terça-feira, 25 de setembro de 2012

Trabalho de: “Libras-Língua Brasileira de Sinais”. Professor: Walber Christiano Lima da Costa. Turma LHN 01 (Faculdades Integradas Ipiranga).A Escrita e a Inclusão de Surdos na Sociedade





FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA

CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

A ESCRITA E A INCLUSÃO DE SURDOS NA SOCIEDADE


















BELÉM-PARÁ
2012





CLAUDIA DE MORAES LANDEIRO
JOANA DARC MARINHO FERREIRA
MARIA GORETE DE VASCONCELOS DIAS
PATRICIA SILVA SOUZA NOGUEIRA
ORLANDO LEANDRO SANTOS DO VALE
SEBASTIÃO PEREIRA VIANA JÚNIOR

A ESCRITA E A INCLUSÃO DE SURDOS NA SOCIEDADE





Atividade apresentada às Faculdades Integradas Ipiranga, como requisito avaliativo da B1, na disciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, orientada pelo professor Walber Christiano Lima da Costa.



BELÉM-PARÁ
2012









CLAUDIA DE MORAES LANDEIRO
JOANA DARC MARINHO FERREIRA
MARIA GORETE DE VASCONCELOS DIAS
PATRICIA SILVA SOUZA NOGUEIRA
ORLANDO LEANDRO SANTOS DO VALE
SEBASTIÃO PEREIRA VIANA JÚNIOR


A ESCRITA E A INCLUSÃO DE SURDOS NA SOCIEDADE






Avaliado por: Profº Walber Christiano
Lima da Costa.
Nota:_______________________
Data: _____/_____/____








BELÉM-PARÁ
2012


A Escrita dos Surdos e a Inclusão

            Pesquisar os diversos motivos que levaram a sociedade a excluir os surdos do contexto social, e não dar oportunidades para eles nas unidades sociais. Identificar os aspectos da escrita dos surdos no Brasil, sua história no mundo, e seu forma de entender o mundo e seus sinais.
            Contextualizar as leis e a inclusão para eles, e a sua realidade na sociedade. Porque ele é excluído porque nos não nos preocupamos com a língua de sinais. Num mundo, onde é considerado como uma  pequena parcela da população mundial, e no Brasil também apenas  no século XXI começaram a aparecer o resultado das primeiras lutas como as Leis da inclusão da língua de sinais.
            O contexto surdes foi muito debatido em sala e percebemos que realmente o preconceito com relação a essas pessoas que para classificá-los   como uma categoria ainda temos que ter o cuidado especial até em consultá-los.
            Também falaremos da escrita dos surdos e sua complexidade como se diferencia das crianças e adultos que tem a audição normal, nesse contexto estão as escolas que são que tem o profissional especializado para apoiar a demanda.
            O assunto relacionado a inclusão também,  é muito forte no trabalho, onde abordaremos a histórica trajetória, que envolve a vida dos surdos e sua relação com os interesses dominantes da sociedade que decretaram o fim da língua de sinais a pouco tempo.
            Por constituir uma escrita complexas para os padrões comuns, acreditam que os surdos não sejam capazes de assimilar assuntos de varias causas ou de alcançar um estado maior na sociedade.
                 Abordar a escrita dos surdos e suas dificuldades em ser executadas e o contexto educacional para as crianças com a deficiência. Entender que cada um tem um jeito diferente de se ver nesse contexto social.
            Também abordaremos a forma como os surdos escrevem  é bem diferente de uma pessoas sem a deficiência auditiva. As mais variadas formas de explicar e contar a historia que envolve esse contexto dos surdos na sociedade.
            E se relacionando sobre a escrita dos surdos, no Brasil pode ter começado por volta do século XVI com a vinda do navegador Português. Numa época em que o Brasil ainda era uma colônia governada pelo imperador Dom Pedro I. Mais precisamente no Rio de Janeiro em 1856 o Conde Frances Ernest Heut desembarcou com o alfabeto manual Frances e alguns sinais. 
            Também retratam que na antiguidade era comum o extermínio de crianças que nascem com essa deficiência, acreditavam que as pessoas deficientes não podiam ser educadas, pois eram consideradas como aberrações da natureza. Também tem o caso de que alguns índios que não aceitam esse problema e acabam matando a criança por um fato cultural deles, não cabe aqui discutir isso.  
            Aristóteles acreditava que o surdo por não falar não poderia compreender, pois o conhecimento se dava pela língua e audição. Por essa falta eles não podem ser considerados humanos.
            No fim da idade media o começo da moderna, a sociedade passou a dar mais atenção ao problema por parte de médicos e religiosos. Depois descobriram que eles podiam falar e passaram a especializar pessoas para ensinar, também na escrita contrariando o que disse Aristóteles.   
            A inclusão dos surdos e seus mecanismos, como a língua de sinais, no Brasil, é uma luta árdua e que ocorre a falta de pessoas qualificadas. E a existência atual de  preconceitos de que eles não entendem os assuntos relacionados a sociedade e não possam alcançar um alto grau na nossa  sociedade.
            E a falta de conhecimento das pessoas com relação a historia e os acontecimentos que marcaram as gerações e influenciaram na vida dos surdos. Como por exemplo, o Congresso de Milão que foi desastroso para os surdos. Não se pode desprezar a falta de preparo da maioria dos educadores que atuam nessa área.
            Do ponto de vista social as dificuldades se dão em função do despreparo dos educadores atuantes em classes de ensino regular. Grande parte dos problemas se da também  pela falta do poder publico e das mobilizações das pessoas em se unir para essa parcela da população, geralmente eles pensam assim; Não tem na família vai ficando de lado esse problema. . É um desafio a sociedade e aos profissionais da educação 
            Não pensem que por ser um direito conquistado, ele vai se realizar de uma hora para outra, a não ser com muita luta, Sabemos que nas unidades de integração as relações que envolvem esse contexto e a busca para se adaptar a lei  não e das mais fáceis tarefas. Por parte do estado eles fizeram a lei que obriga a inclusão no ensino de libras nas faculdades ou universidades, mas muitos na sociedade não se preocupam com isso. Aliais o que não dá lucro para a sociedade ela não se preocupa, pois essa é uma sociedade capitalista, o que não da lucro para ela vai ficando de lado, o que não produz também, e o que  custa muito caro não encontra incentivo, no caso dos surdos podemos afirmar que eles estão inseridos nesse contexto.
           
                                                              “Sousa e Macedo.p,16,17. De modo geral as
                                                               decisões sobre as políticas educacionais e suas
                                                               diretrizes costumam ser tomadas sem envolver
                                                               as famílias que efetivamente podem contribuir
                                                               e avaliar as propostas direcionadas para seus filhos.
                                                               As práticas segregativas que quase sempre
                                                               caracterizam os atendimentos as pessoas
                                                               surdas, não podem se perpetuar com sua face
                                                               estigmatizadora, pois é inaceitável que após
                                                               tantas mudanças ocorridas no que concerne
                                                               a direitos de cidadania, ainda que se pratique
                                                               a exclusão desses indivíduos. O direito a
                                                               ser incluído em todos os espaços sociais é
                                                               um dos direitos adquiridos para essas pessoas,
                                                               não há força de lei que obrigue a família a
                                                               optar pelo que não deseje. O direito a inclusão
                                                               é apenas isso: “um direito”.
           







                                                             “Souza e Macedo.p,15.Sendo assim, é de vital
                                                               importância contextualizar conhecimentos com
                                                               toda a escola, seres docentes, técnicos e profissionais
                                                               que diretamente fazem dinâmica do funcionamento
                                                               continuamente na evolução de seus aprendizes:
                                                               conhecimentos tais, acerca da deficiência auditiva,
                                                               suas implicações e restrições para a comunicabilidade
                                                               oral e escrita, suas possibilidades e intervenções
                                                               psicopedagógicas com propostas de currículos
                                                               viáveis ao aprendizado destes portadores de
                                                               necessidades especiais, como por exemplo, a
                                                               língua de  sinais, bilingüismo, metodologias
                                                               que vem contribuir em sua inserção
                                                               acadêmica de fato, e de efeito à perceber-se comum
                                                               nas etapas ciclos de aprendizado, com direitos de ler
                                                               e escrever, expressar-se no tipo de linguagem
                                                               por estes  escolhidos no momento de sua inclusão”.
           





Essas citações se referem aos direitos e a inclusão também e em uma sociedade onde a escrita dos surdos; Em uma época em que a inclusão social esta em evidencia e para quem lhe falta audição, num país onde a maioria das pessoas não conhecem a língua brasileira de sinais, a escrita se torna uma opção de contato das pessoas surdas com as ouvintes, a coesão textual é um problema pra os surdos.   
            Quando a criança chega numa escola ela se depara com um mundo novo e no caso deles em se tratando com a escrita são parâmetros completamente diferentes é uma escrita nova a deles não segue as normas gramaticais, mas conseguem elaborar um texto no mínimo compreensivo.
            Ele adota a língua de sinais como a principal e mesmo assim fica numa situação complicada, pois o português a língua brasileira de sinais (libras) tem modelos e regras bem diferentes.
            Como disse o professor Walber, o aluno tem uma certa dificuldade em se adaptar por ser esquemas diferentes. Se você fala chuva mas em seguida complementa com outra coisa eles não entendem é assim que se dá a linguagem com eles. Também numa sociedade em que a educação já é por si só defeituosa, para essas pessoas não seriam diferente. E a  citação a baixo  nos confirma dessa dificuldade do aluno surde ter de aprender a língua portuguesa.
           


                                               “Santos, Guedes Melo; pp1” Na sintática os alunos
                                                    apresentam dificuldades na estruturação da sentença,
                                                   geralmente eles entendem o que os outros escrevem,
                                                  porém não conseguem formular orações adequadas,
                                                       devido às dificuldades morfológicas e sintáticas, como:
                                                   concordância verbal e nominal. Difícil e o emprego
                                                  dos tempos verbais no perfeito e no imperfeito, do
                                                       subjuntivo; das preposições e dos pronomes oblíquos.
                                              A educação das pessoas surdas por muitos anos
                                                     desenvolveu-se de forma preconceituosa  os mesmos
                                                 eram excluídos da sociedade. Eles não podiam ser
                                                     educados. Com o passar do tempo foi percebido que
       o surdo podia falar.





            Entraremos agora mais profundamente na escrita; De uma forma geral toda criança quando chega à escola já tem um vasto conhecimento sobre regras gramaticais. E no ambiente escolar ela se depara com uma nova realidade toda padronizada e formal, que lhe permite escrever e compreender textos escritos.
            Seguindo esta linha de raciocínio vamos tentar compreender como seria a introdução desta escrita para alunos surdos, levando em consideração que todos nós, surdos ou ouvintes, temos como base uma língua materna, que no nosso caso, como brasileiro é o Português.
Vamos tentar nos colocar em uma sala de aula com alunos ouvintes e outros com vários níveis de surdez.
            Os alunos com surdez leve conseguem adquirir uma linguagem normal, porém não consegue ter uma perfeita percepção de todos os fonemas e com isso podem ter algum problema de articulação ou dificuldade na leitura e/ou escrita.
            O aluno com surdez moderada é o que apresenta perda auditiva entre 40 e 70 dB, nestes casos o aluno apresentará dificuldade na percepção da palavra que está sendo dita, sendo necessária uma voz de certa intensidade para que seja claramente percebida, podendo apresentar dificuldade na compreensão de certos termos de relação e ou frases gramáticas complexas.
Já o aluno com surdez severa é aquele que apresenta perda auditiva entre 70 e 90 dB, que só lhe permite a identificação de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte, dependendo da visão e da observação do contexto da situação para a compreensão verbal.
            O aluno com surdez profunda apresenta perda auditiva superior a 90 dB, devido à gravidade deste nível de perda este individuo pode ser privado da percepção e identificação da voz humana, sendo impedido de adquirir naturalmente a linguagem oral, podendo apresentar sérias deficiências no que se refere ao domínio de suas estruturas, principalmente na produção escrita, caso não sejam mediados adequadamente.
            Sendo assim imagine como poderemos avaliar o desenvolvimento desta turma tão diversificada, como fazer para que não se cometa uma injustiça ou até mesmo criar um trauma em um aluno, que só precisa de um pouco mais de atenção ou uma forma mais adequada de aprendizado, para sua condição de compreensão do mundo.
            Talvez alguns conceitos devam ser revistos, e como futuros educadores e formadores de cidadãos tenhamos que adotar uma nova postura perante a adversidade do universo no qual estamos inseridos e nos adequamos ao momento, com um olhar mais macro passando a ver a adversidade não como um problema e sim como um novo aprendizado, valorizando ainda mais as nossas conquistas.
            Então começaram a surgir pessoas que ensinavam os surdos a ler e escrever e se comunicar. Surgiram muitas mudanças, novos conceitos iniciaram pesquisas sobre o desenvolvimento do deficiente auditivo.
            No Brasil na década de 50 sob a lei N 839 de janeiro assinada por D. Pedro I. A fundação do império estatuto dos surdos isso se deve ao surdo Ernesto Heut professor do Instituto Santa Terezinha foi criado o Centro Nacional de Educação Especial (cenesp).
            Agora com a inclusão social os portadores de necessidades especiais surgem uma escola inclusiva para todos sem descriminação de raça ou classe social modificando o cenário brasileiro. Foi aprovado pela assembléia geral das nações unidas que afirma o direito de toda pessoa a educação.
            O dia nacional do surdo é comemorado no dia 26 de setembro, devido a inauguração do Instituto Nacional de Surdos do Rio de Janeiro em 1857, conhecido atualmente como INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos internacionalmente  esse dia é comemorado em 30 de Setembro.
            Durante muitos anos as comunidades surdas lutaram por seus direitos e liberdades que gradativamente foram conquistadas, e podemos ver como:  a mudança da nomenclatura surdo-mudo para apenas surdo, ou seja é possível que o surdo fale, embora tal conceito permaneça enraizado na sociedade pela falta de conhecimento ou mesmo por preconceitos e a chave mestra para a solução desses estereótipos foi estabelecido da Língua Brasileira de Sinais  (LIBRAS).
            Ainda são muitos os obstáculos encontrados pelos surdos,, mesmo existindo leis que requeiram a igualdade deles com relação aos ouvintes as adaptações que devem ser feitas para que os surdos se integrem á sociedade é principalmente na âmbito educacional.
            Devem ser realizadas transformações sociais e educacionais somente desse modo a comunidade surda terá seus direitos mais básicos atendidos, tais como: transporte, educação lazer e serviços como qualquer outro cidadão
            O ato de incluir esse cidadão na sociedade, vai muito além do que está escrito no papel, uma vez que na pratica é bem diferente da teoria estabelecida pelo Governo Federal , e isto fica e vidente na citação de Claudia Wenerck, idealizadora da Escola da gente, comunicação e inclusão que diz :
“O conceito de inclusão nos ensina não a tolerar respeitar ou entender a deficiência, mas sim a legitimá-la como inerente ao “conjunto da humanidade”. Uma sociedade inclusiva é aquela capaz de contemplar sempre todas as condições humanas encontrando meios para que cada cidadão, do  mais privilegiado ao mais comprometido, exerça o direito de construir com seu melhor talento para o bem comum”
            Uma reflexão a fazer é quanto, o papel de incluir a pessoa surda quer não é apenas da escola, mas da família e sociedade, que podem e devem Participar desse processo.
             Assim sendo, para a inclusão social do surdo é importante levarmos em consideração que ele não é um mero deficiente que não sabe falar e não ouve e sim pessoas que tem um outro canal de comunicação e linguagem própria.
             Também podemos discutir a educação de surdos implica também ótima inclusão escolar tratado mundialmente na década de 1990 muitos países assumiram a inclusão como tarefa fundamental da educação publica tentativas foram colocadas em pratica buscando  viabilizá-las. Estudiosos como Bunch 1994 Cohen 1994e Kirchener 1994 e outros. No Brasil entre outros argumentaram que todos os alunos devem ter as mesmas oportunidades de freqüentar classes regulares próximas a sua moradia defendem a necessidade de cada um.  
            Percebemos que a luta por um mundo mais justo está muito ligado a Lei da língua de sinais, depois infelizmente quase nada foi conquistado. Está certo que é obrigatório o estudo da língua sinais, mas fontes alegam que por causa do pouco contato com os mudos eles acabam, por esquecer o que aprendeu.
            As diversas formas que a sociedade interpreta o surdo como, uma dela como um ser insociável, e que não tem capacidade de aprender. Foi-nos passado por professores de que o mudo é um ser como outro qualquer tem problemas, sente as mesmas emoções de umas pessoas sem esse problema.
            Também pelo fato da necessidade de entender e conhecer quem é o surdo, como foi colocado nas aulas se pode ser visto como um problema clinico que tem que ser tratado, ou se tem que ser visto como qualquer pessoa por exemplo que tem esquizofrenia, ou outra doença mas também se tem que ser visto como doente .
            Muitas das vezes quando você fala com ele, que responde se é surdo ou com defeito auditivo depende de como ele queira ser chamado. O estudo da língua  foi muito bom para a equipe pois para nos não tínhamos noção dessa parte da sociedade, não compreendíamos nem tínhamos  a noção da perspectiva social.   
            É comum que a maioria das escolas, seja composta por alunos com audição em seu estado normal, pois são poucos surdos e isso é uma realidade. Então quando a criança chega na escola, ela já vai interagir com um mundo novo, na escola e conseqüentemente uma escrita nova, e com o que ela sabe de sua vida social. Em se tratando com os surdos no contexto escrita isso é mais complexo, pois ela não tem o domínio da escrita.Segundo a citação é muito difícil o aprndizado do português  para eles.   
           



                                                                     
                                                                 “Oliveira. P.1: Por não haver feedback, via
                                                                 audição pelos surdos, torna-se muito difícil
                                                                 a compreensão do mecanismo do português
                                                                 nos moldes tradicionais da escola principalmente
                                                                  para aqueles que possuem perda severa e profunda”.




            A dificuldade que uma criança surda encontra mesmo numa escola é eminente, quando ela escreve, parece que as palavras não tem sentido, para ligá-las. Mas com o tempo, e o aprendizado desse aluno ele consegue dar mais sentido as palavras em seu texto.
            E a inclusão que todos nos almejamos, para uma sociedade mais justa e igualitária. Foi muito bem aproveitado esse conhecimento sobre as problemáticas dos surdos, até então desconhecida para nos, e as soluções que estão à disposição do aluno e para o professor. E nos do corpo docente que um dia nos tornaremos educadores.                

















BIBLIOGRAFIA



                                WWW.nead.unama.br /sitebiddigital/monografias/inclusão_social_dosurdo

http://www.webartigos.com/artigos/a-escrita-dos-surdos/44372/











Sebastião Pereira Viana Júnior
juniorcomunista@yahoo.com.br
(91) 8869-3808

Religiões como Mecanismo de Dominação

           
         OBS: (Erro);No Blog aparece como se eu fosse professor; Na verdade ainda sou estudante de História.  

        A religião como mecanismo de dominação de massas, e a sua existência quer dizer que os dominadores das mentes, que deturpam que enganam e que se beneficiam da fé alheia para suprir a sua necessidade de ser humano na sociedade capitalista.
            As igrejas ou a ideologia da religião constituem sim uma superestrutura e a infraestrutura. Porque ela chega até os mais altos escalões, e os mais baixos. Nessa cultua são as camadas baixas no capitalismo que mantém a superestrutura intacta.
            Não é de hoje que o ser humano vive a baixo, de uma camada no termo religião enquanto mecanismo de poder e ilusão. Na sociedade onde a religião é um centro de esperança para o desespero dos mais diversos, existe a elite que mantém o poder.           
            Nessa convivência do medo, e da cura para os males o alvo principal é o quanto o fiel pode doar para manter as bases da hierarquia que existe nas igrejas, cultos ou as ditas filosofias religiosas.
            Fé, esperança, cura, são alguns dos problemas onde mais são requisitados no aparelho ideológico religioso e tem gente que se aproveita disso. Para se construir na sociedade. Essas unidades funcionam como empresas.
            Se o individuo que  comanda esses mecanismos vive numa sociedade capitalista, então ele vai consumir como qualquer pessoa na sociedade então quer dizer que o sacerdote, místico,pastor, guia espiritual ou qualquer que seja a designação dada a essas pessoas serão meros consumidores no capitalismo.
            Então isso quer dizer que eles vão se aproveitar das ofertas, dízimos ou qualquer que seja a designação dada a essa atividade. E eles iram se beneficiar e muito nessa relação. É de se estranhas que muitas pessoas não pensem que as igrejas sirvam de um aparelho de reprodução nas relações para o sistema capitalista.
            Quando ela se dá a explicar tudo ela se torna dominadora e pode, existir das mais complexas ao mais simples unidades grande ou pequena. E La pode ser usada por ditadores como o foi na historia ainda hoje, como nos vemos alguns lideres se dizendo seres superiores para comandas países.
            Essa relação não se dá apenas com os grandes, mas pode constituir com uma comunidade pequena impondo regras e comportamentos que tornam o homem um ser cativo diante da elite e Deus.
            Nos primórdios do capitalismo, realmente o protestante era mais ágil que o católico nas relações comerciais, tanto que os países protestantes se desenvolveram mais rápido no capitalismo do que os católicos, essa é a base do pensamente de Max Weber na Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.
            Esse espírito desenvolveu o capitalismo, pois já estava enraizado, a desenvolvimento era questão de tempo, o espírito do capitalismo que exala dos protestantes não é apenas exclusividade deles, mas recairia depois para todas as classes sociais e religiões.        
            Todas elas constituem uma hierarquia e uma ordem a ser seguida, independente de classe social ou raça. Ela mantém sim um poder sobre as pessoas que as segui cegamente, e esperam delas um conforto que acaba sendo ilusório diante de tantas promessas e enganações de um mundo maravilhoso no além e de algo imaginário que atravessa gerações e que não existe.
            Por trás de um discurso moderninho, das igrejas existe toda uma tradição mantida as custar das filiações religiosa em todo o planeta.
 

Sebastião Pereira Viana Júnior
juniorcomunista@yahoo.com.br
(91)  8869-3808

terça-feira, 11 de setembro de 2012

À esquerda no Pará desperta


                       10/09/2012
OBS: (Erro);No Blog aparece como se eu fosse professor; Na verdade ainda sou estudante de História.
                         
            Depois de toda aquela hipocrisia de caça aos comunistas, de que os militares teriam de fazer alguma coisa para impedir que As idéias socialistas de deflagrassem no Brasil, hoje nos percebemos uma vitoria da esquerda, pois ela e seus ideais permanecem vivos mais do que nunca.
            A exemplo, aquele estudante que saiu daqui do Pará para fazer passeata contra a ditadura e foi morto virando símbolo de resistência  para os estudantes naquelas décadas terríveis da época da ditadura militar.
            Quando o Edmilson foi eleito pelo PT, para a prefeitura no Pará  e se reelegendo novamente na oportunidade. E fazendo uma gestão de respeito, e agora retornando dessa vez com todo um aparato esquerdista, PSOL, PC do B, PSTU. Provando que o Pará desde a época dos cabanos tem nas veias o sangue esquerdista e revolucionário.
             Naquela época em que Belém, se mobilizou, mesmo assim foi uma vitoria apertadíssima, diante de um oponente que tinha suspeitas de algumas irregularidades. E a maquina nas mãos além de um cabo que se resumia em ser, como motor. Os ônibus de graça e o Governo do Estado a as mídias bombardeando o candidato vermelho e  ainda a favor do opoente.
            Nada adiantou, a vitoria foi dos cabanos como ele denominou naquela época "desde os tempos dos cabanos que um governo popular não assume um governo", isso  a   muito tempo.
            Nada mais justo para a sociedade ver uma coligação de esquerda, se unir para eleger o candidato certo na hora certa. A esquerda no Pará respira, novamente depois dos grilhões da ditadura.
            Na sociedade dos capitalistas dos excludentes, o trabalho é vendido por baixos preços, onde o medico, o professor foi reduzido a um mero salário, e seu valor é apenas isso..
            Hoje nos podemos dizer que temos uma "liberdade política", dependendo do que se toma como política pode ser que os grandes e poderosos oprimam  idéias e objetivo político, mas pelo outro lado ainda há muita falha no nosso sistema democrático. Como hoje como é que um ficha suja permanece influente e bem votado.
              Também temos aqueles antigos senhores de épocas nada românticas da caça aos comunistas, terem medo de dessa designação e de não quererem se subversivo, etc. Como foi comprovado em sala de aula quando um senhor não quis fazer um trabalho referente ao Marx, porque não queria se subversivo, ele viveu numa época em que as campanhas difamatória contra a turma da esquerda era muito forte pelo governo militar que era opressor. 
            Parece que desta vez não Tem pra ninguém, a Prefeitura vai se da esquerda, representada pelo candidato Edmilson Rodrigues, onde os principais partidos denominados de esquerda se uniram para elegê-lo.
            Depois da violência da guerrilha do Araguaia, da difamação de Karl Marx e de toda uma perseguição a essa ideologia maravilhosa, finalmente respiramos e vivemos numa democracia que se diz livre e podemos dizer com orgulho sou comunista. 
             
 Sebastião Pereira Viana Júnior
juniorcomunista@yahoo.com.br
(91) 8869-3808

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Conversa Filosófica

 10/05/2012
OBS: (Erro);No Blog aparece como se eu fosse professor; Na verdade ainda sou estudante de História.

Conversa entre um filosofo e um homem mítico (trecho do filme Matrix)


É aqui eu vou te dar um conselho. Seja sincero! Ele sabe mais do que você imagina...

(FILOSOFO):  Finalmente; Seja  bem vindo Neo (HOMEM MÍTICO), como você deve ter imaginado eu sou Morfeu (FILOSOFO).
(HOMEM MÍTICO): É uma honra conhecê-lo!
(FILOSOFO): Não a honra é minha!  Eu imagino que você esteja se sentindo um pouco como a ALISE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, ENTRANDO PELA  TOCA DO COELHO. Você tem razão! Eu vejo nos seus olhos. Você tem o olhar de um homem que aceita o que vê, porque está esperando acordar ironicamente não deixa de ser verdade. Você acredita em destino  Neo.
(HOMEM MÍTICO): Não!
(FILOSOFO): Porque não?
(HOMEM MÍTICO): Não gosto de pensar que não controlo minha  vida.
(FILOSOFO): Sei exatamente o que quer dizer. Vou te dizer por que está aqui, você sabe de algo. Não consegue explicar o quê? Mas você sente!  Você sentiu a vida inteira. Há algo errado com o mundo! Você não sabe o que é, mas há! Como um zunido na sua cabeça te enlouquecendo, dizendo por quê? Por quê? Como? Como? Foi esse sentimento que te trouxe até mim. Você sabe do que estou falando?
(HOMEM MÍTICO): Dá MATRIX, (SISTEMA, MITOLOGIA, TRADIÇÃO ETC.)
(FILOSOFO): Você deseja saber o que ele é! A MATRIX está em todo lugar a nossa volta. Mesmo agora nesta sala, você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando liga a televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, QUANDO VAI A IGREJA. Quando paga seus impostos. É o mundo que foi colocado  diante de seus olhos. Para que você não  visse a verdade.
(HOMEM MÍTICO): Que verdade????????????????????????????????
(FILOSOFO): Que você é um escravo (DO SISTEMA), como todo mundo que nasceu num cativeiro. Nasceu numa prisão que não consegue sentir ou tocar. Uma prisão para sua mente, onde não consegue se libertar, Infelizmente é impossível dizer o que é MATRIX, tem que ver por si mesmo. Está é sua ultima chance  se escolher a pílula (azul, sistema) e  a história acaba e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha (filosofia),  ficará no país das maravilhas, e eu te mostrarei até onde vai à toca do coelho. Lembre - se tudo que ofereço é a verdade nada mais. 

VOCÊ JÁ TEVE UM SONHO, QUE PARECIA  SER VERDADEIRO? E SE VOCÊ NÃO CONSEGUISSE ACORDAR DESSE SONHO.
COMO SABERIA  A  DIFERENÇA, ENTRE O MUNDO DOS SONHOS
E O MUNDO REAL.

Isso foi debatida em sala de aula, para que você reflita sobre a vida! Liberte-se da tradição e da opressão. Desperte para questionar o mundo.

Sebastião Pereira Viana Júnior
(91) 8869 3808

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ao Educador


                                                                                                                 Julho de 2009







“Educar, educar-se. Cultivar -se. É todo um universo vivo, que aflora a mente ao colocar -se, este tema ao debate. Vivemos num mundo de situações novas, e de mudanças acelerada, todas as coisas agora, não são vista com paciência, mas com tamanha velocidade, que até a família passa e você nem percebe.
E dizer-se educador, é suficiente para continuarmos a educar-se, continuamente. O ponto de referencia fundamental para ser educadores, para continuar a sê-los, é tentar  todo dia de novo, todo dia mais”.
Mas quem é educador ? O que faz com que alguém se diga educador? Há pessoas que se denominam educadores, há os que o são de verdade. Há os que por outros são identificados  como tais.
O educador, é um cidadão, isso significa um  (comprometimento) comprometido, com as coisas que acontecem  ao seu redor e ao "redor' nacional e internacional. Não é ele o único responsável por tudo, mas participa  da história que ajuda a construir. Movimenta-se na história e participa ativamente dela, ele é um agente seja de mudança, ou não. 
Em meio a essa ânsia de querer, mudar o mundo, depois querer mudar o Brasil, depois o seu  Estado, ainda  sim achar que é grande demais, a ponto de estar inalcançável,  ele agora pode mudar a sala de aula, ai sim, ele estará mexendo com o elemento transformador da sociedade.      
Para  corrigir, as mazelas da sociedade,  primeiro vêem as teorias, as criticas,  depois  a sociedade desperta, ai sim a cobrança e as mobilizações para a mudança. Existe várias publicações que alertam para a formação, e a falta de motivação que o profissional da  educação recebe.
Ao critica, ou quando não se aponta, determinada direção especifica,  ou não puxa-se partido em nenhuma direção, ou  para o seu lado, ou de quem quer que seja, o objetivo principal, é atingir todos os setores, não é decepção com o sistema, nem a cobrança de ética, embora as duas possam ser admitidas como cobrança  diante da realidade.
Como as idéias, as teses, que justificam a mudança, estão acontecendo, como aconteceu com as teorias do absolutismo, do iluminismo. Ela tende a evoluir das teses,  das criticas, é assim que  uma revolução acontece, e vai acontecer, eu acredito.
Essa insatisfação não é de quem está chegando, ou iniciando, mas é geral isso não há  duvida, a greve, reflete no grito de insatisfação com tudo. Estágios mal administrados, tempo insuficiente de curso para uma coisa tão complexa como a educação, professores mal remunerados etc. 
Sabemos que uma revolução, não acontece de uma hora pra outra, sem antes haver os aparelhos de purificação,  desses mecanismos, é o que estamos tentando fazer aqui, apontar algumas   falhas.
O Japão adota uma forma de educar, onde todas as escolas seja particular ou do  governo, tem que  abordar a mesma filosofia, ficando apenas para os uniformes o marketing das escolas lá, se escolha a escola pelo uniforme em vista que a forma, o método são os mesmos.
No   Brasil, nos sabemos que os livros são unificados, o conteúdo que o paraense estuda é o mesmo que o paulista estuda nas escolas do governo,
Entretanto num País de dimensões continentais, como o Brasil e bastante diferenciado nas etapas do processo de acumulação do capital, numa sociedade de classes extremamente desigual, e injusta como a nossa,  e como as escolas  que viraram objetos, dos mais diversos, quando estão em jogo interesses  coorporativos,  conflitantes, e entre profissionais  com diferentes posturas, cientificas e filosófica e política - ideológica, no Brasil, em vista que  cada professor é um com idéias, posturas e interesses que o envolve na sociedade.       
Para montar um estabelecimento onde se possa ensinar, não se preocupa mais se o aluno vai aprender, se as carteira, ou mesas vão lhe dar o devido conforto para  que ele possa desenvolver-se. O pensamento é quanto a carteira  ou mesa, vão  durar, quantos alunos, vamos conseguir colocar nas salas.
O atual sistema educacional consiste em: Os livros respectivamente para o ensino fundamental e médio,  são produzidos, em um certo Estado, esses livros são distribuídos para todo o Brasil, com uma visão, de um certo autor, com uma certa formação cultural, para os  Estudos  Amazônicos, não existem livros.      
Então, um dos  problema é esse, alguns professores levantam a bandeira,  para que  os Estados produzam os seus livros. Que conheçam a sua cultura para não  acontecer  como o autor de livros infantis, que escreveu com palavras Obcenas para crianças, e alegou que não entregaria esses livros que ele produziu, para seus filhos, mas mandou para o MEC distribuir para as escolas.        
É isso que alguns querem, produção de livros no Estado, ou seja seria a regionalização deles, o Brasil  não segueria mais uma produção única, mas sim seria dividido em muitas regiões,  cada Estado tem a sua história. 
Se Belém, fizesse uma produção de livros, para três anos do ensino fundamental e, médio, sobre os Estudos Amazônico, serviria  para nós, mas não para outros lugares como Santarém, e Oriximiná por exemplo, que são outra realidade.       
Fora o salário que é uma das reivindicações, sabemos que, os professores querem recursos, e quando eles colocam as suas dificuldades em mesa redonda, querem seu próprio data show, entre outras coisas que acreditam ser necessário para ensinar, e não tem condições para possuir esses recursos.
 Conheço professores, que ministram aula de graça em ONGs, como é o caso de Joyce Elizete do Carmo Botelho que tem toda a minha admiração, provando que a greve não é apenas visando um salário melhor, mas para melhorar a sua condição quanto trabalhador e educador. 
Espelham-se em educadores espetaculares como Paulo Freire, Karl Marx, Piaget...     

















  

Sebastião Pereira Viana Júnior