segunda-feira, 27 de outubro de 2014

LHN 02 uma Turma Imatura

27/10/2014


Já estamos no mínimo há três anos junto eu e a turma LHN 02, abandonos trancamentos de semestre em fim, os mais variados acontecimentos que envolvem uma turma de faculdade. Até aqui tudo bem, abandonar ou trancar é um problema pessoal que o aluno tem em sua vida e a faculdade. Eu mesmo vim de uma faculdade que não conclui, talvez tenha-me faltado levar a coisa a sério.
Mas não é os problemas que me preocupam com a turma, isso é individual cada um tem seus problemas, o que me preocupa é a falta de maturidade acadêmica, coisa que uma professora já falou em sala, entre outros que falam, falam... E a turma continua a “brincar em sala”, como naquele episódio que assinaram nome de gente que nem existia  na lista.
No ultimo atrapalhado episódio da LHN 02, foi à proposta de elaborar o BANNER para a semana acadêmica, como sempre a turma contestou e se atrapalharam todo, ficou um disse me disse, aquele típico de alunos de “6º ano a antiga 5º serie”.   Foi um pastelão, mas eu acredito que eles ficaram com medo do desafio de colocar em um resumo o trabalho em banner, pois não queriam mudar o seu mudo de apresentar. A imaturidade lhes fez, proporcionar  e atrasar a elaboração  da semana acadêmica, outras turmas já estão preparados.  
A opinião de que o banner é feio, de que o trabalho ficaria melhor apresentado como da ultima vez, são desculpas infantis, que não justifica a sua condição de acadêmico. Colocar em banner o trabalho seria um desafio. Mas parece que a turma quer dar o chamado “jeitinho brasileiro”, para tudo. Eles ficam brincando de ensino médio; falam gesticulam, são indecisos etc.
Tudo bem que errar um trabalho poder acontecer, não se sair bem numa prova pode ser humano, a fama da turma não é boa, perante os professores, não queremos criticar quem trabalha e alega não ter tempo, pode ser verdade,  estudar nesse país não é fácil. Mas o grande problema da turma, não é em contestar a metodologia do professor  etc., mas o desafio é  sair dessa MATRIX, de mundo de ilusões, da brincadeira de ensino médio, nem no ensino médio mas os alunos levam na brincadeira, no ensino médio um homem já sabe o que quer.  Está na hora de pensar  como acadêmicos e como educadores.

Sebastião Pereira Viana Junior
juniorcomunista@yahoo.com.br
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Realidade do Quadro Político Hoje e os rostinhos bonitos na Política



22/09/2014









Derrepente o cara ficou famoso, aparece na TV, ou fez parte de algum programa de grande audiência de pessoas alienadas, quando não alguns candidatos são mulheres, ou que mediocremente são convidadas pelos partidos políticos a saírem candidatos. Nesse meio termo elas fazem propaganda põe o numero na bunda e posta no face e o Brasil adora. Quando existem os mais variados tipos exemplo: Personagens que são ridicularizado em programas de audiência, esses também se aventura a querer mamar nas tetas doa benefícios  de conseguir algum cargo político.
Estamos vendo jornalistas, apresentadores de programas, quando pegam uma certa fama de “clamor populista”, eles querem logo sair candidatos, estamos vivendo a época da quantidade não da qualidade no campo  político, estamos sem opção, todo mundo quer o salário, que é o que importa. Ou você achaque eles  saem candidatos porque querem um futuro melhor Brasil, isso é conversa.
Quando certo candidato se alto denomina que tem feito uma trabalho nas ruas, defendendo a família, o cidadão de bem, pergunte pra ele se não é essa a profissão que ele escolheu, então porque ele fica justificando como sendo algo extraordinária, ou um trabalho voluntário, ele nada mais do que recebe pelo o que ele faz, então mediocremente ele usa isso como propaganda eleitoral.    
            Ainda tem o problemas das oligarquias, personagens que vem da TV, para o quadro político, se tornam motivo de chacota na opinião publica, mas mesmo assim alguns se elege. Sabe o que leva um corrupto, ficha suja,se eleger e burlar as regara a ética a moral, esse pessoal costuma levar serviços, como corte de cabelo, aterro, arroz farinha, pro interior consequência disso aquele eleitorado que é carente vai votar em quem ajuda e o governo sabe que isso ocorre, mas ele é conivente.
            O governo sabe que esses serviços serve pra manter a população calada, para que eles não se revoltem, assim ocorre com o narcotráfico eles sabem das sua  atividades,  mas eles sabem que o traficante e seus auxiliares vão ter a renda para seu sustento seja de vicio ou comida, então o governo mantém eles ali para manter a ordem, que o estado precisa ele não quer ver o povo se revoltar com aconteceu em Junho de 2013, quando eles excluíam dessas manifestações os partidos políticos, foi uma vergonha para o quadro político.
            Ao ver um ficha suja, um corrupto, um mensaleiro ser eleito, nos  sentimos  como sentimento de impotência, quando tu vê um ex presidente, que teve um discurso, de acabar com a fome no Brasil,  apoiar “ um “mensaleiro”, e um partido político totalmente contrario a ideologia que se almeja num partido quando nos filiamos a eles, é um sentimento que se possa dizer “que diabo é isso”. São essas e outras coisas que estão nos deixando quase sem opção de voto.
            Os garotos da fama, do programa de teve, estão ai se candidatando, eles acham porque em algum momento receberam o carinho de alguém na rua acham que aquilo é motivo para se candidatar. Mas você sabia que esse, quando são eleitos já vão atrelados aos patrões que lhes deram espaços nesses mecanismos de TV. E que eles vão defender os interesses da burguesia da comunicação. Pense bem antes de escolher aquele rosto famoso da TV, existe uma relação de poder e interesses entre esses candidatos, que ficam devendo favores, recebem patrocínio etc. Parece que ainda falta muito para o amadurecimento político de varias gerações ao longo do tempo no Brasil.

    

Sebastião Pereira Viana Junior
Celular oi (91) 8869 3808





quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vitória Pessoal






LHN 02 vamos lá mostrar o que nos aprendemos na sala de aula sejais um marxista. Mudando a sala de aula você muda a sociedade acredite, uma vitória se constitui de luta e  persistência No dia 27/08/2014, eu tive uma boa noticia passamos a mais uma etapa na faculdade, vamos começar o estagio. Pra mim é uma vitória pessoal porque eu venho de uma faculdade que eu não conclui por problemas, acreditei  insisti na luta e recomecei a estudar . Apesar de ser só um começo significa muito para mim retornar a uma escola como estagiário.
            Quando eu estive na UEMA em 2006 a 2009, tive muitas alegrias e conhecimento foi lá que conheci a corrente marxista, claro não tão de forma aprofundada como no Ipiranga, e outras correntes  metodológicas para usar na aulas, em fim um m aprendizado importantíssimo na minha vida na minha formação enquanto agente transformador da sociedade, é isso que é ser um professor pra mim “um agente transformador”.
              Nesse período eu fui para a Escola  Frei Daniel onde conheci vários professores eles deixavam eu conviver com os trabalhos, claro eu estava só observando nada mais  existia o pai de um aluno que fazia trabalho voluntario lá, na verdade eu fui por curiosidade não estava regular na UEMA. A experiência não seria registrado em instituições.
            A escola Frei Daniel foi uma experiência apesar de não oficial muito gratificante conheci alunos e já com um olhar acadêmico vi como é  a realidade das escolas publicas. Depois que a ficha caiu e eu vi que não conseguiria  pagar a divida, e aliado a alguns problemas de saúde 2010 foi um período muito triste, eu tentava me reerguer, e procurava onde voltar a estudar, cheguei a pensar e viver só do trabalho mesmo. 
            Procurava cursos para fazer e nada aquele momento especial da UEMA em que eu estudei no cursinho para passar no vestibular e por intermédio de amigos me sugeriram uma particular, entre outras indicações. Até que em 2012, eu vi no jornal que a faculdade Ipiranga ia abrir o curso de história eu já tinha ida lá e me matriculado no curso de “pedagogia”. Mas não era isso que eu queria! Queria historia. O Ipiranga caiu do céu nesse momento.
            Retornei aos estudos tudo de novo, mas dessa vez  vacinado pagando a faculdade em dias. O Ipiranga foi um aprendizado a parte tive que fazer uma adaptação e me acostumar com a forma da faculdade dar diferente da  UEMA que era por modulo. Mas isso não atrapalharia o retorno. Eu gostava da UEMA, assim como gosto do Ipiranga, foram e são momentos de muitos aprendizados na minha vida.
            Através delas me possibilita o desenvolvimento de trabalhos com estudantes, e para a sociedade. Retornar a estagia na Escola Frei Daniel, é uma vitória pessoal após voltar depois de problemas pessoais e financeiros. Não ao isso mas um retorno triunfante diante das dificuldades de se estudar nesse país.  Voltas aquela escola significa um vitória e paciência de uma espera de quatro anos para poder me inserir na quadro acadêmico.
             O retorno a Escola Frei Daniel, e estudar no Ipiranga  significa acreditar na formação docente do professor de história, acreditar que é possível fazer uma “limonada se a vida  ti dá  um limão”. É acreditar na possibilidade de  mudança da sala de aula, acreditar que pelos alunos existe uma luta pessoal de cada acadêmico e futuros  professores  para se chegar até eles, e ter uma relação mais humanizada , a luta se dá por eles e com eles.




Sebastião Pereira Viana Junior
Celular oi (91) 8869 3808



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uma Nação Injusta que não Satisfaz







Estivemos num debate na faculdade no dia 05/08/2014, debate sobre a historia do Brasil  e a sua famigerada formação enquanto estado; Vamos ao resumo e que os brasileiros ainda não tem consciência da verdade do país em que vive. Pra começar analisamos que o país enquanto estado formado, e o reflexo dessa realidade de alienação do povo se dá por fato histórico, em que desde sedo em nossa formação como estado, que foi feita por uma elite, o estado foi moldado para comportar os interesses daquele pessoal que teve uma formação comum, mas que pertenciam a uma elite ou agrária, ou ligada ao estado português.
Percebemos que nasce ai a exclusão do povo brasileiro como micro submisso   ao macro elite. Diferente dos EUA em que a nação nasceu a partir da iniciativa civil, foram eles que pagaram a guerra contra a Inglaterra pela independência, vendendo joias e outros objetos pessoais, tínhamos ai uma nação que nascia diferentemente do Brasil, eles nasceram a partir da  sociedade civil organizada, aqui no Brasil nos não tivemos  essa capacidade.
Nunca ouve no Brasil  a oportunidade de uma sociedade civil organizada, o povo nunca teve voz. A arena política é o espaço das disputas pelo poder que é o congresso nacional. A Vale a FIFA, entre outros grandes congromelados capitalistas, defendem os seus interesses, com competência e influencia. Ao contrario da sociedade civil, que protestou contra a construção de hidrelétrica, mas não foi ouvida, contra a FIFA e não foi ouvida, a copa saiu de qualquer jeito.
Esse pais injusto sai contra as guerras atuais, nessas reuniões de nações, e esquece o seu tenebroso passado, onde eles massacraram o Paraguai. Onde eles para  manter o território,  massacraram os cabanos, foram 75% da população, a balaiada, a Sabinada, o estado agiu com estrema violência. Nossa história na verdade é forjada com ferro, fogo e sangue, o estado é violentíssimo. Quem não ouviu falar no massacre de canudos. Nos tornamos  uma nação a  partir do interesse  de uma elite violenta.
Esse interesse, não permitiu mexer na estrutura portuguesa que foi mantida. A constituição linda e bela, por trás excluía negros e índios, ela dizia quem não se enquadrava no perfil de brasileiro, não era cidadão e ela defendia que nos éramos livres, que não havia escravidão no Brasil. E os negros e índios, eles podiam se revoltar se tivesse consciência desse lado escuro da Constituição, mas o estado ia lhe oferecer porrada prisão, é isso que o Brasil oferece para quem não fica quieto agindo da forma que eles querem, beneficiando os grandes e poderosos.