terça-feira, 1 de abril de 2014

Trecho do Livro; "História da passagem Rui Barbosa no Bairro do Guamá". Sebastião Pereira Viana Júnior








Não Riam do que o caboclo fala; Coisas misteriosa que aconteceram na passagem Rui Barbosa, no bairro do Guamá, em Belém-PA, década de 90.


Cabeça iluminada: Um dia o Marco viu na construção do visuarte “seu Antonio”, onde atualmente mora um bombeiro casado com a Karina, uma espécie de cabeça que saia do chão. Ela emitia um brilho, que ele dizia ser iluminado. Ele foi chamar a gente para ver. Me lembro que foi eu e o Marcos do carica. Quando nos chegamos lá, realmente, era uma espécie de cabeça que saia do chão. Essa cabeça não chegava ser do tamanho de uma pessoa, era um pouco menor. Me lembro de ter jogado uma pedra, e ela partiu um pedaço no rosto. No dia seguinte ele me chamou pra ver as cinzas no chão. Ai ele contou essa história pro Márcio, e mais alguns no outro dia. Devido ter ele ter ficado tão impressionado, ele sonhou com uma cabeça iluminada, e falou pro Magno. Esse que espalhou pra turma que ele tinha sonhado com uma cabeça iluminada e todo mundo ficou dizendo “égua cabeça iluminada”. Foi essa a historia que me lembro. A Nazaré uma vez me chamou e disse: "Olha o Magno inventou isso", mas não, foi esse contexto que desencadeou isso.
Outra versão da Cabeça Iluminada; Dizem os moradores que certo grupo de garotos andavam numa construção grande de uma das atuais casas da passagem. E viam uma cabeça de caveira iluminada, e que esses garotos voltaram para chamar um mais cético, ou de mais idade ou até mais corajoso, ao retornarem ao lugar esse convocado jogou uma pedra que teria rachado parte do crânio. Não esperando por mais nada, saíram em disparada à história se espalhou pela passagem. Dizem que um garoto, muito impressionado com essa história que corria de levar de boca em boca, principalmente entre as crianças. Esse garoto havia sonhado com uma cabeça iluminada, e todo mundo ficou sabendo. Passando a chamarem ou gozarem o menino de “Cabeça Iluminada”.
Esses personagens são vivos, mas não cabe a mim citar nomes para não ter problemas. O certo é que a história, não aconteceu com adultos e sim com um grupo de meninos, sabemos que criança não mente.
Sombra: outro fato mediúnico foi quando um garoto conhecido com Júnior ia entrado em sua casa pela construção do visuarte. Ele viu uma sombra que fazia um barulho estranho, mas não ligou e entrou assim mesmo em sua casa. Um minuto depois o Marco viu uma sombra, e chamou ele e sua prima Lucinha pra ver o Marco. Hoje, em 2012, alega que o Junior foi quem jogou uma pedra que partiu a sombra, mas para Júnior a pedrada foi na cabeça iluminada, que é outra historia que o povo conta.
Conto de um adulto: 28.06.2012; O Péricles contou que quando eles eram crianças, estavam brincando de pira garrafa. A Alessa era a mãe, (mãe, é a que fica encarregada de achar os outros participantes da brincadeira).  Eles foram se esconder, isso no terreiro, estava ele Dalmo, Manduca, Nei e talvez mais alguns, quando eles olharam para o  muro da radio viram uma espécie de sombra, em forma de homem, ele afirmou que tinha os olhos vermelhos e com aparência de uma capa, depois sumiu o manduca disse corre e todos correram.
Cobra Grande; Dizem os moradores da passagem Rui Barbosa que no rio perto da antiga Copala, existe mergulhado nas águas barrentas do rio Guamá uma cobra grande. Alguns alegam que chegaram a ver a cabeça dela no rio Guamá.
Mulher de Branco; O Nei e o Péricles confirmaram que antigamente corria por boatos na rua de que tinha uma espécie de lenda que alguns afirmavam que tinha uma mulher de branco naquela antiga casa do Fracisquinho, feita de barro e madeira, e que o Nei viu e esse Péricles também. O Nei disse que pulou a janela com tudo e saiu todo quebrado, e disse para sua mãe que tinha visto uma mulher de branco.
Os moradores também diziam que antigamente um antigo casal que morava em determinada casa virava porco, nas palavras de Selma e uma infinidade de moradores dizem terem visto algo suspeito sobre esse assunto.
Alma Penada; Uma vez um grupo estava bebendo até altas horas da madrugada, quando de repente eles viram uma mulher todos correram em direção a essa pessoa, Maria Tereza disse que quando eles estão bêbados eles fazem isso mesmo. Quando chegaram lá não havia ninguém. No local que era impossível de alguém sair, pois não havia para onde ir, nem se esconder. Rezam os moradores que aquela visão era o espírito de uma criança que foi abortada naquele lugar que era uma vila, naquele momento não havia entrada para a vila. Essa visão da dizem outros moradores, que se encontrava na farra um grupo de amigos, nenhum deles sóbrio. Claro era altas horas da madrugada. Nessa época pra mim passou das 22:00 já representava ser proibido para crianças acredito que o ocorrido aconteceu por volta das 3:00, mas lembrando que a 10 ou 15 anos atrás essa passagem era menos iluminada.
Um grupo, dizem “estavam a fim de fazer onda” eles bebiam na entrada da passagem que bate com o Bernardo Sayão, quando do outro lado pra dentro da rua, avistaram alguém parado no meio da rua não sabem se era home ou mulher, todos alcoolizados correram em direção a criatura gritando “pega - pega”, a distancia entre eles era de uns 100 metros, quando estavam chegando perto por volta de uns 50 metros o ser entrou numa vila localizada na passagem ao chegarem no local quando entraram no inicio entre  a rua e a vila, encontraram dois ou três homens conhecidos, e perguntaram cadê  para onde foi ! A pessoa que estava aqui no meio da passagem. Eles disseram que ninguém entrou aqui, eles estavam jogando dama ou dominó, mas alegaram que nada entrado nessa vila desde esse dia ninguém mais esqueceu esse episódio. Moral da historia, havia um grupo que estava embriagado é verdade, mas dois ou três estavam sóbrios. A imagem vista era esbranquiçada não compatível com nenhum dos sóbrios que estavam jogando naquele momento.

Mas tarde haviam descoberto que ouve um caso de morte na vila não é possível saber os detalhes que envolvem o assassinato, mas era envolvendo uma mulher ou uma criança não tenho certeza parece que foi um aborto que ela cometeu.     
Criatura Misteriosa; O descaso que a prefeitura tem até hoje não só com os moradores da Rui Barbosa, mas com o Guamá inteiro, até hoje nos não temos um centro de lazer feito pelo governo. Antigamente na década de 1990, as crianças que brincavam no antigo terreiro, entre as árvores falavam muito na matintaperera, e que eles  diziam que tinha que avistar um buraco  em que ela ia sair para amedrontas as pessoas. Diziam que eram historias ditas por seus pais, e que eles acreditavam seriamente.  Por um isso um antigo terreiro onde estava concentrada toda a diversão, que aquela rua poderia ter, entre festas e jogos claro que às vezes não era permitido o acesso. Mas um fato muito estranho e mal explicado até hoje. Antes de esse terreiro virar centro de jogos ele era voltado para as festas com os antigos “sons” hoje se chama aparelhagens, e dava algum lucro para os organizadores. Conta-se na rua que existia alguma inveja de alguns desafetos de alguém do grupo e por isso supostamente alvo de magia negra ou a chamada macumba. Ninguém prova isso, até hoje, mas um dia antes da preparação de mais uma glamorosa festa, foi encontrada uma criatura horrível, mais ou menos com 30 cm por 10, com calda, e varias patas, é tudo que posso dizer, os mais antigos dizem ter uma aparência com caranguejo, mas com um suposto rosto aparentando raiva, segundo um narrador, na época, havia me falado “acharam um bicho estranho no terreiro é muito feio”. Outro alegou que nesse planeta por mais terrível que fosse a sua aparência que a natureza havia lhe dado, nada poderia se comparar a isso. Na noite seguinte para a festa, onde era esperada casa cheia, só alguns foram, “gatos pingados na linguagem popular”. Quer dizer que foi um projeto falido a criatura, ou seja, o que for foi queimado o famoso terreiro das festas nunca mais foi o mesmo, faliu depois do ocorrido depois teve algumas festinhas, mas não como antigamente, nessas festas eles não abrigavam apenas moradores da nossa passagem, mas do Guamá inteiro.
A historia da criatura não teve uma expansão de imediato, naquela tarde, foram poucas pessoas que ficaram sabendo é porque no dia seguinte ninguém foi a festa pessoas distantes nem ao menos ouviu falar nessa criatura alegam, como se alguma coisa tirou sua vontade de ir a festa naquela noite o que seria magia forças macabras, ninguém sabe hoje. Atualmente o terreiro descansa sobre as construções de casas. O ocorrido foi na década de 1990, por minhas lembranças, e conversas com pessoas.
Na década de 1990, corria um boato sobre uma assombração, que numa casa de altos e baixos, onde hoje é uma assistência técnica de televisão, que no andar de cima a cadeira de balanço balançava sozinha para quem via, era um lugar onde uma senhora morreu.  

Sebastião Pereira Viana Júnior

quarta-feira, 19 de março de 2014

O tipo de Aluno que Você é. Reflete na sua Personalidade como Professor!








(OBS): (Erro);No Blog aparece como se eu fosse professor; Na verdade ainda sou estudante de História.


Debate, trabalhos, quebra de paradigmas, multiculturalismo, busca pela igualdade social, busca por uma abordagem mais justa para os alunos referente ao ensino de historia. Respeito às diferenças. Entender e respeitar, a formação psicossocial das pessoas, em especial dos adolescentes que serão seus alunos,  a qual vamos nos relacionar em sala. São alguns dos assuntos relacionado a formação docente. Apesar de tudo isso, ainda percebemos que existe uma resistência, em relação à religião, mesmo numa academia como está.        
Estamos aqui para acabar com velhos preconceitos, não que você vai ser um liberal, mas que você aceite  e possa conviver com as diferenças. Esses conceitos conservadores que nos foram passados, e transmitidos de geração a geração, até por intermédio de nossos pais. Sobre determinado assunto, como religião por exemplo.  Se você é daqueles que não romperam velhos preconceitos relacionados as religiões dos outros, e reluta em apresentar trabalhos de teor religioso por causa de suas aptidões éticas religiosas contraria a religião vigente. Então isso significa que você  vai ter muitos problemas com a disciplina historia.
Logo a sua credibilidade como professor estará em cheque, que moral você poderá levantar para o seu aluno, que sofre preconceito por causa de sua religião, se no entanto você relutou em executar um trabalho  acadêmico  referente a religiões desconhecidas, no seu contesto de formação psíquica. Só conhecemos a nossa, a dos outros é do DEMONIO, é errada. Você coloca  conceitos etnocêntricos terríveis capaz de ferir as pessoas.
Por uma escola livre  da influencia dos homens do  colarinho branco, livre do aparelho religioso conservador e radical, livre da influencia do neoliberalismo que quer mecanizar a escola. E de outros aparelhos, que usam esse mecanismo “escola” para fins ideológico, como o estado, que indica que caminho seguir. Ao mesmo tempo em que nos clamamos  por uma autonomia da escola. Se o professor o docente e bitolado nesses mecanismos religiosos, ele não vai quebrar preconceitos, políticos religiosos em sala de aula, logo ele estará fazendo tudo contrario aquilo que ele aprendeu na academia, tudo que ele aprendeu não colocou em pratica.
Se ele age com desonestidade enquanto docente, como é que ele vai cobrar ética do aluno, se ele não é capaz de executar trabalhos, que vão de encontro a tradição que ele acredita, como é que ele vai se portar em sala de aula. Assim vai ficar difícil a situação dele. Isso não é muito bom, quando você fica muito alucinado em religião, você fica fechado “ortodoxo”. Essa estabilidade radical, e esse temos religiosos você transmite aos alunos, você é um reflexo do que foi na academia e na sociedade.
Não devemos misturar conceitos religiosos, tradição, com valores multidisciplinar da escola, nem da sociedade, porque ninguém é igual. A sala é um campo político sim! Mas é para ser debatido todas as concepções, e ser avaliada de forma critica, para fazer o aluno pensar e formar suas ideias . Não é para alienar o aluno, com suas aptidões religiosas. Docente, você pode acreditar do que quiser ter a crença que lhe convém, mas  é preciso saber que para ser um professor tem que ir muito além de valores conservadores religiosos, é  precisamos acreditar em algo para suprir essa nesse cidade nascente dos adolescentes, mostre todos os lados, seja mais .    

Sebastião Pereira Viana Júnior
juniorcomunista@yahoo.com.br
(91) 8869-3808

quarta-feira, 5 de março de 2014

O que é ser um Professor? Seus Métodos e sua Linha Ideológica






(OBS): (Erro);No Blog aparece como se eu fosse professor; Na verdade ainda sou estudante de História.



O que vêem, a ser um professor tradicional? Segundo os estudos feitos, na faculdade, podemos entender que o professor tradicional, é aquele que vêem dotado de valores de uma escola que impunha métodos, quem vêem do que se pensava ser a educação ideal para  as pessoas. O behaviorismo, o positivismo, métodos de repetição;  decoreba, castigos, chamar de burro e ficar no canto com orelha de burro etc.
São os resquícios de uma escola, e de uma cultura tradicional, que acreditava-se ser métodos eficazes para a aprendizagem humana. Então o professor se apropriou desses valores, até porque ele mesmo fez parte desse sistema de linha dura, contra os estudantes, o respeito à ordem fazem parte dessa linha de conduta que o professor tradicional fazia parte.
 Ainda podemos encontrar um problema na elaboração do material didático, que vêem sempre contando a historia da humanidade, a partir do europeu, “eurocentrismo”. É correto acreditar, que eles eram os povos que merecem destaque mais do que o próprio Brasil na historia.  E de outros povos países que eram potencias como a China por exemplo. A nossa historia mostra realmente como é cruel a historia da humanidade desde as cavernas, guerras, destruição, egoísmo,  extermínio etc.
  Ele deve confiar nos conteúdos do livro didático? Esse como dito a cima vêem com visões e idéias, muito voltadas para  o lado do mais forte na historia, quem dominou! Quem descobriu! Quem foi rei rainha, o rei . Parece que a historia dos livros realmente é positivista. A escola dos Annales; Ao fazermos um  recorte da historia ela faz com que a historia perca o sentido, pois  fica muito fragmentada.   
         O professor realmente e livre para fazer o que quer? Como ele pode conviver com um sistema com herança tradicionalista, e uma sociedade capitalista, que não dá chance para o profissional abordar o que a historia, em vista de um sistema que exige, que o conteúdo seja posto em pratica, e ao mesmo tempo ele é vigiado, pela direção e técnicos das escolas.     
         Ser tradicional é fazer o que a escola quer, com  os livros didáticos que impõem uma certa visão da historia? Então se for isso! Parece que estamos longe de fugir de uma realidade imposta por uma cultura, que acredita, que a classe dominante realmente foi o grande motor na historia. Como fugir da tradição nas metodologias escolar? Que corrente teórica seguir? Qual a mais justa? Será a marxista, em que aborda a nossa classe. Será que nos teremos a possibilidade de mostrar realmente  ao aluno que ele  faz parte de uma sociedade dividida em classes sociais, porque é isso que faz parte da realidade deles.
          Será que nesses livros didático positivistas, de reis e heróis, nos teremos a chance se mostrar para o aluno onde ele está na pirâmide social. “A historia de todas as Sociedades até hoje tem sido a historia das lutas de classes; Karl Marx”. O professor tem que escolher,  o que ele quer, o marxismo me parece ser o mais justo a qual um professor pode seguir, porque ele bate com a ordem a qual a sociedade está sendo regida hoje, que é a ordem “burguesa” segundo Eric Hobsbawm .   
         Você tem que se decidir, ou é a favor da classe que dominante, ou faz oposição a ela. Alguns professores dizem que até o marxismo já está sendo visto como ultrapassado, acredito que essas pessoas não vêem na sociedade, a sua posição na pirâmide social, ou não se incomoda com isso.
         Muitas duvidas pairam na cabeça do estudante, é verdade sobre como ele deve conduzir as suas aulas, que tipo de aluno formar, se é possível fazer isso, num primeiro momento ele se depara com ideias, teorias, correntes teóricas etc. Depois ele percebe que em alguns momentos ele não pode fazer isso; Não pode fazer aquilo! Que lugar complexo! Depois tem a linha que a escola segue, logo ele não pode fazer o que quer. E agora.  Isso tudo nos leva a crer que a profissão de professor, ainda está se construindo e a valorização do profissional ainda é um sonho, perante a sociedade e o estado e as instituições.





Sebastião Pereira Viana Júnior
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O Estado Precisa do Narcotráfico Provando sua Incompetência



Corrupção, acordos, pedido de  tréguas por parte dos traficantes, apesar de tudo sabemos que eles querem viver e muitos confrontos com a policia bandidos acabam morrendo. A superestrutura que é o estado quando quer acabar com determinada anomalia na sociedade, eles conseguem, seja qual for os métodos eles sempre poderiam dar um jeito se fosse do interesse.
Porque não há interesse? Simplesmente se cogita ou se cogitou em algum momento por algum político realista de que nos não venceremos, a luta contra as drogas, e que essa tem que ser liberada! Já imaginou a catástrofe que se tornaria, e na mentalidade  de um adolescente isso se tornar uma realidade e diante de pais impossibilitados vendo o seu país liberas drogas, isso se reflete a te a maconha.
É essa a necessidade que o estado tem de manter as coisas como estão, e ficar nessa novela em que eles aprendem algum contrabando, mas depois tudo volta ao “normal”. O normal para eles é o estado manter a ordem, e quando algum crime é cometido que atinja a moral do estado, como a policiais, ao a alguma ameaça a lei desse pais, eles fazem todo um aparato, toda uma ação policial para prender os responsáveis pelo crime.
O cidadão em si está refém nessa falsa “briga”, porque o estado não tem condições se suportar tanta gente não pode cobrar imposto de renda, por isso quem vive na ilegalidade como os traficantes, o estado fica conivente da forma como eles   ganham a vida, viciando seu filho, roubando e matando as pessoas. A participação do estado, não é a de reprimir a violência, mas eles querem educar a população a não reagir a agressão a sua liberdade.
A incompetência do estado lhe proporcionou a mesma conivência do narcotráfico coma existência, dos lixões, eles preferem que exista os lixões a céu aberto, porque existe mais possibilidade de pessoas em vida desumana conviva com esses excrementos para a sua sustentação. E o estado incompetente mantém lixões assim , por ser mais  em conta para a sua população que não contribui com imposto de renda.
A incompetência do nosso estado, se reflete nessas em população temerosa, revoltada, quando a população pega algum bandido geralmente eles lincham, esses não podem ser chamado um ato de barbaria, porque esse homem não se trata de um justo, mas sim de um criminoso. Toda ação causa uma reação, e uma população acuada, tende a cometer reações desesperadas para que ela, paca o que o estado não tem competência para fazer.Alguns alegam que o estado não tem condições de manter o bandido preso, isso quebraria os cofre, mas no entanto faz recursos que possibilite a família de criminosos receberem dinheiro, o popular mente conhecido como bolsa “ladrão” . E a família da vitima como é que fica. 
O estado quer que deixem roubarem as pessoas sem que essas rejam, como que uma pessoas ao ser abordada não vai se indignar, ao ver o seu direito de ter objetos ser violentamente tirado de você! É esse o outro lado da moeda, o estado é “Incompetente”, nos vivemos pagando imposta para a superestrutura, vivemos sobe a ordem e progresso, sobre o nacionalismo, mas na verdade esses valores não se convertem em  direitos para o cidadão.
         Existe muito  o que pensarmos sobre essa existência do estado, para reger as a nossas vidas, se ele é incompetente e não consegue proteger o cidadão dos desgraçados e ao mesmo tempo sabe que precisa dessa parte podre da sociedade, então o estado não tem mais nada para oferecer para nos. 


Sebastião Pereira Viana Júnior
juniorcomunista@yahoo.com.br
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