quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Ditadura


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Charge do TCC


Charge do TCC


Charge do TCC


quinta-feira, 7 de junho de 2018


Analise  o filme Escola da Vida

(Proposta Metodológica de Educadores Brasileiros ) .

De
Priscila Braga Brasiliano  (texto 1)
Sebastião Pereira Viana Júnior (texto 2)

 

Retirado do site da professora Priscila Braga Brasiliano em 28/05/2018. Ajudando a construir um Brasil com educação com ética, e com o que é de mais importante, o compartilhamento das nossas idéias, para que possamos nos ajudar, e desenvolver metodologias juntos!


Professora achei muito importante colocar o seu texto em meu site, abaixo o seu texto e depois segue o meu, e a ideia e proposta que fiz sobre esse filme. Muito obrigado pelo seu resumo e tenho orgulho de colocar a sua didática  e o seu nome educadora, no meu site.  

 

(Texto 1)

Pedagoga Priscila Braga Brasilino

Esse é um blog da professora Priscila Braga, aqui você encontrará artigos, fotos, mensagens sobre a Pedagogia no Brasil.
Quarta feira,2 de Março de 2011

Resumo do filme Escola da Vida


Resumo do Filme Escola da Vida

O filme Escola da Vida mostra-nos a realidade de muitas escolas, onde professores ainda utilizam metodologias e técnicas que não despertam o interesse e envolvimento dos alunos no processo, enquanto um professor conhecido como o Sr. D. atraiu seus alunos de maneira que todos participavam e as aulas eram bem dinâmicas.
O professor Matt após a morte de seu pai queria conquistar a posição que antes o seu pai tinha de receber o troféu como o professor do ano. Ao chegar à escola, Matt tenta agradar seus alunos, mas suas metodologias ainda estão presas com o tradicional, não cria nada novo para alcançar o seu objetivo. Ao ver o Sr. D. atraindo seus alunos de uma maneira dinâmica , se relacionando com todos e ensinando de uma maneira divertida onde todos aprendiam , Matt ficou incomodado pois a atenção não estava voltada a ele.
O Sr. D. a cada dia aplicava algo de novo na vida de seus alunos, sua sala de aula não era um lugar onde somente o professor falava, mas era um lugar de construção do conhecimento em que tanto professor como aluno participavam. Este professor vivia cada momento intensamente.
Matt ao perceber a popularidade do Sr. D passou a procurar algo que denunciasse o porquê era tão bem aceito por seus alunos. Matt um dia resolveu segui-lo e pôde descobrir que o Sr. D. além de um excelente professor era também um homem que gostava de ajudar a todos, mostrando sempre os direitos de cada um. Descobriu que o Sr. D tinha câncer pulmonar e isso o deixou sensibilizado. Agora Matt compreendia o porquê de tanta dedicação com todos.
Matt resolveu mudar e usou o exemplo do Sr. D para conquistar seu sonho de ser um grande professor, suas metodologias mudaram, passou a se relacionar melhor com seus alunos, criou um espaço na sala de aula de compreensão onde todos participavam do processo, usou o que os alunos gostavam.
O Sr. D entra em crise e morre , mas deixa viva a vontade de lutar, de viver bem com todos, contribuindo por uma educação melhor superando o tradicional e as dificuldades.
Este filme faz-nos refletir que enquanto educadores temos sempre que criar algo de novo, não podemos nos acomodar com metodologias tradicionais, precisamos procurar métodos e técnicas que despertem o interesse do aluno, criando na sala de aula um espaço de construção do conhecimento.


(Texto 2)

_________________________________________________________29 / 05 / 2018

O RPG do Senhor D do filme Escola da Vida. Ministra RPG Didático

           
            Nerds unidos vamos lá! Professores, nerds, que gosta de mangás, RPG,”Chun Li” , Street Fighter, Angel e a Flor das setes Cores, cosplay, animes, sonic, revistas em quadrinhos, imitar personagens, contar piadas, fazer cosplay eu quero só essa turma, quero só professores nerds como eu, lendo esse texto, se você é um professor, e renega ser nerd, vamos lá sair do armário, tenho uma proposta para a nossa categoria .
            Assistiram o filme Escola da Vida? Pois é, tem um momento do filme que o senhor D, estava narrando RPG, fantasiado, foi muito sucinto, realmente, o filme praticamente não fala que se tratava de um RPG, mas ele tinha, características de um RPG, mas eu observei e quando despertei, me veio essa ideia na cabeça, aquilo era um RPG!
            O RPG do filme retratava os índios americanos, Lincon, astronautas, etc. ele fazia roda de conversa, e interpretava os personagens históricos, sua didática nessa narrativa consistia, em fantasiar-se, dos personagens,  retratados na escola, outros detalhes como ficha, livro etc, não foram colocados no filme. 
            O RPG narrado, era em sala de aula, as vezes contava com a ajuda de alguém como no caso do astronauta. O professor foi elogiado pela direção da escola, que reconheceu o seu empenho em narrar a historia para seus alunos. A relação dele era mais próxima do aluno, uma relação de amizade. 
            Obviamente quando falo de RPG didático, estou falando da disciplina historia que é onde estudo, e conheço melhor. Mas como já foi dito, Ministrar RPG  não é somente se fechar numa disciplina, ele pode ser interdisciplinar, profissionais da matemática, da biologia, procurem saber o que é o RPG. Vamos pesquisar e desbravar essa possibilidade para a educação.
            Entendemos que o senhor D ministrou um RPG, onde posso dizer, rudimentar,  pioneiro, mas uma proposta, onde nos temos que vestir essa vertente nos parâmetros da educação. O RPG possibilita que a educação seja narrada, em diversas possibilidades, como folclore, mitos lendas, questão do trabalhador etc.
            Vamos lá professores, vamos escrever, vamos estudar, transformar o RPG em didática para a educação é possível ! Vamos criar, as bases teóricas e cientifica para converter o RPG para o processo didático da educação.

Proposta metodológica

Ministra RPG : significa dar aula usando a didática do RPG, seguindo o que surgiu nos anos 70 nos EUA. É isso mesmo aquela brincadeira que hoje é marginalizada na mídia, digamos que é narrar a historia a partir do “professor narrador”, para o “aluno jogador”.no jogo RPG sigla “Role Play Game”, Jogo de narrativas interpretação e imaginação, usado para a educação.

RPG Didático: É converter o RPG em didática para a educação, vestir de materiais metodológicos, criar técnicas de ensino, seguindo essa proposta,vamos criar as bases para poder ministrar o RPG nas disciplinas escolares. Nesse contexto está os planos de aula, planos de narrativa, ficha de jogador, folha para organizar equipes, dados multifacetador, regras  etc.

Mesa: Consiste na turma que vai jogar o RPG, no caso da educação, eles vão estudar, a disciplina “história” usando o jogo de narrativas e interpretações e imaginação no ensino. 5 ou 6 jogadores por mesa, ou a turma toda, usando a didática.

Os grupos: Aluno ministra para aluno: uma proposta e criar grupos em sala de aula, ou afim. Escolher alunos que querem narrar e dividir os grupos usando os contexto histórico das disciplinas, no meu caso de história. Nos podemos chamar de “aluno ensina aluno”

Coisa de Nerd. Sim os jogadores de RPG existem! eles não precisam de celular, computador e de outras parafernalhas tecnológicas.  Eles só precisam de um contexto histórico, algumas fichas de RPG dados multifacetados,papel e imaginação.

Ética: pelo amor de “DEUS” professores, não me deixem faltar ética, ela tem que transbordar, para o processo da educação, “ÉTICA”. Em tudo o que fazemos .

OBS: os professores são livres para vestir o RPG didático da forma como a turma necessita, porque ele conhece a sua turma.

DICA 1: Para entender o que é um RPG,  só jogando um, ou observando pessoas jogar.Eu sei que é difícil, mas acredito!

DICA 2: Não basta conhecer a ti mesmo, mas como professor tu tem que conhecer o teu aluno!

Vamos lá nerds, professores, vamos cientificar o RPG. Vamos publicar, vamos inventar, regras, criar RPG, escrever artigos, narrar essa história, narrar o nosso contexto social de Belém do Pará. Vamos propor algo novo para mexer com a educação. Nerds unidos pelo Brasil, e pela igualdade social.









segunda-feira, 28 de maio de 2018

Em sala de aula


O Professor Narrador de RPG Didático na Disciplina História

______________________________________________________22/05/2018

O Professor Narrador de RPG Didático  na Disciplina História

Uma proposta metodológica para o ensino de história, onde o professor se dispões a narrar a historia, de um contexto histórico, fiel em parte ao livro didático, e ou salvo a escolha do professor. A narrativa pode tomar rumores a qual o aluno pode decidir, a sua ação, e o professor enquanto narrador, deve abordar sempre  qual contexto está sendo abordado no jogo.
O RPG/História, aula /jogo, propõe, que a aula seja  divertida, que os alunos jogadores tomem  decisões, que o levem a escolher qual o caminho, se deve trilhar para uma vida cidadã, com ética. O narrador deve expor esses caminhos e fazer que sua escolha crie as alternativas que devam aparecer na sociedade, e o reflexo da sua escolha a qual ele fez.
O jogo propõe o debate da questão social, novas idéias, o contexto sócio histórico da cidade de Belém. A principio quando se trata de RPG  extra sala de aula, a proposta é que os alunos jogadores criem seus próprios personagens, sua próprias estórias, e que eles consigam identificar em nossa cidade, e a  ele próprio, como parte integrante da sociedade brasileira.
O professor narrador deve elaborar o seu RPG, usando os métodos, metodológicos da didática cientifica, ao Maximo, nos parâmetros da didática, da pedagogia da historia, salvo e das disciplinas a qual o professor ministrar. Ele deve pensar o seu RPG como uma militância, entre o contexto de professores e alunos, como trabalhadores e ser social e cultural. 
O professor deve entender que narrar em sala de aula, precisa do livro didático, ou do RPG que ele elaborou ou escolheu. Ele deve entender que o RPG é um jogo sim! E que  vai haver disputa entre os alunos, seja pelo poder, pela liderança, ou pelo que o jogo oferecer, entre outros, comida, água etc.
Alguns jogos existem regras e as jogabilidades, que acabam por, devido a sua pelicularidade, acabem por fazer os jogadores ter que disputar atributos, causando assim um mal estar entre eles. Essas regras acabam causando que o grupo de divida ao invés de salvar o amigo em apuros, ele acabe por executar o amigo, e não acabem por se ajudarem, para resolver os seus problemas na narrativa.
Uma dessas falhas remonta quando as regras diz: quando um jogador morrer, ele perde os pontos, ou os atributos, e passa para o jogador que o executou na ação. Isso vai causar a conseqüência, em que os jogadores vão acabar atacando uns aos outros, por pontos ou atributos, e não é esse o objetivo do jogo.
As regras no RPG devem ser feita para que possibilite aos alunos jogadores, que pensem e colaborem com os seus parceiros, para que eles atinjam a maturidade ética, em sua vida e na atividade estabelecida. (deve-se evitar isso, o propósito é a união)
Entendemos que o RPG por mexer com as emoções, ele possa ser estudado a partir de conceitos psicológicos, não é a priori, o nosso objetivo, de imediato, estudar e identificar o comportamento dos alunos na narrativa, do ponto de vista psicológico, requer um profissional da psicologia, e um estudo mais detalhado.
Nosso objetivo aqui, é entende-lo,  o aluno jogador, e o RPG didático como uma proposta para  a disciplina historia.  No momento, narrar os contextos históricos, para os alunos e fazê-los   entender que eles fazem parte desse contexto. E QUE NOS PODEMOS INTERFERIR NESSE CONTEXTO!
Temas como a cabanagem a revolução Cubana, Revolução Russa, 1º e 2º guerras mundiais, não podem ficar somente relegadas a sala de aula, ou biblioteca, pode sim ser levado para encontros, entre amigos “professores e alunos”, seja em casa, escolhas como,  shopping, ou a escolha dos grupos.
Qualquer que seja a escolha do RPG para a disciplina historia, tem que ter a ética, o contexto de lutar contra as desigualdades sociais, a historiografia brasileira. A  disciplina historia, tem que ser “NARRADA” SIM! Temos que encontrar uma nova proposta para nossas correntes e formas de educar, e contar essa história para os alunos.
O RPG, por si só, já nasceu  como proposta, e por  isso é possível sim, E  por  nós sermos nerds, propomos  e elaboramos essa didática,  em que nos professores não só contamos a historia, mas que nos podemos narrá-la  e abrir um leque de opções para o aluno interpretá-la.  E que ele possa se encontrar dentro desse contexto interpretando o seu “EU”, como homens  e mulheres, ou garotos e garotas rebeldes,  em nosso contexto social.  
Professores, mestrado,doutorado,pós doutorado, super,ultra cientifico,  ortodoxo, conservador, bitolado em PCNs, e livro didático, com métodos tradicionais. O senhor sabe tudo, desce desse pedestal.  De que adianta tudo isso, se você não conhece o teu aluno! Vai brincar  com ele de “RPG didático”, aula /jogo.
Por falar em ciência, quero ver o RPG “Role Play Game” didático, pensado e elaborado com ética, feito pela UFPa. Um artigo  aqui. Pla,Pla,Pla, na palma da minha mão, cultura nerd,contexto de Belém do Pará. Ainda não vi assim! É possível sim! Te vira .




Estou elaborando:  

                                                      Artigo

“RPG DIDÁTICO” . METODOLOGIA,  PEDAGOGIA, HISTÓRIA.  PARA  CONVERTER  O  RPG EM CIÊNCIA  E FERRAMENTA PARA O PROCESSO DA  EDUCAÇÃO

“RPG” Role Play Game. O jogo de Narrativas,Interpretações e imaginação,  como Didática e Proposta Metodológica Lúdica, para o Ensino de História. “Aula /Jogo”
                                                     Projeto:
Projeto Narrar para a Aprendizagem RPG no Ensino de História

·         RPG Pará o Mundo Místico
·         RPG Uma Historia da Revolução Cabana



Sebastião Pereira Viana Júnior