinda Ramalho de Almeida e Vera Maria de Souza Placco.





10/09/2013








Faculdades Integradas Ipiranga
Gestão de Sala de Aula 
Professora: Fátima de Nazaré Pantoja Rezende 
LHN 02

Alunos:
Sebastião Pereira Viana Júnior
Egildo Modesto da Costa






Elaborar um texto a partir da apostila: Relações interpessoais em sala de aula e desenvolvimento pessoal de aluno e professor.
                                                                                  Laurinda Ramalho de Almeida
                                                                                  Vera Maria de Souza Placco






“Hoje mais do que  nunca professores e alunos querem ser ouvidos, compreendidos, considerados –querem uma relação de pessoa para pessoa”






Segue texto:

O investimento nas relações interpessoais com os alunos, melhora a qualidade do ensino, e a convivência com os alunos em sociedade é uma realidade que o professor não pode fechar os olhos. É preciso revermos essa relação na sala de aula, que não pode ser apenas mecânica e técnica “com os aparatos didático”. Ou vista apenas de uma ótica de relação profissional. Ha muito mais por trás, nessa sala de aula; Existe uma relação humana e que tem que ser entendida por ambas as parte.  Que é a de aluno-professor e aluno-aluno.
Busca-se a relação de aprendizagem da criança, do adolescente “aluno”, com base nos teóricos do desenvolvimento das crianças e suas complexidades, na relação aluno e conhecimento e sua relação com os professores. “Essas ao mesmo tempo pessoais /interpessoais e sociais, tem em sua origem a preocupação pedagógica e educativa (trecho da pagina 8)”
         Nessa relação os dois personagem do contexto educacional vão encontrar significados culturais, de um lado o aluno aprende, e convive com coisas, assuntos, um dilema novo para si, aprende e se torna um ser dessa sociedade, o homem é um ser cultural (Vygostky). O professor pode ajudar nesse processo mostrando os caminhos certos a seguir na sociedade.
         É preciso pensar, em 1º caso na preparação teórica que o docente pode ter, para por em pratica, elaboração de projetos, provas, todo o aparato que faz parte de um contexto acadêmico para por em pratica nas escolas. Em 2º lugar, vêem a convivência às crenças aquilo que o aluno vai aprender, com os outros, e o respeito ao direito das outras pessoas. Encontraremos  relações difíceis por exemplo na diferenciação das classes, da sexualidade, religião. Conceitos que envolve-nos e a qual estamos cheio deles, pois é ultrapassado pensar  que o professor é o centro, como se pensa nas escolas tradicionais, esse conceito tem que mudar, tem que haver uma relação humana entre as partes .
         “No entanto, na pratica em sala de aula, no cotidiano da escola, as ações pedagógicas e a as relações professor-aluno são concretizadas muitas vezes de forma fragmentada e não sincrônica (trecho da pagina 9)”. Apesar da possível relação dicotômica, não é possível que nela aja uma total separação, porque cada uma das partes vão se deparar com o outro e com isso aprender coisas, convivências, se solidarizar com os problemas dos outros, é o que pode acontece em sala de aula.
         O homem é um ser cultural, acredito realmente que o homem sofre influencia cultural e se forma a partir daquilo que ele convive, acredito no Vygotsky. Nesse contexto vai haver um choque entre alunos, cada um  com o seu mundo  cultural que já vêem de casa, da rua, da TV etc. Cada um vai colocar o seu modo  de ver o mundo a sua formação, aquilo que ele realmente acredita, pelo menos até ele entrar em contato com outros assuntos.
         Vai haver em sala de aula um contexto sócio cultural, muito grande que vão interagir entre si, conviver, se realizar como pessoa. Conhecer o outro e fazer parte desse mundo, ele vai interagir com outras pessoas, vai trocar traços culturais, com eles (crenças, valores, conhecimentos etc.). Que vão ter repercussão significativa em seu desenvolvimento. Nesse contexto social percebemos que há um processo  de formação entre as partes,   em que as informações, se transformam em conhecimento.
         As habilidades ao se relacionar, são eminentes, com essa relação entre as pessoas, ao longo da vida, se aprende coisas novas, então é um conhecimento que o professor não aprende, em faculdade, mais já vêem desde a sua formação como pessoa é parte integrante da sociedade. Existe uma mudança nessas relações, que as pessoas, sofrem, “ninguém sai igual (pagina 11)”. Ao conhecer costumes, e modo de viver de outras pessoas. O aluno começa a perceber o mundo a sua volta, e com sua inteligência (cognição), ele vai criar mecanismos que possibilitarão a sua convivência com as outras pessoas. Ele vai conhecendo o seu eu para conhecer o mundo a sua volta. O aluno conhece a si mesmo depois aquilo que vêem de fora, as crenças, a religião a cultura em si.
Vai existir uma relação de amizade entre as partes do contexto escolar, vão acontecer anseios, desejos, e acontecimentos nesses eventos, envolvendo as pessoas, concretas em sua totalidade. Estabelecendo em cada uma marcas indeléveis; E criam-se significados pessoais e culturais, que possibilitam a estruturação de si e do outro.
Parece que a sincronicidade, está mais voltada para a possibilidade de o professor dar esse ponta pé inicial, e ele como profissional que tem a responsabilidade, de fazer funcionar esse mecanismo. Mesmo assim, nesse processo, é possível que aja interferência, basta que parta de um dos pólos, (professor ou alunos). A base para a  mudança está na reflexão sobre a própria pratica docente, do professor e nas relações pedagógicas, que englobam; “é necessário que o professor esteja atento as demandas explicitadas- ou implícitas – que os alunos expressam na relação a suas necessidades cognitivas, afetivas ou sociais...(pagina12)”.
O professor não deve criticar; O ser diferente das crianças, ele deve aprender a respeitar, e conviver com o outro. Vai se estabelecer uma relação social em que o aluno vai interagir com o mundo novo, que é a sala de aula. Que vai haver diversos casos em sua convivência, outras cultura, que vão entrar de frente com a dele, e ele vai interagindo e isso garante a convivência cultural desse aluno.
          O professor é o mediador, nessa relação, apesar de acontecer que cada um apresente um traço cultural, que são políticos-humanos-interacionais; E técnicas presentes na sincronicidade, sem que aja a possibilidade dela ser quebrada, pode ocorrer, de haver conflitos em sala de aula, em partes que por alguma razão, queriam impor a sua forma de pensar! “Em que medida o educador tem a consciência da presença simultânea das três dimensões?...(pagina 14)”. Sem uma consciência  Critica, sobre esse contexto, uma boa aula não é possível,sem  um ambiente sadio fica difícil.
         A sincronicidade, é importante para manter a harmonia entre as partes, isso tem que ser uma consciência do professor: “ Pelas relações com seus alunos, o professor expressa seu conhecimento e seu compromisso com o desenvolvimento emocional e cognitivo deles...(pagins15)”. Espera-se que o professor seja esse intermediador e que saiba manter o controle em sala de aula.
         O professor tem que estar atento para a diversidade da sala; Não é fácil, mas ele deve estar munido de conceitos teóricos, e a cima de tudo morais para conduzir a turma a um futuro melhor, cobra-se ética do professor, temos que ter ética!
         O processo de mudança  nas relações interpessoais, não é fácil, pode ocorrer resistência entre eles, isso pode se estabelecer também em ralação ao trabalho do professor: “A busca de justificativa para que o trabalho fique como está, a não percepção de ocorrências da pratica e da necessidade de mudança a serem introduzidos nessa pratica, são processos da alienação..(pagina 16)”. O professor pode ter o conhecimento, mas ele pode se omitir, não só o professor, mas o aluno também, por não exigir uma melhor condição na relação! E vocês estão aqui para aprender, e mudar, ou vão querer ser alienados?
         “Os professores não podem perder de vista a tarefa de formação de um ser humano critico e capaz de intervenção na realidade...(pagina 16)”. O professor não pode perder de vista o seu trabalho, a sua própria formação critica, para lhe dar com o contexto sala de aula, para que ele possa de fato chegar a tão sonhada formação do ser critico ao seu docente. É necessário que o educador, saiba que a sala de aula é lugar em que ele vai conhecer o aluno, para que ele possa estabelecer a sua função de educador.
         As relações pessoais e relações pedagógicas foram debatidas aqui, para que fosse parte do contexto da sala acadêmica para ser uma extensão para a sala de aula, a convivência do trabalho do professor não é das mais fáceis. Ele elabora, prepara-se, corrige, convive com uma complexa camada social, grande parte dela empobrecida, Por isso uma relação já ameaçada pelas desigualdades sociais. Não podemos negar que isso prejudica as relações, e o trabalho pedagógico, e o desgaste que ocorre ao longo do cansativo trabalho do professor. Ele tem que fazer uma pratica pedagógica em sintonia coma realidade da sociedade, em que vive.
 O trabalho, ínsita ao professor, que acredite nas relações com os alunos, e não  fique somente naquela relação fria de profissionais. Outra coisa imprescindível entre as pessoas, é a afetividade ela vai existir de qualquer forma, o professor tem que usar esse mecanismo a seu favor, e explorar essa condição, para que a aula  e a relação se torne mais humana .